r/ContosEroticos • • 21h ago

Exibicionismo Fui ao dentista sem calcinha (Real) NSFW

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Eu tinha consulta marcada no dentista e estava no começo do namoro com meu atual marido.
Naquele dia quando fui me arrumar para ir ao dentista, decidi usar um short branco, tipo jeans, mas com o tecido um pouco transparente, e uma blusa amarela, larguinha. Depois da consulta, encontraria meu namorado para passarmos a tarde juntos, era uma sexta, lembro como se fosse hoje.
Lembro que, enquanto me arrumava, já estava pensando no que tinha escolhido vestir.
Não era uma roupa que chamasse necessariamente a atenção de alguém, mas eu sabia que estava sem calcinha e que o tecido do short não era totalmente opaco. E isso mudava a maneira como eu me sentia dentro daquela roupa.
Na rua, eu tentava agir normalmente, mesmo com o tecido encostando super na ppk e isso me estimulava mais ainda. Andava, resolvia minhas coisas e seguia para a consulta, mas ficava consciente da roupa o tempo todo. Era uma mistura de nervosismo com uma satisfação difícil de explicar. Eu me sentia ousada, atrevida, como se estivesse fazendo alguma coisa errada, embora soubesse que não estava prejudicando ninguém.
O que mais me mexia era a possibilidade de alguém perceber. Não que alguém tivesse feito algum comentário ou que eu soubesse que alguém tinha notado. Era justamente a dúvida. Eu não tinha como saber o que as pessoas estavam vendo ou pensando, e isso fazia com que eu ficasse mais consciente da situação.
Na consulta, tentei me concentrar no que estava acontecendo, mas a lembrança de como tinha saído de casa continuava ali. Eu me sentia exposta de um jeito muito particular, mesmo estando vestida. Era uma sensação mais psicológica do que qualquer outra coisa: eu sabia de um detalhe que ninguém ao meu redor conhecia.
Quando terminei, fui encontrar meu namorado. Eu estava com vontade de contar tudo, porque aquela experiência tinha mexido comigo e eu queria dividir isso com ele. Não queria transformar a história em algo maior do que tinha sido. Queria contar exatamente o que fiz e como me senti.
Contei que tinha ido ao dentista sem calcinha, usando aquele short branco, e falei do nervosismo que senti durante a manhã. Expliquei que, para mim, havia sido excitante justamente por causa daquela sensação de estar fazendo algo ousado em uma situação completamente comum.
Ele soube de tudo, e a conversa acabou aproximando ainda mais nós dois. Passamos a tarde juntos, transando bastante, conversando e retomando o assunto entre um momento e outro. Eu gostava de contar o que tinha acontecido e de perceber que podia falar abertamente com ele sobre algo tão íntimo.
O que me marcou foi isso: a roupa simples, a consulta comum, o segredo que só eu conhecia e a expectativa de encontrar meu namorado depois. Não aconteceu nenhuma grande aventura. Foi um dia normal por fora, mas que, para mim, teve uma intensidade diferente porque eu sabia exatamente o que estava fazendo e como aquilo me afetava.


r/ContosEroticos • • 20h ago

Traição Meu professor de inglês 🖤 NSFW

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Olá , sou M34 casada e como uma boa millennium tive uma juventude gostosa e bem aproveitada, resolvi contar aqui algumas histórias que ficaram guardadas só na minha memória, a primeira delas:

“Meu professor de inglês”

Eu tinha 17 anos, magrinha, baixa 1,61 de altura, cintura fina, branquinho porém sempre com marquinha de biquíni, peitos pequenos, já frequentava a academia nessa época, bundinha redonda, pernas torneadas e comecei a fazer um curso de inglês na universidade federal da minha cidade, era próximo a minha casa cerca de 1,5km eu sempre fazia a pé, no meio do caminho eu passava por uma área de cercada de árvores, um trieiro, muitas pessoas passavam por ali pra chegar a universidade, eu tinha um pouco de medo de andar por ali sozinha então sempre ia nos horários que tinha bastante gente circulando pela área.

Eu era uma boa aluna, sempre me sentava na frente, dedicada, prestava atenção nas aulas, me esforçava mesmo. No começo era uma professora que dava as aulas, até que um dia ela precisou ser substituída e então veio ele..

Ele era branco,tinha 32 anos, devia ter seus 1,80 cabelos claros liso um pouco grande, coxas grossas estava sempre de bermudas jeans, olhos escuros, usava óculos.. lembro de quando vi ele entrar na sala, meu coração acelerou, acho que suei frio naquele momento.

Passei os olhos de cima a baixo e reparei na aliança, ele era noivo. Algo em mim gritou por dentro, eu queria aquele homem, não importava se era mais velho, meu professor ou noivo, eu só queria.
Poucas aulas depois já éramos íntimos, as conversas eram por MSN, descobri tudo da vida dele, mesmo ele com um jeito mais seguro e profissional, não me dava abertura mas já tinha entendido o que eu queria, não era bobo..

Certo dia após uma aula que havia terminado minutos mais tarde fiquei enrolando na sala, até que ficamos só nós dois, já estava tarde e ele sabia que eu voltava a pé e sozinha, me ofereceu uma carona, sem pensar duas vezes, eu aceitei.

Quando chegamos em frente a minha casa, minha mão ‘escorrega’ até a coxa dele e pergunto:
- Até quando vai fingir que não sabe oque eu quero?
- Garota, não brinca comigo! Ele disse.
- Não é brincadeira profe..
um silêncio pairou naquela hora, seguido de um beijo, quente, molhado, por alguns segundos eu senti que ele queria me devorar ali mesmo, como se colocasse pra fora toda uma vontade sufocada por semanas de olhares e conversas.

Em um lapso de consciência ele para, me afasta, se contem e fala que aquilo não é certo que não podíamos, nesse momento eu finjo que entendo e concordo, nós despedíamos e ele foi embora, mas eu já sabia que era só questão de tempo.

Outro dia veio, outra aula e lá estava eu, na frente dele, sem conseguir prestar atenção em uma única palavra do que ele falava, só prestava atenção naquela boca, na forma como ele passava as mãos no cabelo tirando do rosto, as costas largas, tentava disfarçar, mas meu tesão era de mais e ele é claro percebia..

Uma noite qualquer depois de horas de conversas, ele desistiu de resistir, eu estava sozinha em casa e ele foi me encontrar..

Não demorou e ele chegou, senti um frio na barriga, uma mistura de ansiedade, medo, vontade..
Quando abro a porta do apartamento, ele entra rápido, fecha a porta me puxa e me beija, sinto suas mão me pegando com força pela cintura e a outra na minha nuca, seu corpo forte me prensa contra parede, minhas pernas amolecem e a vontade toma conta de nós dois:
- Oi profe!
- Hoje a aula é outra..

Eu estava de vestido curto, preto de alças bem colado no corpo e sem calcinha, ele ergueu meu vestido:
Novinha safada!
Seguido de um sorriso, ele me pegava com força chupava meus peitos com vontade e ali mesmo começou a me tocar, seus dedos sentiam minha buceta completamente molhada, a ponto dos seus dedos escorregarem pra dentro, fundo, me fazendo soltar um gemido contido no seu ouvido.

Minha experiência era pouca ele sabia disso e queria explorar cada parte do meu corpo.
Ele se abaixou colocou uma perna minha no seu ombro me chupou, fazendo eu delirar de tesão, nunca tinha sentido aquilo com tanta intensidade, nesse momento eu estava entregue a ele!

Depois de uns minutos ali nós vamos para o quarto, eu estava louca pra ver aquele pau que eu só podia imaginar como era, ele tira tudo e me beija, eu me ajoelho e começo a chupar com pressa, molhado e ele pede calma:
Devagar, tenha calma, deixa eu sentir toda a sua boca.
Assim eu fiz, lambia e colocava todo na boca aos poucos, ele gemia baixo, contido..
Isso!!
Dizia ele me guiando, me ensinando..

Logo me colocou de 4, abriu bem minha bunda, olhou por alguns segundos como se estivesse gravando cada detalhe, até finalmente enfiar todo seu pau na minha buceta, começou devagar, suave, me preenchendo aos poucos, até começar a aumentar, mais forte, mais rápido, eu gemia alto, ele tampava minha boca:
Cala boca e aguenta, não isso que você queria?!

Por cerca de duas horas ele me comeu de todos os jeitos que queria, de quatro, de lado, por cima..
Quando não aguentava mais, me colocou de joelhos, queria gozar na minha boca.
Eu posso?
Pode!
Ele colocou o pau na minha boca, entrava e saia.
Põe a língua pra fora, quero sentir essa garganta!
Meus olhos já vermelhos se enchia de lágrimas.
Olha nos meus olhos.
Ele dizia erguendo meu rosto.
Depois de tanto segurar ele gozou na minha boca, engoli mas um pouco escorreu de lado, ele sorriu e limpou com o dedo.
Minha melhor aluna.

Tomamos banho e logo ele foi embora, eu estava exausta.

Depois desse dia tivemos outras vezes juntos, no campus da faculdade, no carro, nas salas fechadas, foram 4 meses de loucura, o ano acabou ele saiu e não me deu mais aula, nos falamos pouco depois disso, tempos depois vi as fotos do casamento, ele estava lindo.
Foram meses de putaria e aprendizado, se eu fechar os olhos e me concentrar bem ainda posso lembrar do seu cheiro…


r/ContosEroticos • • 6h ago

Traição O massagista tirou uma casquinha NSFW

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Estávamos viajando, e paguei por massagens para mim e para minha esposa. Fiz questão de escolher uma massagista mulher para mim e um massagista homem para ela. Eu estava curioso para saber como seria a experiência, e minha própria massagem acabou sendo surpreendentemente íntima. A mulher passou as mãos pelo meu corpo inteiro, chegou a massagear meu saco e, em determinado momento, senti a mão dela entrar um pouco pela parte de trás da minha sunga, tocando minha bunda.

Naturalmente, isso me deixou curioso sobre a experiência da minha esposa.

A massagem dela deveria durar trinta minutos, mas descobri que ela havia pedido mais trinta. Será que a massagem dela havia sido tão íntima quanto a minha? Ou será que tinha acontecido alguma outra coisa?

Quando perguntei pela primeira vez, ela me contou que ele havia feito uma massagem completa. Depois, mencionou algo que imediatamente chamou minha atenção: enquanto ela estava de bruços, ele havia desamarrado a parte de cima do biquíni.

Perguntei o que ela havia feito quando virou de barriga para cima.

— Ah, só deixei ele solto sobre os meus peitos — ela disse.

Ela contou isso com tanta naturalidade, como se não fosse nada demais. Mas eu não conseguia parar de pensar naquilo. O biquíni estava desamarrado, e ela simplesmente o deixara daquele jeito. Será que ele tinha visto os seios dela? Será que tinha tocado?

Minha esposa tem um bundão e adora receber massagens na bunda. Ela costuma sentir bastante dor naquela região, e uma boa massagem a deixa completamente relaxada. Então perguntei se ele havia massageado as coxas e subido até a bunda.

Ela confirmou que sim.

Comecei a imaginar se ele teria colocado a mão por dentro da calcinha dela, como a mulher havia feito com a minha sunga. Ou talvez, enquanto massageava a parte interna das coxas, tivesse encostado 'sem querer' na bucetinha dela.

Eu não tinha como saber. Só tinha os detalhes que ela me contava, e cada nova informação parecia levantar mais perguntas do que responder.

Por isso, em outras ocasiões, voltei a tocar no assunto.

A cada vez, ela revelava um pouco mais.

Até que, finalmente, contou que ele também havia massageado os seios dela.

Isso me fez reconsiderar tudo o que ela havia dito sobre a parte de cima do biquíni. Não era apenas o fato de ele ter desamarrado a peça enquanto ela estava de bruços. Ela havia virado de barriga para cima e deixado o biquíni solto sobre os seios, e ele os havia massageado. A conclusão parecia óbvia: ele tivera a oportunidade de ver e tocar diretamente nos seios dela.

Ainda curioso, perguntei se o biquíni havia saído do lugar durante a massagem.

Ela admitiu que sim.

A princípio, eu ainda estava pensando na parte de cima, mas então ela esclareceu o que havia acontecido com a parte de baixo: ele havia puxado a calcinha até a metade da bunda dela.

De repente, comecei a imaginar a cena de outra maneira. Ele não havia simplesmente massageado por cima do tecido. A calcinha tinha sido abaixada o suficiente para deixar toda a bunda dela exposta. E, segundo ela, ele ficava ajeitando o biquini dela durante a massagem.

Se ele ficava mexendo no tecido, quanto será que realmente havia visto? Será que a mão dele havia ido parar em algum lugar onde não deveria? Eu não tinha como saber ao certo. Minha imaginação preenchia as lacunas, transformando cada revelação em uma nova possibilidade. Provavelmente, ele havia visto a bucetinha dela em algum momento. Imagino ele massageando a bunda dela e vendo a bucetinha se abrir e fechar, talvez até ficando molhada...

E então havia aquele detalhe ao qual eu sempre voltava: ela havia pedido que ele ficasse por mais trinta minutos.

Ela não havia encerrado a sessão quando o tempo combinado terminou. Havia escolhido prolongá-la.

Eu me perguntava o que aquilo significava. Será que ela simplesmente estava gostando da massagem e queria mais alívio para as dores? Será que estava tão relaxada que não queria que terminasse? Ou será que a experiência havia se tornado mais íntima do que ela esperava inicialmente?

Eu ficava repassando tudo o que ela havia me contado: o biquíni desamarrado, os seios expostos, a massagem subindo pelas coxas até a bunda, a calcinha abaixada até a metade, os repetidos ajustes e, por fim, aquela meia hora extra.

Cada revelação me dava uma ideia mais clara do que poderia ter acontecido, mas nunca a imagem completa.

Eu sabia que ela havia passado uma hora inteira sozinha com um homem que a massageara enquanto ela estava praticamente nua. Sabia que ela havia permitido que a sessão continuasse. Sabia que ele havia tocado em partes do corpo dela que tornavam aquela experiência muito mais íntima do que uma massagem comum.

Quanto mais ela me contava, mais eu queria saber.

E quanto mais eu imaginava o que poderia ter acontecido durante aqueles trinta minutos extras, mais difícil ficava parar de pensar no que ela ainda não havia me contado.


r/ContosEroticos • • 21h ago

Discussão [F] Confessei que minha boceta latejava para ser fodida por um desconhecido. NSFW

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r/ContosEroticos • • 6h ago

ménage à trois Será que vai acontecer? NSFW

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Eu e minha esposa estamos na casa dos 30 anos e somos do RJ. Nós sempre fomos muito safados na cama e temos um histórico razoável de bagunças de antes de nos conhecermos.

Como nos amamos muito e queremos o bem da nossa relação, nós sempre tivemos muito claro que pra gente ser feliz só bastava nós dois na nossa relação e sempre nos sentimos completos com isso.

Acontece que isso mudou (de uma forma boa) há alguns meses. Minha esposa é bissexual e numa brincadeira acabei jogando um verde sobre chamar uma menina pra gente fazer uma brincadeira juntos... E não é que ela entrou na brincadeira? Depois disso ficamos um bom tempo sem tocamos mais no assunto, só que a ideia já tinha sido lançada.

Até que um dia enquanto a gente conversava, toquei no assunto de forma mais direta e disse que seria legal se a gente tivesse uma experiência eu, ela e outra mulher e ela concordou (LEMBRANDO, OUTRA MULHER, PORQUE ELA É BI E EU SOU HÉTERO E NÃO TENHO TESÃO EM PENSAR EM VER A MINHA MULHER COM OUTRO CARA). Logo depois dessa conversa a gente ficou com fogo e fizemos já com a mente nessa ideia. Foi intenso.

Chegamos a criar uma conta no Sexlog e em outro site de relacionamentos de casais que não lembro o nome e até postar umas fotos e um vídeo, mas em um certo momento percebemos que não era desse jeito que queríamos. O ambiente nesses sites são bem pesados e as paradas muito explícitas e nós não estamos nessa vibe. Queremos algo discreto e que seja bem explícito, mas só entre 4 paredes, porque queremos preservar a nossa privacidade e a da nossa família, mas nada impede que depois que acontecer, eu venha aqui contar como foi. Rs

Desistimos de procurar aleatoriamente, mas ainda estamos na busca. Hoje, nós já olhamos algumas amigas e mulheres na rua com maldade e ficamos debatendo se essa ou aquela vai ser nossa ou não, mas até agora ainda não tivemos nenhuma experiência ou conversa que desse pra dar uma introduzida no assunto com outra mulher.

O tesão continua aqui e muitas vezes a gente transa falando o que vamos fazer com a nossa garota e isso deixa a gente com um fogo intenso!

Por enquanto tá difícil de encontrar uma garota pra iniciarmos uma conversa, mas quem sabe não surge uma boa DM depois desse post. Rs

Animado pra acontecer e contar aqui pra vocês.


r/ContosEroticos • • 20h ago

Sexo casual O encontro do Tinder e o sutiã - Part 1 NSFW

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Sou Vanessa, tenho 25 anos (mas na época tinha 21). Sou branca, tímida e tenho um corpo curvilíneo meio gordinha — com uma barriguinha, bunda média e peitos que, desde nova, sempre chamaram muita atenção.

Estava usando o Tinder quando dei match com um cara que chamarei de André. A conversa fluiu super bem, ele parecia bem legal. Tivemos um primeiro encontro em uma cafeteria, o que me convenceu de que ele era realmente gato (meio tímido, alto, corpo definido, loiro e Analista Jr. de TI) e que não era um babaca. Decidi dar uma chance para um segundo encontro, mas em outro clima, para quem sabe deixar algo a mais acontecer.

Nosso segundo encontro foi em uma festa conhecida da cidade, com um espaço grande de bar e música ao vivo. Para a ocasião, escolhi um vestido preto com um decote generoso o suficiente para atrair olhares (bem diferente do look comportado da cafeteria). Por precaução, usei um sutiã preto por baixo para não correr o risco de "pagar peitinho", algo que já tinha me acontecido antes.



A festa começava de tarde e ia até a meia-noite. Acabei chegando um pouco antes das 17h, que era o horário combinado. Como estava adiantada, entrei e fui para a área do bar, que ficava fora da pista de dança, para esperar. Assim que me sentei, um bartender prontamente me atendeu:

— Boa noite. O que uma moça tão linda faz sozinha aqui no bar e não na festa?

— Obrigada. Estou esperando alguém.

— Se eu fosse o cara, não deixaria você sozinha nem por um minuto em uma festa como essa.

— É que acabei me adiantando, haha.

— Talvez você não se lembre, mas fomos colegas, Vanessa.

— Sério?

— Alan, do terceiro ano. Mas creio que estou um pouco diferente.

— Ah, lembrei! — Olhei bem para ele. — Realmente, mudou para melhor.

E estava mesmo. O magricela desajeitado que eu lembrava tinha dado lugar a um homem negro, musculoso e com o cabelo cortado perfeitamente na régua.

— E devo dizer que você está ainda melhor — falou ele, enquanto seus olhos focavam fixamente no meu decote. Provavelmente percebeu que meus seios tinham crescido desde o ensino médio. E tinham mesmo. — O que essa moça gostaria de beber?

— Um Moscow Mule, por favor.

Ao pedir o drink, tirei do sutiã o papel da comanda que haviam me entregado na entrada. Ele olhou atentamente o movimento enquanto eu estendia o papel para ele anotar o pedido.

— Gostei do lugar onde você guarda. Não vejo lugar melhor.

— É para evitar que se perca.

— Então pode colocar de volta, vou fazer esse drink por minha conta. Posso? — perguntou ele, segurando a comanda e fazendo menção de devolvê-la ao mesmo lugar.

— Acho que sim...

Afastei levemente o tecido do vestido e a taça do sutiã para que ele conseguisse deslizar o papel ali por dentro. Ele o fez devagar.

— Prontinho.

Confesso que adorei o flerte; nunca tinha tido uma interação daquelas. Logo em seguida, ele me trouxe o drink. Quando eu estava terminando o copo, André finalmente chegou.

De repente, duas mãos cobriram meus olhos, deixando tudo escuro.

— Adivinha quem é?

— Oi, André.

Ele estava de camisa social branca, calça preta, relógio... Enfim, o visual clássico daquele loiro com estilo "hétero top/playboy padrão" que, confesso, eu adorava. Ficamos conversando ali por alguns minutos. Ele pediu mais bebidas para nós e logo percebi que ele estava tão interessado no meu decote quanto o bartender. Embora seus elogios tenham sido discretos — dizendo apenas que eu estava linda naquele vestido e elogiando meus olhos —, eu sabia exatamente o que ele queria olhar. Cedi ao nosso primeiro beijo logo após o elogio aos meus olhos, achando graça da intenção dele.

Depois de alguns drinks, ele me chamou para a pista. Estava tocando pagode. Não sou a melhor dançarina do mundo, mas me viro o suficiente para não passar vergonha. Ele dançava bem. Conforme o ritmo avançava, o clima foi esquentando: as mãos dele começaram a bobear na minha bunda, ele pressionava o peito dele contra o meu sempre que podia e me abraçava por trás quando a música permitia — obviamente para sentir meus peitos contra as costas dele enquanto eu sentia o volume dele contra mim.

Quando ficamos de frente de novo, já um pouco altos por causa do álcool, ele me deu um beijo mais intenso e encarou meu decote outra vez.

— Posso ser sincero? Não tinha percebido no primeiro encontro como seus seios são fantásticos.

— Na cafeteria eu estava mais comportada. Hoje resolvi ousar com o vestido.

— Use mais vestidos, por favor. É silicone?

— Naturalzinho, haha. Cresceram desde os meus 12 anos.

— E pelo visto não pararam mais.

Nesse momento, ele deu uma apalpada generosa no meu peito esquerdo. Eu adorei a audácia.

— Sabe que as pessoas aqui podem ver, né?

— Deixe que vejam. Devem estar com inveja de eu estar com você.

Dançamos mais um pouco. Agora ele já não disfarçava mais os olhares nem as mãos bobas, que antes eram tímidas.

— Acho que já estou um pouco cansada. Você não?

— Ainda bem que você falou. Acha que podíamos ir para um lugar mais reservado?

— Acho que poderíamos.

— Minha casa é aqui perto.

— Mora sozinho?

— No momento, sim.

— Tem certeza de me fazer conhecer sua casa já no segundo encontro? Não prefere outro lugar? — perguntei, jogando um verde para ver se ele sugeria um motel, já que não nos conhecíamos há tanto tempo.

— Tenho total certeza.

Fomos em direção ao caixa para pagar as comandas, e já havia uma fila. Chegando lá, notei que ele começou a revistar os bolsos, meio apreensivo.

— Putz, não estou encontrando minha comanda...

— Será que não deixou na mesa?

— Não... Vão querer me cobrar uma fortuna para sair! Droga!

Praticamente todas as bebidas da noite tinham ficado na comanda dele. A minha tinha apenas duas cervejas que eu mesma havia pedido enquanto ele foi ao banheiro.

— Quer resolver isso da maneira divertida ou da maneira correta? — perguntei.

— Qual seria a outra maneira além de pagar a taxa de perda?

— Uma em que posso usar meus dotes femininos. Toma aqui. — Puxei a comanda dele de dentro do meu sutiã e entreguei na mão dele.

— Nossa, esse é o lugar mais sexy e seguro para se guardar algo. Mas e a sua?

— Eu dou um jeito na minha.

Voltei para a área do bar da entrada. Como já passava das 22h, o movimento estava fraco. O bartender que tinha me atendido antes estava lá perto, fumando no corredor lateral.

— Sem sucesso no encontro que já voltou para o bar?

— Talvez. Mas você não vai acreditar: perdi a minha comanda.

— Logo você, no lugar onde guarda? Acho difícil.

— Sério, sumiu. Será que você não consegue me conseguir uma nova zerada?

— Você sabe que é contra as regras do estabelecimento.

— Inclusive para mim?

— Para você ou para o seu amigo playboy?

— Eu posso provar que perdi.

— Como?

Aproveitando o corredor vazio, usei de toda a minha destreza para soltar o sutiã por baixo do vestido e puxá-lo pelo decote, entregando-o diretamente nas mãos dele.

— Viu? Sem comanda alguma.

Ele segurou o sutiã, meio perplexo, olhando de perto. Enquanto isso, dei uma puxadinha nas alças do vestido para mostrar que não tinha nada escondido ali também.

— Realmente, parece que não tem nada aqui... — ele disse, deslizando a mão pela alça do meu vestido até o meu peito, dando uma apertada firme.

— Viu? Eu não minto.

— E posso ficar com esse sutiã de recordação para o meu quarto? Confesso que, desde o ensino médio, sempre quis abrir o seu sutiã. Só não esperava que seria assim.

— Acho que vou precisar dele, seria meio estranho ir embora sem. Quem sabe outra hora...

— E você consegue colocar de volta aí dentro?

— Está me desafiando?

Peguei o sutiã e comecei o processo inverso, enfiando-o de volta pelo decote. Com certeza "paguei peitinho" em alguns momentos daquela manobra, e o Alan não perdeu um único detalhe, olhando atentamente.

— Vou precisar de uma ajudinha para prender as costas.

Ele deu um passo à frente, colando o corpo atrás do meu. Senti o volume nítido na calça dele — e, confesso, parecia maior que o do André. Alan abriu um pouco o zíper do meu vestido para alcançar os fechos do sutiã e prendê-los.

— Essa sua habilidade é incrível — disse ele, subindo o zíper do vestido de volta com força, colando minhas costas nas dele.

— É a minha habilidade secreta.

— Acho que você fez por merecer. Mas ainda me deve a realização do meu sonho de escola.

Ele deu um sorriso, foi até o caixa interno e voltou com uma comanda nova. Deslizou o papel para dentro do meu sutiã de novo e deu um tapinha leve no meu peito.

— Cuidado para não perder de novo.

— Obrigada! — respondi rindo daquela obsessão dele da época do colégio. Dei um beijo no rosto dele e voltei para a fila para encontrar o André.

— Conseguiu? Já faz uns dez minutos. O que foi fazer?

— Conseguir a comanda. Um dos bartenders estudou comigo na escola — respondi, tirando o papel do sutiã e entregando para ele. Tinha apenas as duas cervejas anotadas, um valor bem menor do que tudo o que realmente consumimos.

— E o que você teve que fazer para conseguir isso?

— Só tive que mostrar meu sutiã, mas depois te conto os detalhes.

André mudou de expressão, fechando a cara enciumado ao ouvir a palavra sutiã. Para cortar o assunto e mudar o foco dele, passei a mão sugestivamente pelo fecho da calça dele e sorri:

— Que tal pagarmos logo isso e chamarmos o Uber?

A provocação funcionou rápido. Ele esqueceu o ciúme na hora, me deu um beijo quente e fomos direto para o caixa. Logo em seguida, estávamos no carro a caminho da casa dele.


r/ContosEroticos • • 4h ago

transgender (FTM) "Meu pauzinho, minha buceta e o homem que me ama de verdade” NSFW

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Eu estava sentado na beira da cama, só de boxer preta, as mãos apertando os joelhos. O peito nu ainda doía um pouco nas cicatrizes da mastectomia. Passei o polegar por cima de uma delas, distraído, enquanto Rafael tirava a camisa do outro lado do quarto.

— Você tá quieto — ele comentou, a voz baixa.

Engoli em seco. A testosterona tinha engrossado meu clitóris. Agora era um pauzinho grosso, rosado, de uns quatro centímetros quando duro, com a glande bem definida e sensível pra caralho. Eu sentia ele latejar dentro da boxer só de olhar pro corpo do Rafael.

— Tenho medo — admiti, a voz saindo rouca. — Medo de você me ver de verdade e… desistir. Medo de eu não ser homem o suficiente. Medo de você me amar só até o momento em que a realidade bater.

Rafael parou na frente de mim. Segurou meu queixo com cuidado e me fez olhar pra cima.

— Eu já te vi de verdade. Eu já te chupei. Já enfiei a língua no seu cu. Já gozei dentro da sua buceta. E tô aqui. Ainda quero mais.

Senti o rosto esquentar. A palavra “buceta” saiu da boca dele sem nojo, sem aspas, sem pena. Só desejo.

Ele se ajoelhou entre as minhas pernas e puxou a boxer pra baixo devagar. Meu pauzinho saltou pra fora, já duro, a glande brilhando de pré-gozo. Embaixo, a entrada molhada, rosada, as dobras inchadas e brilhantes. Rafael passou o polegar por cima da glande e esfregou o líquido transparente em círculos lentos.

— Olha isso… — murmurou, a voz rouca. — Seu pauzinho lindo. Grosso, rosado, latejando. E aqui embaixo… — ele desceu o dedo e abriu minhas dobras com dois dedos — sua buceta toda molhada, piscando pra mim. Você fica assim só de eu te olhar, hein?

Soltei um gemido baixo, as coxas tremendo. Rafael se inclinou e lambeu a glande inteira, chupando com força, a língua girando em volta da cabeça sensível. O sabor salgado do meu pré-gozo deve ter enchido a boca dele. Depois desceu e enfocou a boca na minha entrada molhada, chupando os lábios inchados, lambendo o buraco com a língua larga, entrando fundo.

— Porra… Rafael… — gemí, a mão apertando o cabelo dele. — Sua língua… caralho…

Ele chupou com força, fazendo barulho molhado, sujo. A língua entrava e saía, depois subia de novo pro meu pauzinho e chupava a glande inteira, sugando como se quisesse tirar leite de mim. Os dedos entraram na minha buceta — dois de uma vez, grossos, curvados — e me foderam com ritmo constante, o polegar esfregando a base do meu pauzinho.

— Você aperta tão gostoso… — ele falou contra a minha pele molhada. — Sua buceta engole meus dedos. Quero sentir ela no meu pau.

Ele se levantou, tirou a calça e a cueca. O pau dele estava duro pra caralho, grosso, veias saltadas, a cabeça já molhada de pré-gozo. Rafael subiu na cama, me deitou de costas e se posicionou entre as minhas pernas abertas.

— Olha pra mim — pediu, a voz baixa. — Quero que você veja meu rosto enquanto eu te fodo.

Obedeci. Os olhos castanhos dele estavam escuros de tesão, mas também de algo mais fundo. Aceitação. Desejo sem ressalva.

Rafael encaixou a cabeça grossa na minha entrada molhada e empurrou devagar. Minha buceta abriu em volta dele, esticando, engolindo centímetro por centímetro. O barulho molhado encheu o quarto quando ele entrou até o fundo.

— Caralho… — ele gemeu, a testa apoiada na minha. — Você é tão quente… tão apertado… sua buceta tá me mamando inteiro.

Ele começou a me foder. Estocadas longas, profundas, o pau saindo quase inteiro e entrando de uma vez, a base batendo no meu pauzinho a cada investida. O barulho era obsceno — pele molhada batendo em pele, o som molhado da minha buceta engolindo o pau grosso dele.

Eu gemia sem parar, as unhas cravadas nas costas dele. Cada estocada acertava fundo, fazendo meu pauzinho latejar e escorrer mais líquido. Rafael desceu uma mão e começou a bater punheta no meu pauzinho, rápido e apertado, enquanto fodia minha buceta com força.

— Isso… goza pra mim — murmurou ele, a voz rouca. — Quero sentir sua buceta apertando meu pau enquanto você goza. Quero ver seu pauzinho jorrar.

Eu não aguentei. O orgasmo veio forte, o corpo inteiro tremendo. Minha buceta apertou em volta do pau dele em contrações ritmadas, e meu pauzinho jorrou em jatos finos, transparentes, molhando a mão do Rafael e a barriga dos dois. Eu gritei, a voz rouca, quase chorando de prazer.

Ele não parou. Continuou me fodendo, mais rápido, mais fundo, o pau fazendo barulho molhado dentro da minha buceta escorregadia. Quando gozou, foi com um gemido baixo e gutural, enterrando até o fundo e jorrando porra quente lá dentro. Eu senti cada jato, a sensação quente e molhada me enchendo.

Ficamos assim por um tempo, ofegantes, o pau dele ainda dentro de mim, latejando. Rafael beijou minha testa, depois a boca, devagar.

— Eu te amo — falou baixo, quase contra meus lábios. — Não “apesar”. Não “mesmo assim”. Eu te amo. Seu peito, suas cicatrizes, seu pauzinho, sua buceta, sua voz, seu medo. Tudo. Você é homem. Meu homem. E eu quero ficar.

Senti os olhos arderem. Não de tristeza. De alívio. De algo que eu tinha medo de acreditar.

— Fode eu de novo — pedi, a voz embargada e safada ao mesmo tempo. — Quero ficar molhado de você a noite inteira.

Rafael sorriu, ainda dentro de mim, e começou a se mexer de novo, devagar, sentindo a própria porra escorrer ao redor do pau.

— Com prazer.


r/ContosEroticos • • 9h ago

Discussão [F] Confessei que minha boca estava ávida para engolir um pau duro NSFW

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ok so like i was really fucking drunk last night and ended up at this party with a bunch of guys i barely knew but i didn't care i was so horny i could feel my pussy getting wet just looking at them all i was wearing this tiny little dress and my nipples were so hard they were poking through the fabric i couldn't stop thinking about how badly i wanted to suck someone's cock i mean i was literally aching for it i kept rubbing my thighs together trying to get some relief but it wasn't enough i needed more i wanted to feel a thick hard cock in my mouth i wanted to taste it and feel it pulse against my tongue i was so fucking desperate i could hardly think straight i kept scanning the room looking for someone who looked like they could give me what i needed someone tall and strong with a big thick cock that could fill me up and make me scream but no one seemed to notice me or maybe they did


r/ContosEroticos • • 21h ago

Dominação Dia de cadelinha NSFW

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Hoje vai ser um conto mais enxuto...

Era um fds da Nath sozinha em casa, 25 aninhos, cabelo de luzes no ombro, bem corpulenta rabuda gostosa com seu piercingzinho no umbigo.

Logo ela lembrou do nosso vizinho sessentão, seu Carlos... Ele as vezes macetava ela, geralmente bem dominante, fazendo ela se exibir pelo corredor do andar até o apto dele...algo que ela tava curtindo bem...

As 22 hrs ela mandou mensagem..ele logo topou e deu ordem dela colocar uma lingeriezinha provocante... Um fio dental preto de renda, meia calça, e uma camisetazinha larga pequena que deixava a barriga toda de fora...

Ela olhou, não parecia ter ninguém... Então correu...afinal, se alguém visse nao ia ter muita desculpa ne?.... E claro, ele demorou atender de propósito...deixando ela ali uns 5 minutos... Sabendo que o andar tem câmeras e os porteiros costumam olhar.. que visão tiveram....

Ele finalmente abriu, puxou ela pra dentro, botou contra parede e começou a beijar e se esfregar...fazendo ela segurar a pica dele já dura de tadala.... E ali ficaram um tempo com ele passando bem a mão nela, beijando a boca perfeita dela enquanto ela masturbava ele bem devagar.

Depois de um tempo, ele que dominava e ela tinha que obedecer, mostrou o tom da noite.... Virou e pegou uma coleira de cachorro grossa, botou no pescoço dela e engatou uma corrente... Puxou pra mostrar quem manda e ela deu uma gemidinha.... Virou ela de costas pra parede, deu um belo tapa na raba deliciosa... Começou a esfregar bem a pica enquando puxava os braços pra trás, dominando a vagabunda... E nessa posição, usou algemas de metal pra deixar ela com os braços presos pra trás...

"Ta na hora de levar a minha cadelinha pra passear" ele disse...abrindo a porta e puxando ela pelo corredor... Uma jovem casada passando dominada igual puta por um coroa....e assim foi bem devagar até as escadas... Lá, parou num canto, fez ela ajoelhar e engolir a pica dura dele.. logo começando a socar e basicamente fudendo a boca dela...puxando a coleira sempre... Aquilo tava deixando ela maluca...

Ele entrou fez ela levantar...pegou a corrente e prendeu no alto, deixando ela bem em pé sem poder se mexer, com as mãos pra trás presas....uma boneca fácil de ser usada.... rasgou a camisa, deixando os peitos expostos, chupando enquanto dedada ela, que gemia bem.....

Ele rasgou a calcinha, super molhada... Enfiou bem na boca dela e amarrou um lenço como uma mordaça....deixou ela completamente dominada....

"Agora seja uma boa cadelinha... Vou lá pedir uma pizza.... Deixar vc aqui bem exibida caso alguém passe... Volto quando a pizza chegar...." E saiu.. ela em pé por causa da coleira, quase na ponta dos pés... E os braços presos pra trás.... Amordaça com a própria calcinha encharcada na língua...sentindo o gosto do próprio tesão...

Se passaram alguns minutos e ela ouviu passos nas escadas... Então ela lembrou...as câmeras!... Era um dos porteiros... Ela achou que a brincadeira ia dar merda até notar que ele tava chegando abrindo a calça.... Tirando o pau bem duro da calça, se aproximando... Ela indefesa... Ele foi e começou a puxar, passar a mão no corpo enquanto chupava pescoço e peitos..."sempre quis fazer isso pqp sua gostosa"... Apertava a bunda com uma mão e dedava a xota dela com outra... O pau duro se esfregava nas coxas e virilha.... Ela era um brinquedo sexual....

Ele então virou ela de costas, segurando as maos pressas na algema.... Pressionou ela contra parede e disse enquanto metia bem devagar "é pra vc sentir bem minha piroca sua piranha!" E socou tudo.... Ela gemeu abafado com a calcinha na boca.... E ele começou a socar forte puxando ela pelos braços.....pac pac pac...ele socava com vontade.... Chamando de piranha gostosa....ela na ponta dos pés era socada contra parede, tomando pau duro completamente dominada.... até q ele parou o pau bem fundo nela... Jatando tudo....deixando ela pingar goza entre as pernas.... Ele riu e saiu.... Tempo suficiente pra ela lembrar que na escala eram 2 porteiros e um segurança.... E logo ouviu passos de novo....


r/ContosEroticos • • 8h ago

Exibicionismo O terno NSFW

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Bom pessoal vamos lá, sou Homem 39 anos e tive uma experiência muito boa e ao mesmo tempo frustrante kkk. Um tempo atrás precisei comprar um terno para ir em uma formatura, rodei as lojas do shopping até chegar em uma loja que me chamou a atenção, entrei fui atendido por uma vendedora que aparentava ter entre 23 e 27 anos, ela parecia descendente de indígenas muito simpática, uma pele linda e uma cor maravilhosa, cabelos lisos e pretos reluzentes, um sorriso discreto, ali já me apaixonei momentânamente. Ela me apresentou vários ternos até que cheguei num senso e escolhi um terno cinza claro bem bonito, fui até o provador e ai a coisa fica muito louca, rs, comecei a tirar a roupa para provar o terno e tirei até a cueca, pois tenho fetiche em comer alguém no provador ou alguém me ver pelado de pau duro, comecei a provar o terno e meu pau batendo na testa de tão duro, escuto a voz da vendedora me perguntando: “deu certo moço?”, nessa hora meu pau não parava de pulsar, coloquei a calça do terno sem a cueca e a parte de cima do terno sem a camiseta, porém não fechei a parte de cima, o meu pau marcava muito na calça, eu abri o provador e lá estava a vendedora, perguntei pra ela se eles ajustavam o terno para ficar mais rente ao corpo ela não abriu a boca, só notei ela olhando meu pau marcado na calça... rs, ela volta ao foco me olha e diz que tem costureira para ajustar o terno e que custaria uns R$ 70, em seguida me perguntou se eu queria provar uma camisa social, eu querendo aproveitar o tempo e o provador disse que sim e ela foi buscar, nisso entro no provador e começo a bater uma punheta e volta a vendedora com a camisa, eu abro só um pouco a porta do provador com a calça do terno aberta o pau pra fora e pego a camisa, noto mais uma vez ela me olhando e focando no meu pau sem dizer nada, volto provo a camisa e bato uma punheta sem gozar, pois minha expectativa era de que a vendedora poderia em algum momento pegar no meu pau por alguns segundos o que não ocorreu... saí do provador, paguei pelo terno, deixei lá para fazer os ajustes e agradeci a vendedora, fui embora com tesão. Voltei uns dias depois para pegar o terno ajustado, a vendedora que me atendeu dias antes sem o mesmo sorriso me entrega o terno, perguntei se havia alguma calça de sarja na cor bege número 46 para que eu pudesse provar, pois queria que ela novamente me visse nu e assim cumprir meu fetiche de tentar algo com a vendedora no provador ou que ela pegasse no meu pau, ficasse me olhando bater uma punheta, enfim... ela imediatamente ela me disse que não tinha a calça, sem sorrir, sem demonstrar interesse, virou educadamente e começou a dobrar algumas peças que estavam sobre o balcão, meu pau que estava endurecendo ao ver a vendedora logo perdeu força rs, saí da loja frustrado e nem sequer fui até o banheiro depois para despejar o tesão que sentia na hora...


r/ContosEroticos • • 9h ago

Cuckold Minha esposa saiu sozinha ao meu pedido (real com foto e video) NSFW

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Eu estou há algum tempo pedindo pra minha esposa tentar programar algo sozinha. Somos do meio e gostamos de nos exibir, mas sempre sou eu que tomo toda a dianteira. Ela é linda, maravilhosa, baixinha, cabelo preto, peituda, bundão, cintura fina, pernas grossas, gata de academia, mas é muito tímida. Ela se limita a dizer se a pessoa que vai assistir e participar pode ou não, e leva meses até ela topar algo. Até escolher o que quer comer é algo difícil pra ela.

Eu tinha falado que tenho vontade dela sair sozinha e gravar um vídeo pra mim, ou eu chegar em casa e pegar ela no flagra mamando outro e entrar na brincadeira, o que pra ela é impossível de conseguir.

Ficamos semanas falando disso. Ela entrava no Tinder, Sexlog, até falava um pouco com alguém, mas não passava de 3 linhas. Então, eu mesmo achei uns 3 contatos lá no Sexlog e 3F e passei pra ela, mas não tava indo muito bem. O contato com quem ela conversou mais deu um ghost, aí perdi as esperanças. E, mesmo conversando, ela não conseguia sair disso.

Mas ontem, na hora que ela devia ir pra academia dar aula, não apareceu no horário combinado com a aluna. Mandei mensagem pra ela, e ela disse que a aluna cancelou. Achei estranho, tava demorando pra responder. Depois, mandei mensagem de novo, e ela mandou uma foto em que tava no nosso quarto, com um vestido curtíssimo preto e bebendo vinho.

Nas poucas vezes que fizemos algo, ela sempre se embebeda pra criar coragem pra alguém só nos assistir fazendo.

Perguntei a ela:

"Ué? Bebendo? E de vestido? Vamos sair quando eu chegar?"

Ela não respondeu, só mandou um print de uma conversa meio aberta. O contato dizia:

"Tô indo te buscar, meu carro é prata."

Meu coração acelerou. Isso foi há mais de 1 hora atrás do print.

Trabalhei mais 2 horas agoniado. Nisso, ela chegou na academia e deu aula pra aluna. Devia ter ido de moto pra voltarmos juntos, mas disse que veio de carona e íamos precisar voltar de Uber. Aí já entendi tudo.

Ela me deu o celular e pediu pra eu ler. Era quarta-feira e, desde segunda, ela tava conversando com um dos contatos que passei pra ela, já que o outro deu uma sumida, já criando coragem e marcando de sair com ele, até que finalmente os horários bateram. Ela cancelou as alunas e foi.

Eu estava no Uber lendo as mensagens e de pau duro com ela do meu lado. Chegamos em casa, tiramos a roupa, ela começou a me mamar e me deu o celular dela. Tinha 3 vídeos. Ela, muito nervosa, esqueceu de gravar desde o início e, mesmo bebendo pra se soltar e passando semanas se preparando psicologicamente, ainda tava com dificuldade.

Ela, me mamando, conta que entrou no carro dele, conversaram um pouco, o rapaz pediu pra beijar ela, coisa que geralmente não fazemos com outras pessoas, e ela deixou. Eles se beijaram e ela colocou a mão no pau dele pra sentir, e tava bem duro. Ela tremia de nervoso.

Aí ela lembrou de gravar. O primeiro vídeo, bem curto, ela falando pra ele ir pra um local ermo perto de casa, e ele dirigindo, puxando conversa. O segundo, com 2 minutos, mesma coisa: ela tentando se soltar e claramente nervosa.

O último vídeo tinha mais de 5 minutos. Enquanto ela me mamava, eu dei play. Ela tá no banco do passageiro, abaixa o vestido e fica com os peitos enormes de fora. Ela tenta um bom ângulo, o rapaz tira a camisa, eles já estacionaram o carro na rua deserta perto de casa. Ele tira o pau pra fora, beija a boca dela de novo, mas dessa vez fica gravado. O pau dele é enorme. Ela começa a mamar ele no vídeo, a rola deve ter mais de 20 cm.

Eles passaram o vídeo todo com ela mamando. O celular cai com tanto barulho de glup, glup. Fiquei com medo de, no nervosismo, ela não ver, e não viu mesmo, mas o menino viu e avisou. Ela pega o celular e dá na mão dele, manda ele gravar.

Ela tá de 4 no banco do passageiro, e ele manda ela puxar a calcinha fio dental. Ele pega o próprio celular e começa a gravar o rabo dela de 4, sem mostrar o rosto, ele segurando os dois celulares e ela mamando ele, até que ele pergunta se pode gozar. Ela deixa e ele enche ela de leite, na cara, nos peitos. Ela tira até a última hora com a mão e lambe tudo, enquanto ele geme e ela geme enquanto mama, mesmo não sendo penetrada nem nada.

Uma delícia! Termino de ver o vídeo, gozo na boca dela e, de madrugada, acordo e gozo de novo. Que sensação maravilhosa!

eu já postei esse conto aqui por outro perfil mas foi apagado 🥹 e como me pediram demais o vídeo ou ao menos o print, então criei esse perfil só pra mostrar, quem não quiser pagar 20 pelo video pode ver ao menos o print que deixei de graça pra imaginação e diversão de vocês:

o video e print completo:

https://privacy.com.br/post/b8e2451e-cd2f-4714-aea0-b92e6e2f2c9b/voyuer

espero que gostem, se puder deixar um comentário aqui ou lá no print eu agradeço, gosto de ler kkkk


r/ContosEroticos • • 17h ago

Virgindade Ela batia e mamava mas faltava ainda dar a buceta NSFW

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r/ContosEroticos • • 2h ago

Romântico Ninfomaníaca - A maravilhosa boca do meu irmão - Ep 21 NSFW

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Capítulo 21

Jonathan era o amante perfeito. Curioso, sempre disponível, obedecia tudo que eu mandava e do jeito exato que eu queria. Ele fazia sem questionar, sem reclamar, sem pressa. Essa fase ia acabar um dia, quando ele se tornasse homem de verdade e começasse a querer mandar também, mas naquele tempo — na época da descoberta — tudo acontecia no meu quarto. E uma coisa eu nunca vou poder reclamar dele: como ele chupava bem.

O barulho do meu pai batendo na porta era o tipo de coisa que mataria o tesão de qualquer pessoa normal. Em mim, teve o efeito oposto. Foi como jogar gasolina e riscar o fósforo ao mesmo tempo. O risco, o medo de ser pega, o coração acelerando — tudo isso só fez o fogo subir mais rápido, mais forte. Meu corpo inteiro respondeu antes mesmo da minha cabeça.

Olhei pro meu irmão. Ele ainda estava ali, distraído, entretido, mexendo na minha buceta com os dedos de um jeito carinhoso, quase relaxante, como se estivesse acariciando algo precioso. Sorri maliciosa, a voz saindo baixa e rouca:

— Agora eu vou ensinar uma coisa pro senhor… mas sem piadinha sobre eu estar cabeluda, entendeu?

Na minha cabeça já tinha tudo planejado. Fabiano me chupava, sim, e era bom. Mas só bom. Nada mágico. Ele parecia não gostar de verdade, fazia rápido, sem paciência, sem querer explorar. Eu queria mais. Queria sentir que alguém realmente queria estar ali, queria descobrir cada pedacinho.

Abri as pernas devagar, empurrando ele com os joelhos até que se encaixasse entre minhas coxas. Ajeitei o corpo na cama, me recostei um pouco mais nos travesseiros, abri tudo pra ele, e Jonathan não hesitou. Colocou o rosto quase colado, tão perto que eu sentia o calor da respiração dele batendo na pele úmida. Ele observava tudo com atenção, com uma curiosidade genuína, quase reverente. Olhava cada detalhe — os pelos escuros, os lábios inchados, o clitóris já durinho e exposto. Eu amava isso nele. A vontade de ver, de entender, de aprender.

— Ai, você vai chupar, tá? Bem nesse pontinho aqui em cima do clitóris… e…

Não deu tempo de terminar.

A boca dele encostou. Primeiro só a língua, quente e macia, passando devagar por cima do clitóris, uma lambida lenta e firme que fez meu corpo inteiro dar um estalo. Depois ele fechou os lábios em volta, sugando de leve, e começou a circular com a ponta da língua — exato, preciso, sem pressa. Era perfeito. Era demais.

Minha voz morreu na garganta. Um gemido rouco escapou, alto demais, e eu não consegui mais falar. Meu cérebro desligou. Só existia aquela sensação: a boca quente dele, a língua dançando devagar, depois mais rápido, depois devagar de novo, variando a pressão como se ele soubesse exatamente o que fazer mesmo sem eu explicar. Ele lambia, sugava, pressionava com a língua plana, depois voltava pras voltinhas leves na cabecinha. Era mágico. Era insuportável de tão bom.

Eu estava doida.

Agarrei o travesseiro com as duas mãos e enfiei na cara, abafando os gemidos que não conseguia mais controlar. O corpo inteiro tremia. As coxas se fechavam em volta da cabeça dele sem eu mandar, os quadris subiam sozinhos querendo mais, mais perto, mais forte. A buceta pulsava, molhada, escorrendo, e ele não parava. Continuava chupando com calma, com carinho, com uma dedicação que ninguém nunca tinha tido comigo. Cada lambida mandava uma onda que subia pela barriga, pelos seios pequenos, pela nuca, arrepiando tudo. Eu apertava o travesseiro com força, mordendo o tecido, gemendo abafado, o corpo se contorcendo na cama.

Ele era bom. Bom demais.

As mãos dele não paravam. Enquanto a boca continuava trabalhando o clitóris com aquela lambida lenta e precisa, os dedos corriam pelas minhas coxas — apertando o músculo magro com força controlada, depois arranhando de leve com as unhas, só o suficiente pra fazer a pele arrepiar inteira. Subiam pela virilha traçando um caminho quente, chegavam até o meio dos meus seios pequenos, apertavam de leve, roçavam os bicos duros com a palma aberta, depois desciam de novo pros grandes lábios inchados, abrindo eles com cuidado como quem separa pétalas.

E aí ele quase me matou de vez.

Começou a rodar a entrada da vagina com um dedo, circulando devagar, sentindo o molhado, o calor, o jeito que tudo pulsava em volta da pontinha. Depois descia um pouco mais, roçando o cu, voltava, alternava — um círculo molhado na buceta, outro no cuzinho apertado, leve, explorando. Foi exatamente nesse momento que ele descobriu a magia do cu. O dedo parou ali e não saiu mais.

Ele continuou chupando o clitóris com a língua, sugando devagar, enquanto o dedo médio pressionava a entrada do cu, só a pontinha, molhado do meu próprio molhado, sem forçar, só brincando, testando. Cada vez que ele circulava ali, meu corpo dava um estalo diferente — uma onda que subia pela barriga, apertava os seios, arrepiava a nuca, fazia as costas arquearem sozinhas.

Eu não aguentava mais. Era demais. A combinação era perfeita: a boca quente e úmida no clitóris, sugando e lambendo em ritmo constante, o dedo rodando o cu com aquela pressão exata, a outra mão ainda apertando minha coxa como se quisesse me prender ali.

O gozo veio de repente, sem aviso, sem eu poder controlar.

Primeiro foi uma contração forte no fundo da barriga, como se algo se fechasse e abrisse ao mesmo tempo. Depois o clitóris pulsou na língua dele, inchado, latejando rápido, cada lambida mandando uma fisgada elétrica que subia pelas coxas e explodia no ventre. A buceta contraiu no vazio, apertando forte, querendo algo que não estava lá, enquanto o cuzinho piscava em volta da pontinha do dedo que ainda brincava ali, apertando e soltando num ritmo que eu não mandava.

As pernas tremeram inteiras, as coxas se fecharam com força em volta da cabeça dele, os quadris subiram sozinhos da cama, empurrando a buceta contra a boca dele como se quisessem engolir a língua. Um calor subiu rápido do fundo pra cima — passou pela barriga, apertou os seios pequenos fazendo os bicos doerem de tão duros, arrepiou a nuca, desceu pelas costas em ondas que faziam o corpo inteiro se contorcer. Eu agarrei o travesseiro com as duas mãos, enfiei na cara, mordi o tecido pra abafar o gemido rouco que saiu sem controle, longo, quebrado, quase um ronronar animal.

O orgasmo durou segundos que pareceram minutos. Pulsos fortes, um atrás do outro, o clitóris latejando na boca dele, a buceta contraindo em espasmos vazios. O) molhado escorreu pelas coxas, pingou no lençol, quente, viscoso. Meu corpo inteiro tremeu, as costas arquearam uma última vez, depois caíram moles na cama. A respiração ficou curta, ofegante, o coração batendo tão forte que eu sentia na garganta.

Quando o tremor principal passou, ainda tinha aqueles espasmos leves, tardios — o clitóris sensível demais, a buceta ainda pulsando devagar — eu tirei o travesseiro do rosto devagar. Olhos pesados, visão embaçada. Ele ergueu o rosto entre minhas pernas, boca brilhando do meu molhado, olhos escuros e curiosos, esperando a próxima ordem como sempre.

E eu só conseguia pensar: como diabos esse garoto pode chupar assim tão bem?


Gostou até aqui? Comenta 🔥 se quer a continuação — as coisas ainda vão ficar muito mais quentes...

👉 Leia a continuação de Ninfomaníaca no site


r/ContosEroticos • • 17h ago

Masturbação Minha amiga me ordenhava NSFW

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r/ContosEroticos • • 46m ago

transgender Uma Vizinha Futanari. NSFW

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Uma Vizinha Futanari

Eu, Magnus, tive um divórcio muito problemático. Eu, um ateu, me casei com uma fanática religiosa. No começo, lidamos bem com a diferença, ela respeitava minha escolha. Eu até me casei na igreja, apenas para lhe agradar. Mas aos poucos, minha esposa foi ficando controladora, e exigia que me torna-se evangélico. Mantive firmeza e continuei ateu. O casamento foi ficando insustentável graças ao seu fanatismo, e as discussões ficaram frequentes. Quando percebeu que eu jamais mudaria de opinião, ela pediu divórcio. Não perdi apenas uma esposa, perdi meu filho e anos da minha vida que não voltam mais.

Aos 25 anos, recomecei minha vida me mudando para O Prédio Bela Vista, um excelente hotel, onde sigo minha vida na carreira de escritor. E é na escrita e no silêncio onde encontro paz. Mas não é sobre escrita que venho relatar. Me lembro como se fosse ontem, eu aguardava uma encomenda chegar pelo correio, mais um livro sobre escrita. No início do ano, as residências do último andar ainda não tinham números. Para saber qual encomenda é de quem era uma confusão.

O porteiro deixava tudo largado numa cesta no meu andar, e você tinha que se virar para encontrar o que é seu. De manhã vi vários pacotes. Um deles me chamou atenção por ser pequeno. Tinha quase certeza de que era meu livro. Tinha esquecido meus óculos, não conseguia ler nada. Não segurei a ansiedade de abrir aquele pacote. E quando abri... meu Deus, que vergonha! era uma lingerie preta.

Minha vizinha Mônica, uma mulher alta e gostosa, que naquele momento vestia apenas uma toalha curta, percebeu logo de cara que aquele pacote era seu. Ela veio toda envergonhada e tomou a peça das minhas mãos.

— Com licencinha, moço, isso é meu — disse baixinho.

— Deve ser seu mesmo, não me lembro de usar calcinha com abertura — bati a mão na coxa. — Perdão, estou sem óculos.

Ela foi embora e não consegui tirar sua aparência da minha cabeça. O rosto angelical, o cabelo castanho e os peitões presos naquela toalha minúscula. Não pude deixar de notar sua bunda grande quando ficou de costas. Ela certamente mexeu comigo. Diziam que era uma futunari, entretanto ninguém tinha certeza. Eu não me importava, ela era linda. Curiosamente, não encontrei meu livro e até hoje não sei o que aconteceu com ele.

Mônica morava na minha frente. Morava sozinha e dificilmente saia. Eu era bem antissocial, só saia de casa para fazer compras. Um dia Mônica bateu em minha porta tarde da noite. Vestia uma camisola curta de cor cinza. Se fosse mais curta, sua calcinha apareceria. E tinha um decote DAQUELES... os peitos bem amostra, grandes, parecendo uma bunda.

Quando a vi toda perfumada e com a pele visivelmente cheia de creme corporal, quase caí para trás. Ela parecia ter saído de um filme pornô bem chique. Tive que pensar em muita tragédia para não ficar de pau duro. Ela me pediu uma xícara de açúcar de forma bem gentil (pensei que fosse pedir uma camisinha e um litro de lubrificante). Peguei sua xícara e enchi com bastante açúcar. Ela me agradeceu com um lindo sorriso. Não consegui tirar os de olhos de seus lábios carnudos me dizendo "até mais, moço gentil".

Durante uma semana, ela pediu uma xícara de açúcar. Era estranho, pois ela não parecia pobre. Vez ou outra trocávamos conversa fora. Parecia feliz ao saber que acabei de sair de um casamento. Comecei a me perguntar, será que um divorciado tem chance com uma cavala desse porte? Até então, tudo o que eu mais queria era ver aquela mulher pelada.

Já estava ficando sem açúcar quando Mônica veio mais uma vez com aquela camisola indecente. Dessa vez, usava brilho labial, deixando seus lábios ainda mais excitantes. Ela sorriu como de costume. Sem trocar palavras, recebi sua xícara e completei com o pouco de açúcar que me sobrou. Nós dois seguramos a xícara.

— É tudo o que tenho, Mônica — eu disse admirando seu rosto. — Se precisar de mais alguma coisa, pode pedir.

— Você é um moço gentil, Magnus — Seu rosto ficou corado.

— Você gosta muito de café, não é? Ou será que gosta de outra coisa? — cheirei suas mãos. — Suas mãos estão tão macias... você tem um cheiro bom de creme corporal. Sua pele está brilhante e bonita.

— Gostou? É de morango, que nem o meu brilho labial. Quer experimentar?

Mônica colocou o dedo no açúcar e passou nos lábios. Sua boca ficou toda açucarada, e eu beijei sua boca removendo todo o açúcar e o brilho labial.

— Sua boca é deliciosa — esfreguei meu polegar em seus lábios. — Você é uma doçura de gostosa.

— Me sinto feliz adoçando a vida de um divorciado tão bonito — Mordeu os lábios. — Quer tomar um café doce no meu quarto?

— Só se for na sua cama.

— Ótimo. Gosto de café com bastante leite — apertou meu pênis e ficou atiçada ao perceber que estava duro.

Entramos aos beijos. Fomos até a cozinha de mãos dadas. O café já estava pronto e enquanto ela adoçava, eu apertava sua bunda.

— A propósito, sou uma futunari. Tem algum problema? — ela perguntou.

— Nunca experimentei uma, você me daria essa honra? — apertei seus peitos.

— Você pode brincar com o meu cuzinho, ou podemos nos divertir pênis com pênis — Mônica segurou minhas mãos em seus peitos e esfregou sua bunda em meu pau.

— Quero fazer os dois — senti seus mamilos ficarem pontudos. — Pensei que pudesse me penetrar, mas não sei se tenho coragem.

— Você bota no meu, que eu boto no seu. Nós dois saímos com o cuzinho gozado — ela virou-se para mim e beijou meu pescoço.

— Me parece um acordo justo — lhe ajudei a tirar sua camisola.

Percebi que vestia a mesma lingerie preta que vi dias atrás. Tinha aberturas nos mamilos e na calcinha. E na abertura de sua calcinha, um pênis grande e grosso. Mônica estava deliciosa naquela vestimenta vulgar. Seu pinto grande me causa calafrios só de lembrar. Fiquei pelado e sem vergonha nenhuma de mostrar meu pênis.

— Essa é a primeira vez que vejo um pênis tão grande e bonito quanto o meu — Mônica aproximou seu rosto do meu e encostamos nossos narizes. — Vamos gozar juntos, tá bom? Mas tem que ser no meu café — sussurrou e depois me deu um selinho. — A gente esfrega um pau no outro lentamente, aí aumentamos o ritmo.

Mônica encostou seu pênis no meu. Segurei em sua imensa bunda e Mônica entrelaçou seus braços no meu pescoço. Senti seus mamilos em meu corpo. Lentamente, ela esfregou a cabeça quente de seu pênis no meu, e eu segui seu ritmo. A medida que nosso ritmo aumentava, nós trocávamos beijos e mordidas nos lábios.

Quando menos me dei conta, nosso esfrega esfrega peniano virou uma briga amorosa de espadas, num ritmo intenso e gostoso. Mônica enfiou o dedo no meu cu, e eu também enfiei o dedo no cu dela. E assim passou-se alguns minutos. Talvez tenha sido a melhor sensação da minha vida.

— Tá gostoso, não tá? Seu dedo no meu cu me deixa louca — Mônica ficou de respiração pesada. — Parece que seu pinto gostou do meu. Nossos pintos estão namorando, e a gente também — Mônica esfregou o nariz no meu. — Vamos gozar juntos.

— Vamos.

— Isso, amor, vamos gozar gostoso e depois fazer um sexo anal bem profundo.

Mônica juntou nossos pênis em sua mão e prendeu com firmeza. Iniciou uma masturbação rápida e potente. Nossa respiração ficou no mesmo ritmo e sentimos prazer em conjunto. Sentir seu pênis junto ao meu foi delicioso, era como se nossos pênis fossem um só. Não tiramos o olhar de nossos pênis, queríamos ver dois gigantes em erupção. Mônica masturbava muito bem e nossos pênis se contraiam ao mesmo tempo em sua mão.

Gemendo de prazer, não sentíamos nossas pernas e estávamos quase gozando. Bastou Mônica aumentar um pouquinho a pressão e nós dois gozamos ao mesmo tempo. Melamos o pau um do outro soltando uma sequência de jatos que escorreram na mão de Mônica. Ela limpou nossos pênis com a mão e juntou tudo o que conseguiu. Com a palma da mão cheia de esperma, jogou tudo no café e bebeu com vontade.

Ela lambeu os lábios e perguntou se poderia ir primeiro. Queria me penetrar com urgência, disse que desde o dia em que me viu, queria leitar meu cu. Dei permissão, ainda que nervoso. Me levou para o quarto e pediu para que eu ficasse de quatro. Apertou minha bunda e balançou cada lado. Esfregou a cabeça de seu pênis em meu ânus e disse para relaxar. Bateu o pênis no meio da minha bunda três vezes, tomou coragem e me penetrou com tudo. Tomei um susto misturado com prazer, pensei que não fosse caber.

Ela segurou em minha cintura e começou a se mover. Senti seu pênis massivo me arrombar e seu saco bater em minha bunda. A medida que seu pênis se movia em meu reto, meu pênis ficava duro. Ela botava pressão na minha bunda e me fazia gemer como uma mulher.

Deu um tapa em minha bunda deixando uma marca vermelha. Puxou meu cabelo de forma dominante e me fez gozar penetrando minha bunda. Me fez abaixar a coluna, e com o rosto no colchão, ela me penetrou com entusiasmo e encheu minha bunda de porra.

Ainda com seu pênis atolado em minha bunda, me deitei de bruços e Mônica deixou seu corpo por cima do meu. Transou gostoso enquanto beijava minha nuca. Me xingou de todas as maneiras possíveis e gozou mais uma vez em minha bunda.

Ela estava contente em saber que aguentei e que agora era minha vez. Trocamos a coxa de cama toda gozada. Rimos do absurdo que fizemos e nos beijamos.

Ela me levou para cama mais uma vez. Me deitei de barriga para cima e ela sentou-se em meu pênis. Levou minhas mãos até sua bunda, rebolou gostoso no pênis e prosseguiu cavalgando. Tinha uma sentada esmagadora. Seus peitos gigantes faziam até vento em meu rosto com o movimento de sua sentada, parecia que iriam me esmagar a qualquer momento. Seu pênis subia e descia batendo em minha barriga.

Meu cu estava todo aberto e vazando esperma, mas minha única preocupação era com seu prazer. Eu queria que ela gozasse bem forte enquanto meu pinto estivesse em seu cu. Mônica começou a chorar de prazer, então gozei em seu cu com vários jatos intensos. Mas ela continuou cavalgando. Gemeu escandalosamente. Talvez tivesse acordado toda vizinhança. Com seu pinto batendo em minha barriga, ela gozou não só minha barriga, mas na minha cara também. Nunca vi tanto esperma em uma só gozada.

E foi assim que conheci minha esposa futunari. Senti que isso deveria estar em minha biografia. Então, meus caros leitores, é aqui que encerro meu livro. Meu redator vai ficar uma fera quando descobrir que coloquei isso no livro sem ele saber.


r/ContosEroticos • • 20h ago

Incesto Descobri que minha mãe é extremamente desejada NSFW

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r/ContosEroticos • • 21h ago

ménage à trois First time I shared my girlfriend. NSFW

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First time I shared my girlfriend.

This story of how I discovered how much I love sharing my girlfriend.

I (M22) was at a party with some friends and my ex, we were drinking and enjoying the hangout, my ex (M20) was white with big breasts, a little chubby, but just right.

We were dancing together and talking to our friend, he was a friend of both of us, but he is closer to me, but he never had much luck with women, and I always helped him with that, we had had several threesomes, always with one person away from each other, I always felt a certain pity for him, because he couldn't get any girls, he had never dated in his life, so during that night, I asked my ex, if she would give our friend a kiss, because he was the only one on our tour.

She stated that she would do that, because she liked him a lot and also didn't like seeing him alone, after she confirmed, my heart started to beat faster, I went to talk to him, I was already a little high, I went to my friend and asked if he would stay with my girl, he looked at me and started laughing and said he didn't know what to say, I said it was okay, that he could tell the truth, he then awkwardly stated that he would stay with her, when he confirmed my mother went further, and I thought of something else, I said for him to wait a little while he would go talk to her and come back.

When I went to talk to her, I asked if she would fuck him, she laughed, and then confirmed that she would fuck the two of us, so my dick got extremely hard at the idea of fucking her together with him, we had already had threesomes, but I never shared a girlfriend of mine, just random girls and when we were all single, after she confirmed that yes, I went to talk to my friend again.

When I came back, he laughed before I even said anything, and said he could already imagine what I was thinking/doing, when I asked if he would fuck her with me, he said yes, so the 3 of us said goodbye to the rest of the people, ordered an Uber and went to wait outside the club, there was an alley next to us, I told the two of them to go there and kiss so no one who knew us could see, but they were embarrassed and didn't go.

When the Uber arrived I was shaking and excited, very hard, just thinking about it all happening, thinking about doing this, knowing that it would be a "wrong" thing made me harder and more anxious.

So the three of us got into the car, I put her hand on my dick, to feel how I was, and I put her hand on his dick too, because I wanted to make things clear and intense, the trip was like that, she was touching my dick and my friend's, I was getting harder and harder, I would have cum right there, if I hadn't been drinking.

I'll post the rest of the story later, when we arrived and the three of us went to my room.