r/ContosEroticos • • 4h ago

Traição O massagista tirou uma casquinha NSFW

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Estávamos viajando, e paguei por massagens para mim e para minha esposa. Fiz questão de escolher uma massagista mulher para mim e um massagista homem para ela. Eu estava curioso para saber como seria a experiência, e minha própria massagem acabou sendo surpreendentemente íntima. A mulher passou as mãos pelo meu corpo inteiro, chegou a massagear meu saco e, em determinado momento, senti a mão dela entrar um pouco pela parte de trás da minha sunga, tocando minha bunda.

Naturalmente, isso me deixou curioso sobre a experiência da minha esposa.

A massagem dela deveria durar trinta minutos, mas descobri que ela havia pedido mais trinta. Será que a massagem dela havia sido tão íntima quanto a minha? Ou será que tinha acontecido alguma outra coisa?

Quando perguntei pela primeira vez, ela me contou que ele havia feito uma massagem completa. Depois, mencionou algo que imediatamente chamou minha atenção: enquanto ela estava de bruços, ele havia desamarrado a parte de cima do biquíni.

Perguntei o que ela havia feito quando virou de barriga para cima.

— Ah, só deixei ele solto sobre os meus peitos — ela disse.

Ela contou isso com tanta naturalidade, como se não fosse nada demais. Mas eu não conseguia parar de pensar naquilo. O biquíni estava desamarrado, e ela simplesmente o deixara daquele jeito. Será que ele tinha visto os seios dela? Será que tinha tocado?

Minha esposa tem um bundão e adora receber massagens na bunda. Ela costuma sentir bastante dor naquela região, e uma boa massagem a deixa completamente relaxada. Então perguntei se ele havia massageado as coxas e subido até a bunda.

Ela confirmou que sim.

Comecei a imaginar se ele teria colocado a mão por dentro da calcinha dela, como a mulher havia feito com a minha sunga. Ou talvez, enquanto massageava a parte interna das coxas, tivesse encostado 'sem querer' na bucetinha dela.

Eu não tinha como saber. Só tinha os detalhes que ela me contava, e cada nova informação parecia levantar mais perguntas do que responder.

Por isso, em outras ocasiões, voltei a tocar no assunto.

A cada vez, ela revelava um pouco mais.

Até que, finalmente, contou que ele também havia massageado os seios dela.

Isso me fez reconsiderar tudo o que ela havia dito sobre a parte de cima do biquíni. Não era apenas o fato de ele ter desamarrado a peça enquanto ela estava de bruços. Ela havia virado de barriga para cima e deixado o biquíni solto sobre os seios, e ele os havia massageado. A conclusão parecia óbvia: ele tivera a oportunidade de ver e tocar diretamente nos seios dela.

Ainda curioso, perguntei se o biquíni havia saído do lugar durante a massagem.

Ela admitiu que sim.

A princípio, eu ainda estava pensando na parte de cima, mas então ela esclareceu o que havia acontecido com a parte de baixo: ele havia puxado a calcinha até a metade da bunda dela.

De repente, comecei a imaginar a cena de outra maneira. Ele não havia simplesmente massageado por cima do tecido. A calcinha tinha sido abaixada o suficiente para deixar toda a bunda dela exposta. E, segundo ela, ele ficava ajeitando o biquini dela durante a massagem.

Se ele ficava mexendo no tecido, quanto será que realmente havia visto? Será que a mão dele havia ido parar em algum lugar onde não deveria? Eu não tinha como saber ao certo. Minha imaginação preenchia as lacunas, transformando cada revelação em uma nova possibilidade. Provavelmente, ele havia visto a bucetinha dela em algum momento. Imagino ele massageando a bunda dela e vendo a bucetinha se abrir e fechar, talvez até ficando molhada...

E então havia aquele detalhe ao qual eu sempre voltava: ela havia pedido que ele ficasse por mais trinta minutos.

Ela não havia encerrado a sessão quando o tempo combinado terminou. Havia escolhido prolongá-la.

Eu me perguntava o que aquilo significava. Será que ela simplesmente estava gostando da massagem e queria mais alívio para as dores? Será que estava tão relaxada que não queria que terminasse? Ou será que a experiência havia se tornado mais íntima do que ela esperava inicialmente?

Eu ficava repassando tudo o que ela havia me contado: o biquíni desamarrado, os seios expostos, a massagem subindo pelas coxas até a bunda, a calcinha abaixada até a metade, os repetidos ajustes e, por fim, aquela meia hora extra.

Cada revelação me dava uma ideia mais clara do que poderia ter acontecido, mas nunca a imagem completa.

Eu sabia que ela havia passado uma hora inteira sozinha com um homem que a massageara enquanto ela estava praticamente nua. Sabia que ela havia permitido que a sessão continuasse. Sabia que ele havia tocado em partes do corpo dela que tornavam aquela experiência muito mais íntima do que uma massagem comum.

Quanto mais ela me contava, mais eu queria saber.

E quanto mais eu imaginava o que poderia ter acontecido durante aqueles trinta minutos extras, mais difícil ficava parar de pensar no que ela ainda não havia me contado.


r/ContosEroticos • • 5h ago

ménage à trois Será que vai acontecer? NSFW

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Eu e minha esposa estamos na casa dos 30 anos e somos do RJ. Nós sempre fomos muito safados na cama e temos um histórico razoável de bagunças de antes de nos conhecermos.

Como nos amamos muito e queremos o bem da nossa relação, nós sempre tivemos muito claro que pra gente ser feliz só bastava nós dois na nossa relação e sempre nos sentimos completos com isso.

Acontece que isso mudou (de uma forma boa) há alguns meses. Minha esposa é bissexual e numa brincadeira acabei jogando um verde sobre chamar uma menina pra gente fazer uma brincadeira juntos... E não é que ela entrou na brincadeira? Depois disso ficamos um bom tempo sem tocamos mais no assunto, só que a ideia já tinha sido lançada.

Até que um dia enquanto a gente conversava, toquei no assunto de forma mais direta e disse que seria legal se a gente tivesse uma experiência eu, ela e outra mulher e ela concordou (LEMBRANDO, OUTRA MULHER, PORQUE ELA É BI E EU SOU HÉTERO E NÃO TENHO TESÃO EM PENSAR EM VER A MINHA MULHER COM OUTRO CARA). Logo depois dessa conversa a gente ficou com fogo e fizemos já com a mente nessa ideia. Foi intenso.

Chegamos a criar uma conta no Sexlog e em outro site de relacionamentos de casais que não lembro o nome e até postar umas fotos e um vídeo, mas em um certo momento percebemos que não era desse jeito que queríamos. O ambiente nesses sites são bem pesados e as paradas muito explícitas e nós não estamos nessa vibe. Queremos algo discreto e que seja bem explícito, mas só entre 4 paredes, porque queremos preservar a nossa privacidade e a da nossa família, mas nada impede que depois que acontecer, eu venha aqui contar como foi. Rs

Desistimos de procurar aleatoriamente, mas ainda estamos na busca. Hoje, nós já olhamos algumas amigas e mulheres na rua com maldade e ficamos debatendo se essa ou aquela vai ser nossa ou não, mas até agora ainda não tivemos nenhuma experiência ou conversa que desse pra dar uma introduzida no assunto com outra mulher.

O tesão continua aqui e muitas vezes a gente transa falando o que vamos fazer com a nossa garota e isso deixa a gente com um fogo intenso!

Por enquanto tá difícil de encontrar uma garota pra iniciarmos uma conversa, mas quem sabe não surge uma boa DM depois desse post. Rs

Animado pra acontecer e contar aqui pra vocês.


r/ContosEroticos • • 7h ago

Cuckold Minha esposa saiu sozinha ao meu pedido (real com foto e video) NSFW

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Eu estou há algum tempo pedindo pra minha esposa tentar programar algo sozinha. Somos do meio e gostamos de nos exibir, mas sempre sou eu que tomo toda a dianteira. Ela é linda, maravilhosa, baixinha, cabelo preto, peituda, bundão, cintura fina, pernas grossas, gata de academia, mas é muito tímida. Ela se limita a dizer se a pessoa que vai assistir e participar pode ou não, e leva meses até ela topar algo. Até escolher o que quer comer é algo difícil pra ela.

Eu tinha falado que tenho vontade dela sair sozinha e gravar um vídeo pra mim, ou eu chegar em casa e pegar ela no flagra mamando outro e entrar na brincadeira, o que pra ela é impossível de conseguir.

Ficamos semanas falando disso. Ela entrava no Tinder, Sexlog, até falava um pouco com alguém, mas não passava de 3 linhas. Então, eu mesmo achei uns 3 contatos lá no Sexlog e 3F e passei pra ela, mas não tava indo muito bem. O contato com quem ela conversou mais deu um ghost, aí perdi as esperanças. E, mesmo conversando, ela não conseguia sair disso.

Mas ontem, na hora que ela devia ir pra academia dar aula, não apareceu no horário combinado com a aluna. Mandei mensagem pra ela, e ela disse que a aluna cancelou. Achei estranho, tava demorando pra responder. Depois, mandei mensagem de novo, e ela mandou uma foto em que tava no nosso quarto, com um vestido curtíssimo preto e bebendo vinho.

Nas poucas vezes que fizemos algo, ela sempre se embebeda pra criar coragem pra alguém só nos assistir fazendo.

Perguntei a ela:

"Ué? Bebendo? E de vestido? Vamos sair quando eu chegar?"

Ela não respondeu, só mandou um print de uma conversa meio aberta. O contato dizia:

"Tô indo te buscar, meu carro é prata."

Meu coração acelerou. Isso foi há mais de 1 hora atrás do print.

Trabalhei mais 2 horas agoniado. Nisso, ela chegou na academia e deu aula pra aluna. Devia ter ido de moto pra voltarmos juntos, mas disse que veio de carona e íamos precisar voltar de Uber. Aí já entendi tudo.

Ela me deu o celular e pediu pra eu ler. Era quarta-feira e, desde segunda, ela tava conversando com um dos contatos que passei pra ela, já que o outro deu uma sumida, já criando coragem e marcando de sair com ele, até que finalmente os horários bateram. Ela cancelou as alunas e foi.

Eu estava no Uber lendo as mensagens e de pau duro com ela do meu lado. Chegamos em casa, tiramos a roupa, ela começou a me mamar e me deu o celular dela. Tinha 3 vídeos. Ela, muito nervosa, esqueceu de gravar desde o início e, mesmo bebendo pra se soltar e passando semanas se preparando psicologicamente, ainda tava com dificuldade.

Ela, me mamando, conta que entrou no carro dele, conversaram um pouco, o rapaz pediu pra beijar ela, coisa que geralmente não fazemos com outras pessoas, e ela deixou. Eles se beijaram e ela colocou a mão no pau dele pra sentir, e tava bem duro. Ela tremia de nervoso.

Aí ela lembrou de gravar. O primeiro vídeo, bem curto, ela falando pra ele ir pra um local ermo perto de casa, e ele dirigindo, puxando conversa. O segundo, com 2 minutos, mesma coisa: ela tentando se soltar e claramente nervosa.

O último vídeo tinha mais de 5 minutos. Enquanto ela me mamava, eu dei play. Ela tá no banco do passageiro, abaixa o vestido e fica com os peitos enormes de fora. Ela tenta um bom ângulo, o rapaz tira a camisa, eles já estacionaram o carro na rua deserta perto de casa. Ele tira o pau pra fora, beija a boca dela de novo, mas dessa vez fica gravado. O pau dele é enorme. Ela começa a mamar ele no vídeo, a rola deve ter mais de 20 cm.

Eles passaram o vídeo todo com ela mamando. O celular cai com tanto barulho de glup, glup. Fiquei com medo de, no nervosismo, ela não ver, e não viu mesmo, mas o menino viu e avisou. Ela pega o celular e dá na mão dele, manda ele gravar.

Ela tá de 4 no banco do passageiro, e ele manda ela puxar a calcinha fio dental. Ele pega o próprio celular e começa a gravar o rabo dela de 4, sem mostrar o rosto, ele segurando os dois celulares e ela mamando ele, até que ele pergunta se pode gozar. Ela deixa e ele enche ela de leite, na cara, nos peitos. Ela tira até a última hora com a mão e lambe tudo, enquanto ele geme e ela geme enquanto mama, mesmo não sendo penetrada nem nada.

Uma delícia! Termino de ver o vídeo, gozo na boca dela e, de madrugada, acordo e gozo de novo. Que sensação maravilhosa!

eu já postei esse conto aqui por outro perfil mas foi apagado 🥹 e como me pediram demais o vídeo ou ao menos o print, então criei esse perfil só pra mostrar, quem não quiser pagar 20 pelo video pode ver ao menos o print que deixei de graça pra imaginação e diversão de vocês:

o video e print completo:

https://privacy.com.br/post/b8e2451e-cd2f-4714-aea0-b92e6e2f2c9b/voyuer

espero que gostem, se puder deixar um comentário aqui ou lá no print eu agradeço, gosto de ler kkkk


r/ContosEroticos • • 24m ago

Romântico Ninfomaníaca - A maravilhosa boca do meu irmão - Ep 21 NSFW

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Capítulo 21

Jonathan era o amante perfeito. Curioso, sempre disponível, obedecia tudo que eu mandava e do jeito exato que eu queria. Ele fazia sem questionar, sem reclamar, sem pressa. Essa fase ia acabar um dia, quando ele se tornasse homem de verdade e começasse a querer mandar também, mas naquele tempo — na época da descoberta — tudo acontecia no meu quarto. E uma coisa eu nunca vou poder reclamar dele: como ele chupava bem.

O barulho do meu pai batendo na porta era o tipo de coisa que mataria o tesão de qualquer pessoa normal. Em mim, teve o efeito oposto. Foi como jogar gasolina e riscar o fósforo ao mesmo tempo. O risco, o medo de ser pega, o coração acelerando — tudo isso só fez o fogo subir mais rápido, mais forte. Meu corpo inteiro respondeu antes mesmo da minha cabeça.

Olhei pro meu irmão. Ele ainda estava ali, distraído, entretido, mexendo na minha buceta com os dedos de um jeito carinhoso, quase relaxante, como se estivesse acariciando algo precioso. Sorri maliciosa, a voz saindo baixa e rouca:

— Agora eu vou ensinar uma coisa pro senhor… mas sem piadinha sobre eu estar cabeluda, entendeu?

Na minha cabeça já tinha tudo planejado. Fabiano me chupava, sim, e era bom. Mas só bom. Nada mágico. Ele parecia não gostar de verdade, fazia rápido, sem paciência, sem querer explorar. Eu queria mais. Queria sentir que alguém realmente queria estar ali, queria descobrir cada pedacinho.

Abri as pernas devagar, empurrando ele com os joelhos até que se encaixasse entre minhas coxas. Ajeitei o corpo na cama, me recostei um pouco mais nos travesseiros, abri tudo pra ele, e Jonathan não hesitou. Colocou o rosto quase colado, tão perto que eu sentia o calor da respiração dele batendo na pele úmida. Ele observava tudo com atenção, com uma curiosidade genuína, quase reverente. Olhava cada detalhe — os pelos escuros, os lábios inchados, o clitóris já durinho e exposto. Eu amava isso nele. A vontade de ver, de entender, de aprender.

— Ai, você vai chupar, tá? Bem nesse pontinho aqui em cima do clitóris… e…

Não deu tempo de terminar.

A boca dele encostou. Primeiro só a língua, quente e macia, passando devagar por cima do clitóris, uma lambida lenta e firme que fez meu corpo inteiro dar um estalo. Depois ele fechou os lábios em volta, sugando de leve, e começou a circular com a ponta da língua — exato, preciso, sem pressa. Era perfeito. Era demais.

Minha voz morreu na garganta. Um gemido rouco escapou, alto demais, e eu não consegui mais falar. Meu cérebro desligou. Só existia aquela sensação: a boca quente dele, a língua dançando devagar, depois mais rápido, depois devagar de novo, variando a pressão como se ele soubesse exatamente o que fazer mesmo sem eu explicar. Ele lambia, sugava, pressionava com a língua plana, depois voltava pras voltinhas leves na cabecinha. Era mágico. Era insuportável de tão bom.

Eu estava doida.

Agarrei o travesseiro com as duas mãos e enfiei na cara, abafando os gemidos que não conseguia mais controlar. O corpo inteiro tremia. As coxas se fechavam em volta da cabeça dele sem eu mandar, os quadris subiam sozinhos querendo mais, mais perto, mais forte. A buceta pulsava, molhada, escorrendo, e ele não parava. Continuava chupando com calma, com carinho, com uma dedicação que ninguém nunca tinha tido comigo. Cada lambida mandava uma onda que subia pela barriga, pelos seios pequenos, pela nuca, arrepiando tudo. Eu apertava o travesseiro com força, mordendo o tecido, gemendo abafado, o corpo se contorcendo na cama.

Ele era bom. Bom demais.

As mãos dele não paravam. Enquanto a boca continuava trabalhando o clitóris com aquela lambida lenta e precisa, os dedos corriam pelas minhas coxas — apertando o músculo magro com força controlada, depois arranhando de leve com as unhas, só o suficiente pra fazer a pele arrepiar inteira. Subiam pela virilha traçando um caminho quente, chegavam até o meio dos meus seios pequenos, apertavam de leve, roçavam os bicos duros com a palma aberta, depois desciam de novo pros grandes lábios inchados, abrindo eles com cuidado como quem separa pétalas.

E aí ele quase me matou de vez.

Começou a rodar a entrada da vagina com um dedo, circulando devagar, sentindo o molhado, o calor, o jeito que tudo pulsava em volta da pontinha. Depois descia um pouco mais, roçando o cu, voltava, alternava — um círculo molhado na buceta, outro no cuzinho apertado, leve, explorando. Foi exatamente nesse momento que ele descobriu a magia do cu. O dedo parou ali e não saiu mais.

Ele continuou chupando o clitóris com a língua, sugando devagar, enquanto o dedo médio pressionava a entrada do cu, só a pontinha, molhado do meu próprio molhado, sem forçar, só brincando, testando. Cada vez que ele circulava ali, meu corpo dava um estalo diferente — uma onda que subia pela barriga, apertava os seios, arrepiava a nuca, fazia as costas arquearem sozinhas.

Eu não aguentava mais. Era demais. A combinação era perfeita: a boca quente e úmida no clitóris, sugando e lambendo em ritmo constante, o dedo rodando o cu com aquela pressão exata, a outra mão ainda apertando minha coxa como se quisesse me prender ali.

O gozo veio de repente, sem aviso, sem eu poder controlar.

Primeiro foi uma contração forte no fundo da barriga, como se algo se fechasse e abrisse ao mesmo tempo. Depois o clitóris pulsou na língua dele, inchado, latejando rápido, cada lambida mandando uma fisgada elétrica que subia pelas coxas e explodia no ventre. A buceta contraiu no vazio, apertando forte, querendo algo que não estava lá, enquanto o cuzinho piscava em volta da pontinha do dedo que ainda brincava ali, apertando e soltando num ritmo que eu não mandava.

As pernas tremeram inteiras, as coxas se fecharam com força em volta da cabeça dele, os quadris subiram sozinhos da cama, empurrando a buceta contra a boca dele como se quisessem engolir a língua. Um calor subiu rápido do fundo pra cima — passou pela barriga, apertou os seios pequenos fazendo os bicos doerem de tão duros, arrepiou a nuca, desceu pelas costas em ondas que faziam o corpo inteiro se contorcer. Eu agarrei o travesseiro com as duas mãos, enfiei na cara, mordi o tecido pra abafar o gemido rouco que saiu sem controle, longo, quebrado, quase um ronronar animal.

O orgasmo durou segundos que pareceram minutos. Pulsos fortes, um atrás do outro, o clitóris latejando na boca dele, a buceta contraindo em espasmos vazios. O) molhado escorreu pelas coxas, pingou no lençol, quente, viscoso. Meu corpo inteiro tremeu, as costas arquearam uma última vez, depois caíram moles na cama. A respiração ficou curta, ofegante, o coração batendo tão forte que eu sentia na garganta.

Quando o tremor principal passou, ainda tinha aqueles espasmos leves, tardios — o clitóris sensível demais, a buceta ainda pulsando devagar — eu tirei o travesseiro do rosto devagar. Olhos pesados, visão embaçada. Ele ergueu o rosto entre minhas pernas, boca brilhando do meu molhado, olhos escuros e curiosos, esperando a próxima ordem como sempre.

E eu só conseguia pensar: como diabos esse garoto pode chupar assim tão bem?


Gostou até aqui? Comenta 🔥 se quer a continuação — as coisas ainda vão ficar muito mais quentes...

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r/ContosEroticos • • 19h ago

Exibicionismo Fui ao dentista sem calcinha (Real) NSFW

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Eu tinha consulta marcada no dentista e estava no começo do namoro com meu atual marido.
Naquele dia quando fui me arrumar para ir ao dentista, decidi usar um short branco, tipo jeans, mas com o tecido um pouco transparente, e uma blusa amarela, larguinha. Depois da consulta, encontraria meu namorado para passarmos a tarde juntos, era uma sexta, lembro como se fosse hoje.
Lembro que, enquanto me arrumava, já estava pensando no que tinha escolhido vestir.
Não era uma roupa que chamasse necessariamente a atenção de alguém, mas eu sabia que estava sem calcinha e que o tecido do short não era totalmente opaco. E isso mudava a maneira como eu me sentia dentro daquela roupa.
Na rua, eu tentava agir normalmente, mesmo com o tecido encostando super na ppk e isso me estimulava mais ainda. Andava, resolvia minhas coisas e seguia para a consulta, mas ficava consciente da roupa o tempo todo. Era uma mistura de nervosismo com uma satisfação difícil de explicar. Eu me sentia ousada, atrevida, como se estivesse fazendo alguma coisa errada, embora soubesse que não estava prejudicando ninguém.
O que mais me mexia era a possibilidade de alguém perceber. Não que alguém tivesse feito algum comentário ou que eu soubesse que alguém tinha notado. Era justamente a dúvida. Eu não tinha como saber o que as pessoas estavam vendo ou pensando, e isso fazia com que eu ficasse mais consciente da situação.
Na consulta, tentei me concentrar no que estava acontecendo, mas a lembrança de como tinha saído de casa continuava ali. Eu me sentia exposta de um jeito muito particular, mesmo estando vestida. Era uma sensação mais psicológica do que qualquer outra coisa: eu sabia de um detalhe que ninguém ao meu redor conhecia.
Quando terminei, fui encontrar meu namorado. Eu estava com vontade de contar tudo, porque aquela experiência tinha mexido comigo e eu queria dividir isso com ele. Não queria transformar a história em algo maior do que tinha sido. Queria contar exatamente o que fiz e como me senti.
Contei que tinha ido ao dentista sem calcinha, usando aquele short branco, e falei do nervosismo que senti durante a manhã. Expliquei que, para mim, havia sido excitante justamente por causa daquela sensação de estar fazendo algo ousado em uma situação completamente comum.
Ele soube de tudo, e a conversa acabou aproximando ainda mais nós dois. Passamos a tarde juntos, transando bastante, conversando e retomando o assunto entre um momento e outro. Eu gostava de contar o que tinha acontecido e de perceber que podia falar abertamente com ele sobre algo tão íntimo.
O que me marcou foi isso: a roupa simples, a consulta comum, o segredo que só eu conhecia e a expectativa de encontrar meu namorado depois. Não aconteceu nenhuma grande aventura. Foi um dia normal por fora, mas que, para mim, teve uma intensidade diferente porque eu sabia exatamente o que estava fazendo e como aquilo me afetava.


r/ContosEroticos • • 7h ago

Discussão [F] Confessei que minha boca estava ávida para engolir um pau duro NSFW

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ok so like i was really fucking drunk last night and ended up at this party with a bunch of guys i barely knew but i didn't care i was so horny i could feel my pussy getting wet just looking at them all i was wearing this tiny little dress and my nipples were so hard they were poking through the fabric i couldn't stop thinking about how badly i wanted to suck someone's cock i mean i was literally aching for it i kept rubbing my thighs together trying to get some relief but it wasn't enough i needed more i wanted to feel a thick hard cock in my mouth i wanted to taste it and feel it pulse against my tongue i was so fucking desperate i could hardly think straight i kept scanning the room looking for someone who looked like they could give me what i needed someone tall and strong with a big thick cock that could fill me up and make me scream but no one seemed to notice me or maybe they did


r/ContosEroticos • • 19h ago

Traição Meu professor de inglês 🖤 NSFW

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Olá , sou M34 casada e como uma boa millennium tive uma juventude gostosa e bem aproveitada, resolvi contar aqui algumas histórias que ficaram guardadas só na minha memória, a primeira delas:

“Meu professor de inglês”

Eu tinha 17 anos, magrinha, baixa 1,61 de altura, cintura fina, branquinho porém sempre com marquinha de biquíni, peitos pequenos, já frequentava a academia nessa época, bundinha redonda, pernas torneadas e comecei a fazer um curso de inglês na universidade federal da minha cidade, era próximo a minha casa cerca de 1,5km eu sempre fazia a pé, no meio do caminho eu passava por uma área de cercada de árvores, um trieiro, muitas pessoas passavam por ali pra chegar a universidade, eu tinha um pouco de medo de andar por ali sozinha então sempre ia nos horários que tinha bastante gente circulando pela área.

Eu era uma boa aluna, sempre me sentava na frente, dedicada, prestava atenção nas aulas, me esforçava mesmo. No começo era uma professora que dava as aulas, até que um dia ela precisou ser substituída e então veio ele..

Ele era branco,tinha 32 anos, devia ter seus 1,80 cabelos claros liso um pouco grande, coxas grossas estava sempre de bermudas jeans, olhos escuros, usava óculos.. lembro de quando vi ele entrar na sala, meu coração acelerou, acho que suei frio naquele momento.

Passei os olhos de cima a baixo e reparei na aliança, ele era noivo. Algo em mim gritou por dentro, eu queria aquele homem, não importava se era mais velho, meu professor ou noivo, eu só queria.
Poucas aulas depois já éramos íntimos, as conversas eram por MSN, descobri tudo da vida dele, mesmo ele com um jeito mais seguro e profissional, não me dava abertura mas já tinha entendido o que eu queria, não era bobo..

Certo dia após uma aula que havia terminado minutos mais tarde fiquei enrolando na sala, até que ficamos só nós dois, já estava tarde e ele sabia que eu voltava a pé e sozinha, me ofereceu uma carona, sem pensar duas vezes, eu aceitei.

Quando chegamos em frente a minha casa, minha mão ‘escorrega’ até a coxa dele e pergunto:
- Até quando vai fingir que não sabe oque eu quero?
- Garota, não brinca comigo! Ele disse.
- Não é brincadeira profe..
um silêncio pairou naquela hora, seguido de um beijo, quente, molhado, por alguns segundos eu senti que ele queria me devorar ali mesmo, como se colocasse pra fora toda uma vontade sufocada por semanas de olhares e conversas.

Em um lapso de consciência ele para, me afasta, se contem e fala que aquilo não é certo que não podíamos, nesse momento eu finjo que entendo e concordo, nós despedíamos e ele foi embora, mas eu já sabia que era só questão de tempo.

Outro dia veio, outra aula e lá estava eu, na frente dele, sem conseguir prestar atenção em uma única palavra do que ele falava, só prestava atenção naquela boca, na forma como ele passava as mãos no cabelo tirando do rosto, as costas largas, tentava disfarçar, mas meu tesão era de mais e ele é claro percebia..

Uma noite qualquer depois de horas de conversas, ele desistiu de resistir, eu estava sozinha em casa e ele foi me encontrar..

Não demorou e ele chegou, senti um frio na barriga, uma mistura de ansiedade, medo, vontade..
Quando abro a porta do apartamento, ele entra rápido, fecha a porta me puxa e me beija, sinto suas mão me pegando com força pela cintura e a outra na minha nuca, seu corpo forte me prensa contra parede, minhas pernas amolecem e a vontade toma conta de nós dois:
- Oi profe!
- Hoje a aula é outra..

Eu estava de vestido curto, preto de alças bem colado no corpo e sem calcinha, ele ergueu meu vestido:
Novinha safada!
Seguido de um sorriso, ele me pegava com força chupava meus peitos com vontade e ali mesmo começou a me tocar, seus dedos sentiam minha buceta completamente molhada, a ponto dos seus dedos escorregarem pra dentro, fundo, me fazendo soltar um gemido contido no seu ouvido.

Minha experiência era pouca ele sabia disso e queria explorar cada parte do meu corpo.
Ele se abaixou colocou uma perna minha no seu ombro me chupou, fazendo eu delirar de tesão, nunca tinha sentido aquilo com tanta intensidade, nesse momento eu estava entregue a ele!

Depois de uns minutos ali nós vamos para o quarto, eu estava louca pra ver aquele pau que eu só podia imaginar como era, ele tira tudo e me beija, eu me ajoelho e começo a chupar com pressa, molhado e ele pede calma:
Devagar, tenha calma, deixa eu sentir toda a sua boca.
Assim eu fiz, lambia e colocava todo na boca aos poucos, ele gemia baixo, contido..
Isso!!
Dizia ele me guiando, me ensinando..

Logo me colocou de 4, abriu bem minha bunda, olhou por alguns segundos como se estivesse gravando cada detalhe, até finalmente enfiar todo seu pau na minha buceta, começou devagar, suave, me preenchendo aos poucos, até começar a aumentar, mais forte, mais rápido, eu gemia alto, ele tampava minha boca:
Cala boca e aguenta, não isso que você queria?!

Por cerca de duas horas ele me comeu de todos os jeitos que queria, de quatro, de lado, por cima..
Quando não aguentava mais, me colocou de joelhos, queria gozar na minha boca.
Eu posso?
Pode!
Ele colocou o pau na minha boca, entrava e saia.
Põe a língua pra fora, quero sentir essa garganta!
Meus olhos já vermelhos se enchia de lágrimas.
Olha nos meus olhos.
Ele dizia erguendo meu rosto.
Depois de tanto segurar ele gozou na minha boca, engoli mas um pouco escorreu de lado, ele sorriu e limpou com o dedo.
Minha melhor aluna.

Tomamos banho e logo ele foi embora, eu estava exausta.

Depois desse dia tivemos outras vezes juntos, no campus da faculdade, no carro, nas salas fechadas, foram 4 meses de loucura, o ano acabou ele saiu e não me deu mais aula, nos falamos pouco depois disso, tempos depois vi as fotos do casamento, ele estava lindo.
Foram meses de putaria e aprendizado, se eu fechar os olhos e me concentrar bem ainda posso lembrar do seu cheiro…


r/ContosEroticos • • 2h ago

transgender (FTM) "Meu pauzinho, minha buceta e o homem que me ama de verdade” NSFW

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Eu estava sentado na beira da cama, só de boxer preta, as mãos apertando os joelhos. O peito nu ainda doía um pouco nas cicatrizes da mastectomia. Passei o polegar por cima de uma delas, distraído, enquanto Rafael tirava a camisa do outro lado do quarto.

— Você tá quieto — ele comentou, a voz baixa.

Engoli em seco. A testosterona tinha engrossado meu clitóris. Agora era um pauzinho grosso, rosado, de uns quatro centímetros quando duro, com a glande bem definida e sensível pra caralho. Eu sentia ele latejar dentro da boxer só de olhar pro corpo do Rafael.

— Tenho medo — admiti, a voz saindo rouca. — Medo de você me ver de verdade e… desistir. Medo de eu não ser homem o suficiente. Medo de você me amar só até o momento em que a realidade bater.

Rafael parou na frente de mim. Segurou meu queixo com cuidado e me fez olhar pra cima.

— Eu já te vi de verdade. Eu já te chupei. Já enfiei a língua no seu cu. Já gozei dentro da sua buceta. E tô aqui. Ainda quero mais.

Senti o rosto esquentar. A palavra “buceta” saiu da boca dele sem nojo, sem aspas, sem pena. Só desejo.

Ele se ajoelhou entre as minhas pernas e puxou a boxer pra baixo devagar. Meu pauzinho saltou pra fora, já duro, a glande brilhando de pré-gozo. Embaixo, a entrada molhada, rosada, as dobras inchadas e brilhantes. Rafael passou o polegar por cima da glande e esfregou o líquido transparente em círculos lentos.

— Olha isso… — murmurou, a voz rouca. — Seu pauzinho lindo. Grosso, rosado, latejando. E aqui embaixo… — ele desceu o dedo e abriu minhas dobras com dois dedos — sua buceta toda molhada, piscando pra mim. Você fica assim só de eu te olhar, hein?

Soltei um gemido baixo, as coxas tremendo. Rafael se inclinou e lambeu a glande inteira, chupando com força, a língua girando em volta da cabeça sensível. O sabor salgado do meu pré-gozo deve ter enchido a boca dele. Depois desceu e enfocou a boca na minha entrada molhada, chupando os lábios inchados, lambendo o buraco com a língua larga, entrando fundo.

— Porra… Rafael… — gemí, a mão apertando o cabelo dele. — Sua língua… caralho…

Ele chupou com força, fazendo barulho molhado, sujo. A língua entrava e saía, depois subia de novo pro meu pauzinho e chupava a glande inteira, sugando como se quisesse tirar leite de mim. Os dedos entraram na minha buceta — dois de uma vez, grossos, curvados — e me foderam com ritmo constante, o polegar esfregando a base do meu pauzinho.

— Você aperta tão gostoso… — ele falou contra a minha pele molhada. — Sua buceta engole meus dedos. Quero sentir ela no meu pau.

Ele se levantou, tirou a calça e a cueca. O pau dele estava duro pra caralho, grosso, veias saltadas, a cabeça já molhada de pré-gozo. Rafael subiu na cama, me deitou de costas e se posicionou entre as minhas pernas abertas.

— Olha pra mim — pediu, a voz baixa. — Quero que você veja meu rosto enquanto eu te fodo.

Obedeci. Os olhos castanhos dele estavam escuros de tesão, mas também de algo mais fundo. Aceitação. Desejo sem ressalva.

Rafael encaixou a cabeça grossa na minha entrada molhada e empurrou devagar. Minha buceta abriu em volta dele, esticando, engolindo centímetro por centímetro. O barulho molhado encheu o quarto quando ele entrou até o fundo.

— Caralho… — ele gemeu, a testa apoiada na minha. — Você é tão quente… tão apertado… sua buceta tá me mamando inteiro.

Ele começou a me foder. Estocadas longas, profundas, o pau saindo quase inteiro e entrando de uma vez, a base batendo no meu pauzinho a cada investida. O barulho era obsceno — pele molhada batendo em pele, o som molhado da minha buceta engolindo o pau grosso dele.

Eu gemia sem parar, as unhas cravadas nas costas dele. Cada estocada acertava fundo, fazendo meu pauzinho latejar e escorrer mais líquido. Rafael desceu uma mão e começou a bater punheta no meu pauzinho, rápido e apertado, enquanto fodia minha buceta com força.

— Isso… goza pra mim — murmurou ele, a voz rouca. — Quero sentir sua buceta apertando meu pau enquanto você goza. Quero ver seu pauzinho jorrar.

Eu não aguentei. O orgasmo veio forte, o corpo inteiro tremendo. Minha buceta apertou em volta do pau dele em contrações ritmadas, e meu pauzinho jorrou em jatos finos, transparentes, molhando a mão do Rafael e a barriga dos dois. Eu gritei, a voz rouca, quase chorando de prazer.

Ele não parou. Continuou me fodendo, mais rápido, mais fundo, o pau fazendo barulho molhado dentro da minha buceta escorregadia. Quando gozou, foi com um gemido baixo e gutural, enterrando até o fundo e jorrando porra quente lá dentro. Eu senti cada jato, a sensação quente e molhada me enchendo.

Ficamos assim por um tempo, ofegantes, o pau dele ainda dentro de mim, latejando. Rafael beijou minha testa, depois a boca, devagar.

— Eu te amo — falou baixo, quase contra meus lábios. — Não “apesar”. Não “mesmo assim”. Eu te amo. Seu peito, suas cicatrizes, seu pauzinho, sua buceta, sua voz, seu medo. Tudo. Você é homem. Meu homem. E eu quero ficar.

Senti os olhos arderem. Não de tristeza. De alívio. De algo que eu tinha medo de acreditar.

— Fode eu de novo — pedi, a voz embargada e safada ao mesmo tempo. — Quero ficar molhado de você a noite inteira.

Rafael sorriu, ainda dentro de mim, e começou a se mexer de novo, devagar, sentindo a própria porra escorrer ao redor do pau.

— Com prazer.


r/ContosEroticos • • 6h ago

Exibicionismo O terno NSFW

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Bom pessoal vamos lá, sou Homem 39 anos e tive uma experiência muito boa e ao mesmo tempo frustrante kkk. Um tempo atrás precisei comprar um terno para ir em uma formatura, rodei as lojas do shopping até chegar em uma loja que me chamou a atenção, entrei fui atendido por uma vendedora que aparentava ter entre 23 e 27 anos, ela parecia descendente de indígenas muito simpática, uma pele linda e uma cor maravilhosa, cabelos lisos e pretos reluzentes, um sorriso discreto, ali já me apaixonei momentânamente. Ela me apresentou vários ternos até que cheguei num senso e escolhi um terno cinza claro bem bonito, fui até o provador e ai a coisa fica muito louca, rs, comecei a tirar a roupa para provar o terno e tirei até a cueca, pois tenho fetiche em comer alguém no provador ou alguém me ver pelado de pau duro, comecei a provar o terno e meu pau batendo na testa de tão duro, escuto a voz da vendedora me perguntando: “deu certo moço?”, nessa hora meu pau não parava de pulsar, coloquei a calça do terno sem a cueca e a parte de cima do terno sem a camiseta, porém não fechei a parte de cima, o meu pau marcava muito na calça, eu abri o provador e lá estava a vendedora, perguntei pra ela se eles ajustavam o terno para ficar mais rente ao corpo ela não abriu a boca, só notei ela olhando meu pau marcado na calça... rs, ela volta ao foco me olha e diz que tem costureira para ajustar o terno e que custaria uns R$ 70, em seguida me perguntou se eu queria provar uma camisa social, eu querendo aproveitar o tempo e o provador disse que sim e ela foi buscar, nisso entro no provador e começo a bater uma punheta e volta a vendedora com a camisa, eu abro só um pouco a porta do provador com a calça do terno aberta o pau pra fora e pego a camisa, noto mais uma vez ela me olhando e focando no meu pau sem dizer nada, volto provo a camisa e bato uma punheta sem gozar, pois minha expectativa era de que a vendedora poderia em algum momento pegar no meu pau por alguns segundos o que não ocorreu... saí do provador, paguei pelo terno, deixei lá para fazer os ajustes e agradeci a vendedora, fui embora com tesão. Voltei uns dias depois para pegar o terno ajustado, a vendedora que me atendeu dias antes sem o mesmo sorriso me entrega o terno, perguntei se havia alguma calça de sarja na cor bege número 46 para que eu pudesse provar, pois queria que ela novamente me visse nu e assim cumprir meu fetiche de tentar algo com a vendedora no provador ou que ela pegasse no meu pau, ficasse me olhando bater uma punheta, enfim... ela imediatamente ela me disse que não tinha a calça, sem sorrir, sem demonstrar interesse, virou educadamente e começou a dobrar algumas peças que estavam sobre o balcão, meu pau que estava endurecendo ao ver a vendedora logo perdeu força rs, saí da loja frustrado e nem sequer fui até o banheiro depois para despejar o tesão que sentia na hora...


r/ContosEroticos • • 1d ago

Exibicionismo Depilação a laser que acabou em exibicionismo na frente da esposa NSFW

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Há cerca de alguns meses atrás minha esposa acabou me convencendo a fazer depilação a laser onde ela faz. Sou H(30), homem só pode fazer se alguma mulher que faz lá te recomendar. Vou contextualizar desde a primeira sessão até chegar o momento do ocorrido.

Fui lá pra fazer o cadastro e acabei fechando pacote de toda região íntima. Fui chamado para entrar na sala para mulher avaliar, acabei ficando duro e td certo, ela foi profissional e não tocou, apenas olhou. Marquei minha primeira sessão para a proxima semana.

Primeira sessão:

Cheguei ao local e tinha apenas a fisioterapeuta e outra cliente, aguardei ser chamado e assim que entrei a mulher era mt bonita, uma loirinha bem branquinha, fiquei bem animado. Ela me pediu pra tirar a roupa, tirei e fiquei apenas de cueca. Ela então pediu para que eu deitasse para que ela fizesse minha axila primeira, foi feito tudo normalmente. Então pela pediu para que eu retirasse a cueca, retirei e ele ficou duro instantaneamente. Ela então pediu para que eu ficasse virado para baixo para que ela fizesse o ânus. Esta parte foi bem engraçada pois eu fiquei dando risada quando ela pediu para que eu levantasse um pouco a bunda e abrisse ela com as duas mãos kkkk. Fiquei meio desconfortavel porque foi a primeira vez que fiquei assim, me senti vulneravel kkk. Enfim, ela fez bem rapidamente e logo pediu para que eu virasse. Assim que virei a estaca se ergueu, ela então pedia para que eu mesmo movesse ele para um lado e para o outro para que ela colocasse o laser, em momento algum ela tocou em meu pênis. Ela foi bem cuidadosa e delicada para que eu não tivesse uma experiência ruim.

Cheguei em casa e contei a minha esposa como foi, dei todos os detalhes mas ela não acreditou que a mulher n tocou kkk.

Segunda sessão:

A segunda sessão foi semana passada, dessa vez a terapeuta que me atendeu foi a mesma que avaliou da primeira vez, então ela fez na mesma ordem da primeira sessão, mas dessa vez ela foi bem grossa comigo. Eu esperando que ela falasse as coisas para que eu fizesses até pq eu estava com vergonha, ela vai e solta "vc nunca fez isso? nao sabe como funciona?", entao fui e me posicionei. Ela então comecou, na primeira sessão a mulher ela aplicava o resfriamento antes de aplicar o laser para que eu não sentisse tanta dor, esta da segunda sessão apenas aplicava e eu senti bastante dor. Quando chegou na região da virilha ela fez a mesma coisa, dessa vez meu pênis não ficou duro momento algum, nem quando tirei a roupa, ela não me deixou a vontade. Cada hora que ela aplicava eu sentia uma pontada. Reclamei mas ela disse q era normal, tudo bem, aguentei até o final e então ela me deu uma pomada para passar e fui embora.

Minha esposa estava me esperando do lado de fora, quando sai já falei pra ela que estava doendo, mas a mulher disse q era normal entao aguentei. Mas ao entrar no carro a dor aumentava mais e mais. Chegamos em casa e ela foi verificar e viu que estava bem vermelho, passamos mais pomada pra ver se melhora, mas estava realmente doendo. No dia seguinte apareceu manchas pretas, tiramos foto e mandamos mensagem para informar que fiquei queimado. Ela pedi para que a gente fosse até a clínica para analisar.

Exibicionismo (analisando as queimaduras):

Bem, chegamos ao local e fomos direcionados a um escritorio. Eu usei a estratégia de ficar jogando no celular para não pensar na situação para que meu pênis não ficasse ereto. Deixei que minha esposa falasse com a mulher, então ela mostrou fotos onde estava queimado, mas não tiramos foto do pênis inteiro, era apenas ângulo fechado das queimaduras. Então ela disse que poderia usar essas fotos para anexar. Fiquei meio triste porque eu queria mostrar meu membro para as duas, mas quando eu menos esperava, ela disse "vamos na outra sala para que eu veja melhor". Nessa hora fiquei animado kkk mas foquei no meu jogo para que ele nao ficasse ereto.

Entramos na sala e ela me pediu que deitasse na maca, tirei, fiquei apenas de cueca e deitei, mas minha esposa falou "tira a cueca também pra ela ver", nisso eu nao consegui me segurar mais e ele subiu como uma pedra. Assim que levantei da maca ainda de cueca, minha esposa viu que ele estava pulsando e arregalou os olhos kkkk. Fiquei sem jeito e tirei a cueca tentando esconder o pênis. Deitei e coloquei a mão por cima para disfarçar, mas então a terapeuta veio e se juntou a minha esposa. Minha esposa foi e pegou nele e levantou pra mostrar a queimadura. Lembra que falei que em nenhuma sessão nenhuma terapeuta nunca tinha tocado nele? Pois então, mesmo minha esposa levantando ele pra frente, a terapeuta foi e tocou nele também. Aí foi demais, meu pau começou a pulsar como nunca, então ela ficaram conversando, pegando nele e tirando foto. Então ela se afastou e eu fui questionar também que quando eu puxava a pele no pau e mostrei puxando para a cabeça ficar toda pra fora ele doia tambem, ela olhou e deu uma risada. Então minha esposa disse que poderia me vestir, levantei completamente duro e fui vestir a roupa, todo sem jeito. Então ela disse que as queimaduras iriam sair e que teriamos que usar a pomada, mas ela marcou de voltarmos depois de 15 dias para ela ver como ficou.

Hoje conversando com minha esposa ela disse que apesar dela ter mostrado a foto, ela queria olhar meu pau e por isso falou que queria ir na outra sala para tirar foto. Ela ficou dizendo que a mulher estava preocupada com a estetica do meu pau kkk e que ela achou ele bonito. Ela também disse que eu tinha contado q nenhuma tinha pegado antes e essa fes questão de pegar, mesmo minha esposa ja levantando ele, que ela foi e pegou também. Respondi que não foi na maldade. Ela insistiu que a mulher queria pegar mesmo.

Aproveitei o gancho e falei que nem tinha espaço para as duas pegarem nele, ela então falou que tinha sim e deu pra ela quase fechar a mão. Retruquei dizendo que ela so tocou com os dedos e n dava pra 2 fecharem a mão, então ela falou oq eu estava esperando "tem q testar pra ver se nao da, pe tenho certeza que da". Falei pra ela que era só ela por 2 mãos pra testar, então ela disse "tem que testar agr com mãos diferentes", perguntei como e ela disse que vai marcar com uma menina da cidade vizinha ainda essa semana. Agora é só questão de tempo para ver se vai rolar algo.

Se gostarem, brevemente poderei trazer novidades das coisas que estão por vir. Me perdoem se tiver algo errado na escrita, vou melhorando aos poucos a cada postagem.


r/ContosEroticos • • 20h ago

Discussão [F] Confessei que minha boceta latejava para ser fodida por um desconhecido. NSFW

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okay so last night i was so fucking wet and horny i couldn't take it anymore... my pussy was throbbing and i just kept touching myself but it wasn't enough i needed more than just my fingers... i could feel my nipples getting so hard and my body was on fire one of you fucking strangers out there better come fuck me i'm desperate for it. i kept imagining some random guy just taking me hard from behind and i could feel myself getting even wetter just thinking about it. i was so close to coming but i just couldn't get there on my own... i needed someone else to make me cum. my ass was clenching and i was so ready to be filled... i was so fucking turned on i couldn't even think straight. if anyone wants to help me out you know where to find me and my inbox is open.


r/ContosEroticos • • 16h ago

Virgindade Ela batia e mamava mas faltava ainda dar a buceta NSFW

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r/ContosEroticos • • 1d ago

Masturbação Minha mãe me pegou no flagra enquanto eu me masturbava (parte 1) NSFW

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Antes, vamos dar um pouco de contexto. Eu vivo com minha mãe desde que me entendo por gente. Ela sempre foi uma mãe solteira, mas isso não abala ela, já que ela sempre consegue segurar as pontas e cuidar de mim da melhor maneira possível.

Eu amo minha mãe e tudo mais, mas tenho que dizer, ela é incrivelmente gostosa. Ela tem 38 anos, mas de rosto parece ter 25 ou menos, eu realmente não sei como ela consegue. Eu disse "de rosto ela tem 25" porque de corpo ela definitivamente parece bem mais madura. Peitos enormes e suculentos, que balançam de um lado para o outro a qualquer movimento. Uma cinturinha fina, perfeita pra segurar daquele jeito. E, meu Deus, ela tem a melhor bunda e as melhores coxas que eu já vi na minha vida, falo sério, grandes o suficiente, mas não tanto a ponto de ficar ridículo, a bunda dela obriga ela a dar uma reboladinha a cada passo que dá, e, puta que pariu, que delícia de ver, sem contar que as coxas grossas se esfregam uma na outra constantemente.

Nós dormimos no mesmo quarto, ela na cama e eu em um colchão no chão. Nunca me importei em dormir "no chão", afinal eu já tinha um colchão macio, estar encima de uma cama ou não não fazia muita diferença. Mas realmente tem algo que eu me incomodo, por dormir no mesmo quarto que ela, eu não tinha privacidade pra "punhetar" no quarto, afinal, né? Ela tava logo ali do lado. Então a única maneira era ir para o banheiro, sentar na privada gelada e fazer ali mesmo. Todos concordamos que isso seria bem pior, não é?

Então, isso aconteceu há mais ou menos uma semana. Era a meia noite de um sábado. Nesse dia, eu tinha ido numa balada com meus amigos Lá, eu conheci uma garota muito, muito bonita, eu puxei papo e a gente ficou flertando, até trocamos contato. Em um momento, quase no final da festa, ela levou a mão para meu shorts e passou lentamente por cima do meu membro, o que deixou ele instantaneamente duro. Ela riu e se afastou, voltando a conversar com as amigas. Sinceramente? Não fiquei frustrado, adoro essa antecipação e só a sensação do pau duro é quase tão prazerosa pra mim quanto o orgasmo em si.

Finalmente cheguei em casa, estava tarde e tudo estava apagado, deixei minhas coisas no sofá para resolver depois e fui em direção ao meu quarto, quando passei pelo corredor, vi a porta o banheiro fechada, com a luz vazando pelo vão. Logo, pensei que minha mãe estava lá dentro. Fui para o quarto, que estava totalmente escuro, e tateei meu caminho até minha cama. Com dificuldade, eu consegui me deitar. Quando deitei, senti uma notificação no meu celular, era a mesma garota da festa. Ela tinha me mandado um nude, uma foto da buceta dela aberta pelos dedos médio e indicador, com a legenda "Hoje foi incrível, vamos nos encontrar mais vezes, pirocudão?" Aquilo foi o suficiente para me deixar duro de novo. Eu olhei para a porta novamente e vi a porta do banheiro ainda fechada, então puxei o pau pra fora do shorts e comecei a acariciar lentamente. O único som no quarto era o farfalhar das cobertas enquanto eu fazia o movimento.

Aumentei levemente o ritmo, e, quando estava perto do orgasmo, sinto a cama da minha mãe ranger levemente. Parei no meio do movimento, petrificado. Eu não tinha visto que ela estava lá, estava muito escuro pra perceber isso. Aí, finalmente caiu a ficha: não tinha ouvido nada vindo do banheiro por quase 10 minutos, ela estava no quarto, apenas esqueceu a luz acesa. Ainda congelado e sem reação, tento puxar o shorts pra cima de novo, mas por minhas mãos estarem tremendo, o elástico do shorts solta e bate ruidosamente contra minha cintura. Agora sim, não tinha o que fazer, se ela estava acordada, ela com certeza ouviu. Ouço novamente a cama de minha mãe ranger, como se estivesse apoiado os braços na cama para me olhar. Eu apenas deduzi isso, pois tinha me virado de costas pra ela. Depois de alguns segundos que pareceram horas, finalmente ouço outro som, dela voltando a se deitar. Naquela noite, eu não consegui gozar, fiquei quase uma hora de pau duro na mesmíssima posição antes de cair no sono.

Foi basicamente isso que aconteceu, ela não comentou sobre isso no dia seguinte, estou torcendo pra ela ter apenas se mexido aleatoriamente durante o sono.


r/ContosEroticos • • 18h ago

Sexo casual O encontro do Tinder e o sutiã - Part 1 NSFW

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Sou Vanessa, tenho 25 anos (mas na época tinha 21). Sou branca, tímida e tenho um corpo curvilíneo meio gordinha — com uma barriguinha, bunda média e peitos que, desde nova, sempre chamaram muita atenção.

Estava usando o Tinder quando dei match com um cara que chamarei de André. A conversa fluiu super bem, ele parecia bem legal. Tivemos um primeiro encontro em uma cafeteria, o que me convenceu de que ele era realmente gato (meio tímido, alto, corpo definido, loiro e Analista Jr. de TI) e que não era um babaca. Decidi dar uma chance para um segundo encontro, mas em outro clima, para quem sabe deixar algo a mais acontecer.

Nosso segundo encontro foi em uma festa conhecida da cidade, com um espaço grande de bar e música ao vivo. Para a ocasião, escolhi um vestido preto com um decote generoso o suficiente para atrair olhares (bem diferente do look comportado da cafeteria). Por precaução, usei um sutiã preto por baixo para não correr o risco de "pagar peitinho", algo que já tinha me acontecido antes.



A festa começava de tarde e ia até a meia-noite. Acabei chegando um pouco antes das 17h, que era o horário combinado. Como estava adiantada, entrei e fui para a área do bar, que ficava fora da pista de dança, para esperar. Assim que me sentei, um bartender prontamente me atendeu:

— Boa noite. O que uma moça tão linda faz sozinha aqui no bar e não na festa?

— Obrigada. Estou esperando alguém.

— Se eu fosse o cara, não deixaria você sozinha nem por um minuto em uma festa como essa.

— É que acabei me adiantando, haha.

— Talvez você não se lembre, mas fomos colegas, Vanessa.

— Sério?

— Alan, do terceiro ano. Mas creio que estou um pouco diferente.

— Ah, lembrei! — Olhei bem para ele. — Realmente, mudou para melhor.

E estava mesmo. O magricela desajeitado que eu lembrava tinha dado lugar a um homem negro, musculoso e com o cabelo cortado perfeitamente na régua.

— E devo dizer que você está ainda melhor — falou ele, enquanto seus olhos focavam fixamente no meu decote. Provavelmente percebeu que meus seios tinham crescido desde o ensino médio. E tinham mesmo. — O que essa moça gostaria de beber?

— Um Moscow Mule, por favor.

Ao pedir o drink, tirei do sutiã o papel da comanda que haviam me entregado na entrada. Ele olhou atentamente o movimento enquanto eu estendia o papel para ele anotar o pedido.

— Gostei do lugar onde você guarda. Não vejo lugar melhor.

— É para evitar que se perca.

— Então pode colocar de volta, vou fazer esse drink por minha conta. Posso? — perguntou ele, segurando a comanda e fazendo menção de devolvê-la ao mesmo lugar.

— Acho que sim...

Afastei levemente o tecido do vestido e a taça do sutiã para que ele conseguisse deslizar o papel ali por dentro. Ele o fez devagar.

— Prontinho.

Confesso que adorei o flerte; nunca tinha tido uma interação daquelas. Logo em seguida, ele me trouxe o drink. Quando eu estava terminando o copo, André finalmente chegou.

De repente, duas mãos cobriram meus olhos, deixando tudo escuro.

— Adivinha quem é?

— Oi, André.

Ele estava de camisa social branca, calça preta, relógio... Enfim, o visual clássico daquele loiro com estilo "hétero top/playboy padrão" que, confesso, eu adorava. Ficamos conversando ali por alguns minutos. Ele pediu mais bebidas para nós e logo percebi que ele estava tão interessado no meu decote quanto o bartender. Embora seus elogios tenham sido discretos — dizendo apenas que eu estava linda naquele vestido e elogiando meus olhos —, eu sabia exatamente o que ele queria olhar. Cedi ao nosso primeiro beijo logo após o elogio aos meus olhos, achando graça da intenção dele.

Depois de alguns drinks, ele me chamou para a pista. Estava tocando pagode. Não sou a melhor dançarina do mundo, mas me viro o suficiente para não passar vergonha. Ele dançava bem. Conforme o ritmo avançava, o clima foi esquentando: as mãos dele começaram a bobear na minha bunda, ele pressionava o peito dele contra o meu sempre que podia e me abraçava por trás quando a música permitia — obviamente para sentir meus peitos contra as costas dele enquanto eu sentia o volume dele contra mim.

Quando ficamos de frente de novo, já um pouco altos por causa do álcool, ele me deu um beijo mais intenso e encarou meu decote outra vez.

— Posso ser sincero? Não tinha percebido no primeiro encontro como seus seios são fantásticos.

— Na cafeteria eu estava mais comportada. Hoje resolvi ousar com o vestido.

— Use mais vestidos, por favor. É silicone?

— Naturalzinho, haha. Cresceram desde os meus 12 anos.

— E pelo visto não pararam mais.

Nesse momento, ele deu uma apalpada generosa no meu peito esquerdo. Eu adorei a audácia.

— Sabe que as pessoas aqui podem ver, né?

— Deixe que vejam. Devem estar com inveja de eu estar com você.

Dançamos mais um pouco. Agora ele já não disfarçava mais os olhares nem as mãos bobas, que antes eram tímidas.

— Acho que já estou um pouco cansada. Você não?

— Ainda bem que você falou. Acha que podíamos ir para um lugar mais reservado?

— Acho que poderíamos.

— Minha casa é aqui perto.

— Mora sozinho?

— No momento, sim.

— Tem certeza de me fazer conhecer sua casa já no segundo encontro? Não prefere outro lugar? — perguntei, jogando um verde para ver se ele sugeria um motel, já que não nos conhecíamos há tanto tempo.

— Tenho total certeza.

Fomos em direção ao caixa para pagar as comandas, e já havia uma fila. Chegando lá, notei que ele começou a revistar os bolsos, meio apreensivo.

— Putz, não estou encontrando minha comanda...

— Será que não deixou na mesa?

— Não... Vão querer me cobrar uma fortuna para sair! Droga!

Praticamente todas as bebidas da noite tinham ficado na comanda dele. A minha tinha apenas duas cervejas que eu mesma havia pedido enquanto ele foi ao banheiro.

— Quer resolver isso da maneira divertida ou da maneira correta? — perguntei.

— Qual seria a outra maneira além de pagar a taxa de perda?

— Uma em que posso usar meus dotes femininos. Toma aqui. — Puxei a comanda dele de dentro do meu sutiã e entreguei na mão dele.

— Nossa, esse é o lugar mais sexy e seguro para se guardar algo. Mas e a sua?

— Eu dou um jeito na minha.

Voltei para a área do bar da entrada. Como já passava das 22h, o movimento estava fraco. O bartender que tinha me atendido antes estava lá perto, fumando no corredor lateral.

— Sem sucesso no encontro que já voltou para o bar?

— Talvez. Mas você não vai acreditar: perdi a minha comanda.

— Logo você, no lugar onde guarda? Acho difícil.

— Sério, sumiu. Será que você não consegue me conseguir uma nova zerada?

— Você sabe que é contra as regras do estabelecimento.

— Inclusive para mim?

— Para você ou para o seu amigo playboy?

— Eu posso provar que perdi.

— Como?

Aproveitando o corredor vazio, usei de toda a minha destreza para soltar o sutiã por baixo do vestido e puxá-lo pelo decote, entregando-o diretamente nas mãos dele.

— Viu? Sem comanda alguma.

Ele segurou o sutiã, meio perplexo, olhando de perto. Enquanto isso, dei uma puxadinha nas alças do vestido para mostrar que não tinha nada escondido ali também.

— Realmente, parece que não tem nada aqui... — ele disse, deslizando a mão pela alça do meu vestido até o meu peito, dando uma apertada firme.

— Viu? Eu não minto.

— E posso ficar com esse sutiã de recordação para o meu quarto? Confesso que, desde o ensino médio, sempre quis abrir o seu sutiã. Só não esperava que seria assim.

— Acho que vou precisar dele, seria meio estranho ir embora sem. Quem sabe outra hora...

— E você consegue colocar de volta aí dentro?

— Está me desafiando?

Peguei o sutiã e comecei o processo inverso, enfiando-o de volta pelo decote. Com certeza "paguei peitinho" em alguns momentos daquela manobra, e o Alan não perdeu um único detalhe, olhando atentamente.

— Vou precisar de uma ajudinha para prender as costas.

Ele deu um passo à frente, colando o corpo atrás do meu. Senti o volume nítido na calça dele — e, confesso, parecia maior que o do André. Alan abriu um pouco o zíper do meu vestido para alcançar os fechos do sutiã e prendê-los.

— Essa sua habilidade é incrível — disse ele, subindo o zíper do vestido de volta com força, colando minhas costas nas dele.

— É a minha habilidade secreta.

— Acho que você fez por merecer. Mas ainda me deve a realização do meu sonho de escola.

Ele deu um sorriso, foi até o caixa interno e voltou com uma comanda nova. Deslizou o papel para dentro do meu sutiã de novo e deu um tapinha leve no meu peito.

— Cuidado para não perder de novo.

— Obrigada! — respondi rindo daquela obsessão dele da época do colégio. Dei um beijo no rosto dele e voltei para a fila para encontrar o André.

— Conseguiu? Já faz uns dez minutos. O que foi fazer?

— Conseguir a comanda. Um dos bartenders estudou comigo na escola — respondi, tirando o papel do sutiã e entregando para ele. Tinha apenas as duas cervejas anotadas, um valor bem menor do que tudo o que realmente consumimos.

— E o que você teve que fazer para conseguir isso?

— Só tive que mostrar meu sutiã, mas depois te conto os detalhes.

André mudou de expressão, fechando a cara enciumado ao ouvir a palavra sutiã. Para cortar o assunto e mudar o foco dele, passei a mão sugestivamente pelo fecho da calça dele e sorri:

— Que tal pagarmos logo isso e chamarmos o Uber?

A provocação funcionou rápido. Ele esqueceu o ciúme na hora, me deu um beijo quente e fomos direto para o caixa. Logo em seguida, estávamos no carro a caminho da casa dele.


r/ContosEroticos • • 19h ago

Dominação Dia de cadelinha NSFW

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Hoje vai ser um conto mais enxuto...

Era um fds da Nath sozinha em casa, 25 aninhos, cabelo de luzes no ombro, bem corpulenta rabuda gostosa com seu piercingzinho no umbigo.

Logo ela lembrou do nosso vizinho sessentão, seu Carlos... Ele as vezes macetava ela, geralmente bem dominante, fazendo ela se exibir pelo corredor do andar até o apto dele...algo que ela tava curtindo bem...

As 22 hrs ela mandou mensagem..ele logo topou e deu ordem dela colocar uma lingeriezinha provocante... Um fio dental preto de renda, meia calça, e uma camisetazinha larga pequena que deixava a barriga toda de fora...

Ela olhou, não parecia ter ninguém... Então correu...afinal, se alguém visse nao ia ter muita desculpa ne?.... E claro, ele demorou atender de propósito...deixando ela ali uns 5 minutos... Sabendo que o andar tem câmeras e os porteiros costumam olhar.. que visão tiveram....

Ele finalmente abriu, puxou ela pra dentro, botou contra parede e começou a beijar e se esfregar...fazendo ela segurar a pica dele já dura de tadala.... E ali ficaram um tempo com ele passando bem a mão nela, beijando a boca perfeita dela enquanto ela masturbava ele bem devagar.

Depois de um tempo, ele que dominava e ela tinha que obedecer, mostrou o tom da noite.... Virou e pegou uma coleira de cachorro grossa, botou no pescoço dela e engatou uma corrente... Puxou pra mostrar quem manda e ela deu uma gemidinha.... Virou ela de costas pra parede, deu um belo tapa na raba deliciosa... Começou a esfregar bem a pica enquando puxava os braços pra trás, dominando a vagabunda... E nessa posição, usou algemas de metal pra deixar ela com os braços presos pra trás...

"Ta na hora de levar a minha cadelinha pra passear" ele disse...abrindo a porta e puxando ela pelo corredor... Uma jovem casada passando dominada igual puta por um coroa....e assim foi bem devagar até as escadas... Lá, parou num canto, fez ela ajoelhar e engolir a pica dura dele.. logo começando a socar e basicamente fudendo a boca dela...puxando a coleira sempre... Aquilo tava deixando ela maluca...

Ele entrou fez ela levantar...pegou a corrente e prendeu no alto, deixando ela bem em pé sem poder se mexer, com as mãos pra trás presas....uma boneca fácil de ser usada.... rasgou a camisa, deixando os peitos expostos, chupando enquanto dedada ela, que gemia bem.....

Ele rasgou a calcinha, super molhada... Enfiou bem na boca dela e amarrou um lenço como uma mordaça....deixou ela completamente dominada....

"Agora seja uma boa cadelinha... Vou lá pedir uma pizza.... Deixar vc aqui bem exibida caso alguém passe... Volto quando a pizza chegar...." E saiu.. ela em pé por causa da coleira, quase na ponta dos pés... E os braços presos pra trás.... Amordaça com a própria calcinha encharcada na língua...sentindo o gosto do próprio tesão...

Se passaram alguns minutos e ela ouviu passos nas escadas... Então ela lembrou...as câmeras!... Era um dos porteiros... Ela achou que a brincadeira ia dar merda até notar que ele tava chegando abrindo a calça.... Tirando o pau bem duro da calça, se aproximando... Ela indefesa... Ele foi e começou a puxar, passar a mão no corpo enquanto chupava pescoço e peitos..."sempre quis fazer isso pqp sua gostosa"... Apertava a bunda com uma mão e dedava a xota dela com outra... O pau duro se esfregava nas coxas e virilha.... Ela era um brinquedo sexual....

Ele então virou ela de costas, segurando as maos pressas na algema.... Pressionou ela contra parede e disse enquanto metia bem devagar "é pra vc sentir bem minha piroca sua piranha!" E socou tudo.... Ela gemeu abafado com a calcinha na boca.... E ele começou a socar forte puxando ela pelos braços.....pac pac pac...ele socava com vontade.... Chamando de piranha gostosa....ela na ponta dos pés era socada contra parede, tomando pau duro completamente dominada.... até q ele parou o pau bem fundo nela... Jatando tudo....deixando ela pingar goza entre as pernas.... Ele riu e saiu.... Tempo suficiente pra ela lembrar que na escala eram 2 porteiros e um segurança.... E logo ouviu passos de novo....


r/ContosEroticos • • 1d ago

Cuckold Assisti a vários videos amadores e hoje estou prestes a me relacionar com ela. NSFW

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Há pouco mais de dois anos, comecei a conversar com uma moça que tinha me seguido no Instagram. Ela era loira, baixinha (1,60 m), gordinha, devia pesar uns 85 a 90 kg e cursa Direito até hoje.

No final do ano passado, vi ela em uma balada e acabamos ficando de beijo e outras coisas, mas não chegamos a transar. Acabei me surpreendendo tanto pela química que tivemos quanto pelo fato de ela ter uma bunda enorme, que mal cabia nas minhas mãos.

Quando cheguei em casa, comentei com ela que, entre quatro paredes, tinha que ter algo bem grande para conseguir acompanhar o ritmo dela. E foi a partir daí que veio a melhor parte: ela me mandou diversos vídeos transando de quatro, fazendo anal, levando “pauzada” na cara, entre outras coisas. Além disso, me contou que já tinha transado na praia, em balada e em vários outros lugares.

Se vocês soubessem o tesão que fiquei quando vi todos aqueles vídeos e a maneira como ela me provocava… Sempre tive vontade de, um dia, ter uma namorada ou esposa ativa, dominante, alpha, enquanto eu assumiria um papel mais submisso na relação.

Ficamos alguns meses sem conversar, mas, desde o início deste mês, voltamos a trocar ideia. Conversamos sobre relacionamento e várias outras coisas e, no fim, marcamos de nos encontrar neste fim de semana.

No quesito fetiche, ela parece se encaixar muito no que sempre procurei. Mas será que vale a pena investir em um relacionamento com ela também fora das quatro paredes? Vocês concordam que pode valer muito a pena?


r/ContosEroticos • • 16h ago

Masturbação Minha amiga me ordenhava NSFW

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r/ContosEroticos • • 1d ago

Masturbação Minha prima me viu batendo uma (REAL) NSFW

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Isso aconteceu hoje, agora a pouco... o burrão aqui tava batendo uma na sala de casa e do nada meu cachorro começou a latir e ouvi uma voz, era ela na janela me chamando pra ir ajudar ela a limpar a casa da irmã dela... ela deve ter ficado assistindo eu batendo. Ainda bem que eu tava com a coberta e ela pelo menos não viu meu p4u né... nunca mais vou esquecer de fechar a janela, eu falei pra ela fingir que não viu nada. Ainda bem que a gente é de boa e praticamente conta tudo um pro outro. Mas realmente foi culpa minha por esquecer essa janela aberta. Tava vendo p0rn0 no reddit e assistindo mentalista na TV ikkkkkkkkkkk


r/ContosEroticos • • 1d ago

Incesto Meu irmão ficou excitado olhando para meus pés NSFW

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Essa é uma história real, eu fiz essa conta só para contar ela.

Eu tenho um irmão um pouco mais novo que eu (eu M21 e ele H19), e sempre tivemos uma relação boa. Mês passado aconteceu uma situação que me deixou meio intrigada.

Era feriado, e vieram alguns familiares aqui em casa. Eu não gosto de ficar fazendo sala para visita, então me escondi no meu quarto, como sempre faço. Estava lá deitada mexendo no celular, até que minha tia chega com meu priminho no colo, ele estava dormindo, então ela perguntou se poderia colocar ele na minha cama. Eu respondi que sim, mas como eu queria continuar deitada mexendo no celular, decidi ir para o quarto do meu irmão e ficar deitada na cama dele.

Meu irmão estava mexendo no computador. Eu entrei no quarto dele, fechei a porta e deitei na cama dele, sem falar nada. Ele me olhou com uma cara de "o que você ta fazendo aqui?", mas não falou nada, só continuou o que estava fazendo.

A mesa onde fica o computador dele, fica bem ao pé da cama. Eu me deitei com a cabeça virada para o outro lado, e os meus pés virados para a direção dele. De princípio eu não notei nada demais, estava distraída mexendo no celular, mas depois de um tempo eu fui percebendo que de vez em quando ele olhava na minha direção. Eu não quis perguntar o que ele tanto olhava, pois fiquei um pouco intrigada. Ao invés disso, como eu estava deitava na direção contrária a ele, eu entrei na câmera do meu celular e apontei para ele, fiquei observando o que ele estava olhando.

Fiquei confusa ao perceber que ele estava olhando para os meus pés. Eu tinha certeza que não tinha nada de errado com eles, não estavam sujos ou algo assim, mas ele continuava olhando para eles de vez em quando. Em um momento eu percebi ele levando a mão dele até seu colo, e parecia mexer em algo na bermuda que ele estava vestindo. Levantei um pouquinho o celular para ver onde ele estava mexendo, e notei um volume. Foi quando caiu minha ficha, ele estava duro.

Fiquei me perguntando, será que meu irmão tem fetiche em pés? Ele sentiu tesão no meu pé?

Ele tentou disfarçar a ereção que teve. Parou de olhar para meus pés e focou novamente no que estava fazendo. É estranho pensar que meu irmão ficou excitado olhando para mim, mas ao mesmo tempo me deu um pouco de tesão também.

Desde então eu tenho pensado em formas de provocar ele. Fico em casa descalça o tempo todo, e quando estou no sofá, por exemplo, eu deixo meus pés bem a mostra. Eu notei ele olhando algumas vezes, mas sempre de forma muito sutil.

Aceito sugestões de como provocar ele kkkkkkk


r/ContosEroticos • • 1d ago

Romântico Fidelidade às Avessas - Dando o cu pela primeira vez - Ep 12 NSFW

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Capítulo 13

Depois que todo mundo gozou, revezamos o banheiro de novo. Ele foi buscar mais cerveja, enquanto Manu trocava os lençóis e tentava dar um jeito no molhado que deixamos na cama. Fiquei deitada ali, já com a calcinha no lugar, mas com os peitos de fora – me julgue, mas assim eu me sinto mais confortável.

O cara era tranquilo, uma vibe relaxada, sem aquela insistência chata. Do tipo que curtia a putaria, mas sem pressão.

— Deixa eu perguntar uma coisa… vocês tão mandando essas fotos pra quem?

Manu e eu trocamos olhares. Merda. Tínhamos esquecido completamente de pedir autorização. Foi vacilo.

— Pra uma amiga que não quis vir — menti, na lata.

Ele arqueou a sobrancelha, divertido.

— Sua amiga se chama Junior? Porque esse nome apareceu umas cinco vezes hoje.

Manu nem hesitou.

— Ah, foda-se, é o ex dela. Tá mandando pra se vingar.

O cara riu, balançando a cabeça, sem acreditar.

— Vocês são foda. Mas ó, homem só surta de verdade com duas coisas: vídeo de boquete ou se você for muito má, dando o cu.

Manu estreitou os olhos, levantando a garrafa de cerveja antes de dar um gole generoso.

— Nem vem plantar essa ideia pra comer nosso cu, seu espertinho.

Ele riu alto, levantando as mãos em rendição, enquanto Manu virava o resto da cerveja, como se aquilo fosse apenas mais uma noite qualquer.

— Eu nunca dei o cu. — soltei, pensando alto.

O cara arqueou a sobrancelha, interessado.

— Como assim? Nem tentou?

— Teve um cara antes que quis, mas a gente não tinha tempo, nem nada pra preparar… e o Junior tinha nojo.

— Nojo? — Ele riu, incrédulo. — Que tipo de homem tem nojo de cu?

— Sei lá, cada um com suas neuras.

— Então você nem sabe se gosta?

Mordi o lábio, hesitante.

— Ah… gosto de lambidinha, de enfiar o dedo… mas rola mesmo nunca tive, então não sei.

Ele inclinou a cabeça, analisando minha expressão.

— Quer tentar?

Manu soltou uma gargalhada, já prevendo onde aquilo ia dar.

— Olha ele, bom samaritano do cu dos outros!

Eu revirei os olhos, rindo.

— Tá com ciúmes do meu cu, Manu? Nem pau você tem pra me comer!

— E quem disse que eu preciso? — Ela piscou, maliciosa.

Ele continuou insistindo, divertido.

— Se quiser tentar, vem cá, a gente prepara…

— Isso dói, amiga! — Manu interveio, fingindo um tom preocupado, mas com um sorriso travesso nos lábios.

Eu hesitei, mas uma parte de mim já estava curiosa.

— Quero tentar… vai que eu gosto!

O cara se levantou na mesma hora, animado, mas Manu ergueu a mão, rindo.

— Se ela cagar na minha cama, eu mato vocês dois. Deixa eu pegar uma toalha pelo amor de Deus.

Arregalei os olhos.

— Meu Deus, tem isso ainda! Acho que não tô preparada.

Ele se aproximou devagar, a voz tranquila.

— Relaxa, acontece… Se você quiser, a gente tenta, sem pressão.

Olhei para Manu, esperando alguma reação, mas ela apenas me encarou com aquele olhar carregado de malícia, os lábios curvados em um sorriso cúmplice. Nem precisava falar.

"Dá a porra do cu logo."

Engoli seco, sentindo uma mistura de nervosismo e excitação percorrer minha espinha. Tirei a calcinha, que já estava inutilizável, e me deitei de bruços sobre a toalha que Manu trouxe para forrar a cama. O tecido macio sob minha pele contrastava com o arrepio frio que subia por minha nuca.

Manu se movimentou ao meu lado, ainda bebendo, e logo puxou da gaveta um tubo de lubrificante, apertando entre os dedos antes de me mostrar.

— Relaxa, gata, vai dar tudo certo.

Mas meu coração já estava acelerado. Meu olhar foi direto para o pau dele, grosso, pulsante, e um pensamento perigoso cruzou minha mente: “Essa porra não vai caber.”

Mas agora era tarde para voltar atrás.

Ele se aproximou devagar, as mãos grandes deslizando pela minha cintura, subindo e descendo em um carinho leve, como se quisesse acalmar meu corpo antes de avançar. Seu toque era quente, seguro, e mesmo sem ver seu rosto, eu podia sentir o sorriso satisfeito estampado nele.

— Tá nervosa? — ele murmurou, a voz rouca, enquanto seus dedos percorriam minha coluna, descendo devagar até a curva da minha bunda.

Balancei a cabeça afirmativamente, mordendo o lábio.

— Vou fazer devagar. Prometo.

O som do lubrificante sendo apertado ecoou no quarto, e logo senti o primeiro toque frio contra minha pele. Seus dedos se espalharam, abrindo minha bunda com gentileza, enquanto ele derramava o líquido transparente entre minhas nádegas, deixando um rastro gelado que logo foi aquecido pelo deslizar dos seus dedos. Ele começou devagar, espalhando o lubrificante em movimentos circulares, massageando com cuidado ao redor da minha entrada. O toque era insistente, mas delicado, preparando meu corpo, deixando-me ciente de cada pequeno estímulo.

Manu, ao meu lado, soltou uma risadinha ao ver minha reação.

— Tá arrepiada, amiga?

— Cala a boca.

Soltei um suspiro trêmulo quando senti a ponta de um dedo pressionando levemente, testando minha resistência. Meu corpo se contraiu instintivamente, e ele percebeu.

— Respira fundo… devagar… — sua voz era pura paciência, um sussurro quente que fez minha pele se arrepiar ainda mais.

Segui seu conselho, soltando o ar devagar enquanto seu dedo finalmente escorregava para dentro, deslizando com facilidade pela lubrificação abundante.

Um gemido baixo escapou da minha garganta. Não era dor, mas uma sensação estranha, algo entre o incômodo e o prazer inesperado. Ele esperou, atento a cada mínimo movimento do meu corpo, antes de começar a mexer devagar, um vai e vem curto, explorando com calma.

— Assim… Isso… — ele elogiou, satisfeito, enquanto eu relaxava aos poucos.

A cada movimento, ele espalhava mais lubrificante, certificando-se de que tudo estava escorregadio o suficiente antes de arriscar um segundo dedo. Quando a segunda ponta entrou, soltei um suspiro mais profundo, sentindo a dilatação se intensificar.

Manu observava tudo com um brilho divertido nos olhos, os dedos brincando suavemente com meu cabelo enquanto bebia mais um gole de cerveja.

— Tá indo tão bonitinha… nem parece que tá dando o cu para um cara que viu pela primeira vez.

Revirei os olhos, mas não tive tempo de retrucar, porque naquele momento ele girou os dedos dentro de mim, provocando uma sensação quente e desconhecida que subiu direto pelo meu ventre.

— Pronta? — ele perguntou, a voz cheia de expectativa.

Minha respiração estava pesada, meu corpo já reagia, entregue ao toque cuidadoso.

— Quero tentar… vai devagar.

Ele soltou um murmúrio satisfeito e, com um toque firme na minha cintura, me virou delicadamente de lado. Meu corpo se moldou ao colchão, uma perna levemente dobrada, a outra estendida, abrindo espaço para que ele se acomodasse atrás de mim.

Senti a glande quente roçando na entrada já lubrificada, um arrepio subindo pela minha espinha quando ele pressionou levemente, apenas encostando, testando minha reação. Minha pele arrepiou inteira, o coração disparado.

— Respira… — ele sussurrou contra minha nuca, uma das mãos segurando minha cintura enquanto a outra deslizava suavemente pelo meu quadril.

Fiz o que ele mandou, soltando o ar devagar. Então, senti. A cabeça do pau dele forçando uma entrada lenta, escorregando apenas um pouco para dentro, abrindo espaço milímetro por milímetro. Meus músculos se contraíram de imediato, e eu soltei um gemido curto, surpresa com a sensação de ser tomada daquela forma.

— Assim… — ele elogiou, ficando parado, esperando meu corpo se acostumar. — Só relaxa.

Ficamos assim por alguns segundos, eu sentindo o latejar dele dentro de mim, meu corpo se ajustando ao novo estímulo. Meu peito subia e descia com a respiração acelerada, minhas coxas tremiam levemente.

Então, senti sua mão deslizando pela minha barriga, subindo até meus seios, apertando de leve enquanto sua boca mordiscava minha orelha.

— Chama a Manu.

Eu demorei um segundo para entender, minha mente ainda embaçada pela sensação intensa.

— O quê?

— Chama ela… pra chupar seu clitóris. Você vai gozar muito mais rápido assim.

Virei o rosto para Manu, que ainda estava ao lado, assistindo a tudo enquanto bebia o resto da cerveja com um sorriso divertido.

— Manu… — minha voz saiu rouca, carregada de desejo.

Mas ela apenas arqueou a sobrancelha, desconfiada.

— Nem fodendo, meu amor. Não vou botar a boca num grelo com cheiro de pau de macho cagado.

O cara riu, dando um tapa leve na minha bunda.

— Poxa, que falta de espírito esportivo, hein?

— Meu espírito é limpinho, querido. — Manu rebateu, jogando a garrafa vazia de lado e se aproximando de mim na cama.

Ela se ajoelhou ao meu lado, as pontas dos dedos subindo devagar pela minha coxa, até alcançar meu centro. Com um toque leve, começou a estimular meu clitóris, brincando de forma lenta e provocante, enquanto o cara ainda permanecia imóvel dentro de mim, deixando meu corpo se acostumar.

Um gemido baixo escapou da minha garganta no mesmo instante. A combinação do pau dele dentro de mim e os dedos de Manu tocando meu ponto mais sensível criaram um contraste absurdo, uma onda de prazer misturada ao desconforto que ia se transformando em algo quente, pulsante.

— Assim, amiga? — Manu provocou, sua voz carregada de diversão, os dedos pressionando um pouco mais forte, circulando devagar.

Minhas coxas apertaram de leve ao redor da mão dela, minha respiração entrecortada, meu corpo inteiro vibrando sob o toque duplo.

— Ah… assim… assim mesmo…

O cara aproveitou a deixa para deslizar mais fundo, me preenchendo devagar, enquanto os dedos de Manu aumentavam a pressão no meu clitóris, circulando com precisão. A combinação da invasão lenta com o estímulo intenso era como um curto-circuito em meu corpo, cada nervo se incendiando ao mesmo tempo.

Ele começou a se mover, um ritmo suave no início, pequenas estocadas que me faziam gemer baixinho. Com uma das mãos firmes na minha cintura, o pau grosso deslizava dentro de mim com mais facilidade a cada segundo, me forçando a sentir cada centímetro daquela invasão.

— Assim tá bom? — ele murmurou contra minha orelha, a voz carregada de tesão. — Ou quer outra posição?

Minha respiração estava pesada, o prazer subindo em ondas violentas. Não precisei pensar muito.

— De quatro.

Manu vibrou ao meu lado, soltando uma risadinha maliciosa.

— É isso, porra! Agora sim!

Ele sorriu satisfeito e saiu de dentro de mim devagar, deixando uma sensação oca e estranha. Meu corpo se arrepiou, ainda se acostumando com a abertura inesperada. Com as mãos firmes na minha cintura, me virou, posicionando-me de quatro na cama.

Meus joelhos afundaram no colchão, os cotovelos apoiados à frente enquanto eu tentava controlar a respiração. Meu peito subia e descia rápido, o coração martelando, a mistura de nervosismo e excitação girando na minha cabeça como um torpor quente.

— Que bunda gostosa… — ele murmurou atrás de mim, as palmas grandes deslizando pela minha pele antes de dar um tapa seco, forte o bastante para me fazer arquear as costas, sentindo o ardor se espalhar deliciosamente.

Meu corpo tremia, e antes que eu pudesse processar, senti.

A glande quente roçou minha entrada já dilatada, espalhando mais lubrificante, e então ele começou a pressionar. O estiramento foi imediato.

— Respira… — a voz dele veio baixa, rouca, mas tudo que eu conseguia fazer era cravar os dedos nos lençóis enquanto sentia meu cu sendo aberto aos poucos.

O alargamento era lento, mas implacável. O anel apertado da minha entrada resistia ao volume grosso forçando passagem, e um gemido meio engasgado escapou da minha garganta. Era um incômodo dilacerante, uma sensação de invasão que oscilava entre o desconforto e um prazer perverso.

— Tá muito apertada… porra… — ele grunhiu, empurrando um pouco mais fundo, as mãos apertando minha cintura com força.

Mordi o lábio, meus olhos se apertando enquanto sentia cada milímetro sendo forçado para dentro. A dor quente queimava na base da minha espinha, um formigamento esquisito que me fazia querer fugir e, ao mesmo tempo, sentir mais.

— Ai… caralho… — gemi, a testa batendo no colchão.

— Tá doendo, amiga? — Manu perguntou ao meu lado, a voz carregada de malícia.

Antes que eu pudesse responder, senti sua mão deslizando pela minha buceta, os dedos escorrendo facilmente pela minha umidade. Meu corpo reagiu na hora, como se tentasse compensar o desconforto com o prazer vindo do outro lado.

— Ai, porra… — ofeguei, enterrando os dedos no colchão.

— Relaxa, vai entrar tudo… — ele disse, apertando ainda mais minha cintura, puxando-me para trás enquanto se enfiava mais fundo.

Meus músculos travaram, um calor esquisito se espalhando pelo meu ventre quando senti o pau inteiro enterrado dentro de mim. Meu cu ardia, dilatado além do que eu achava possível.

Ele ficou parado por um instante, como se desse tempo para meu corpo se adaptar, mas a verdade era que não existia adaptação. A sensação era de ser rasgada ao meio, a pressão absurda me fazendo gemer sem controle.

E então, ele começou a se mover.

As primeiras estocadas foram curtas, lentas, testando minha reação. Mas a cada deslizar, a fricção aumentava, a ardência se misturando ao tesão insano de estar completamente aberta para ele.

Manu observava tudo de perto, lambendo os lábios antes de se inclinar sobre mim.

— Eu vou filmar isso… — provocou, antes de abocanhar meu mamilo rijo, chupando forte.

Meus joelhos vacilaram. Como se não bastasse, senti seus dedos forçando minha buceta, entrando de uma vez. Um, dois, três… quatro.

O choque da invasão dupla me fez soltar um gemido rouco, meu corpo tremendo violentamente entre os dois.

— Meu Deus… Manu… — ofeguei, a cabeça rodando.

Ela riu contra minha pele, os dedos socando minha buceta em um ritmo delicioso, o oposto do que acontecia atrás.

O cara acelerou, cada estocada abrindo mais meu cu, a dor ardida se misturando a uma excitação bizarra. Meu corpo vibrava, as terminações nervosas todas em curto-circuito.

Minha respiração ficou errática, um calor absurdo crescendo no meu ventre.

— Manu… dá pra gozar pelo cu? — perguntei, sem saber se conseguia pensar direito.

Ela ergueu o rosto, os olhos brilhando, mas deu de ombros.

— Sei lá, amiga… acho que não.

Mas algo estava diferente. O prazer estava vindo rápido demais, intenso demais. Meus músculos estavam travando, um calor profundo e enlouquecedor se espalhando pelo meu corpo de um jeito que eu nunca tinha sentido antes.

— Eu… eu vou gozar de novo… e não tá vindo da buceta…

E então, aconteceu.

Meu corpo inteiro se contraiu de uma vez, uma descarga elétrica me atravessando dos pés à cabeça. Minha mente ficou branca, meu ventre se apertou violentamente, um calor líquido escorrendo entre minhas coxas enquanto eu gemia alto, incapaz de segurar.

O orgasmo rasgou através de mim como um terremoto, me deixando sem ar, sem força, sem nada além de prazer puro e devastador. Minha boca abriu, mas nenhum som saiu. Meu corpo inteiro tremeu por longos segundos até finalmente desmoronar, mole, exausta, completamente entregue.

Manu riu baixo, passando a mão pelos meus cabelos suados, beijando meu ombro.

— Caralho, chefa… isso foi histórico.

Eu só conseguia rir, ainda sem fôlego, sem forças, sentindo meu corpo formigar com os últimos resquícios de prazer absoluto. Minhas pernas estavam bambas, meu corpo ainda tremia dos espasmos finais, e minha mente era um borrão de puro torpor.

Foi então que um pensamento me atingiu de repente.

— Manu… — minha voz saiu ofegante. — Esqueci de filmar eu dando o cu… merda.

Manu parou por um segundo e me olhou com um brilho malicioso nos olhos.

— Relaxa, amiga… eu filmei.

Minha cabeça virou devagar para encará-la, meu peito ainda subindo e descendo pesado.

— Então manda pro corno.

Ela soltou uma gargalhada alta, pegando o celular sem hesitar.


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r/ContosEroticos • • 1d ago

Sexo casual A primeira vez em casa, sem pressa. NSFW

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Me chamo Carolina. Tenho quarenta e cinco anos e moro sozinha, a duas quadras da praça. Naquele domingo à tarde o Mateo passou para me buscar e saímos para caminhar. Ele tem trinta e nove. Eu o conhecia há algum tempo por amigos em comum, já nos olhávamos e naquela semana tínhamos combinado de nos ver sem pressa. O parque estava tranquilo, com gente deitada na grama e o sol ainda morno. Caminhamos um bom tempo, falando de pouco, da semana, de nada em particular. De vez em quando nos olhávamos e a conversa ficava mais interessante, com olhares penetrantes. Eu sentia o corpo bonito, leve, com umas vontades que vinham de fazia bastante tempo, de não ter estado com ninguém em meses. Quando o sol começou a baixar eu disse para irmos em casa tomar um copo de água e passar no banheiro, que ficava perto. Ele aceitou sem perguntar muito.

Entramos e deixei as chaves na mesinha da entrada. Fomos ao banheiro, tomamos água. O apartamento estava em silêncio, com a luz da tarde entrando pela janela da sala e uma leve brisa que mexia a cortina. Ficamos de pé um momento, nos olhando, já com certa tensão que se entendia perfeitamente. Ele deu um passo e eu não me mexi. O beijo chegou devagar: primeiro na bochecha, bem perto dos lábios, depois mais para dentro. Não tinha pressa. Eu coloquei as mãos na cintura dele e senti o calor do corpo dele através da camiseta, e também o perfume dele, agradável, próximo. Ele me abraçou mais e o beijo se alongou. Senti como me molhava um pouco só de tê-lo assim, grudado, com a língua lenta contra a minha. Nos separamos um segundo para respirar e voltamos a nos beijar, mais fundo. Eu levantei a camiseta dele e toquei as costas, a pele quente sob os dedos. Ele fez o mesmo comigo, meteu as mãos por baixo da minha blusa e me acariciou a cintura, subindo devagar até o sutiã.

—Vem —eu disse, baixo—. Vem comigo.

Peguei na mão dele e o levei para o quarto. Liguei o ar-condicionado, coloquei uma música suave e acendi um incenso. A cama estava feita, com a luz de lado que entrava pela persiana meio abaixada. Sentamos na beira e continuamos nos beijando. Ele tirou a blusa pela cabeça, devagar, e eu tirei a camiseta dele. Nos olhamos um momento, pele com pele. Ele me beijou o pescoço, o ombro, e desceu até o peito. Desabotoou o sutiã e tirou. Os seios ficaram livres e ele os pegou com as duas mãos, suave. Me beijou o decote e depois os beijou, devagar, com a boca morna. Eu sentia confiança, fechei os olhos e passei os dedos no cabelo dele. Depois me deitei e ele baixou a calça e a calcinha juntas. Eu tirei tudo e fiquei nua, muito à vontade já, com o corpo solto sobre o lençol. Ele tirou o resto da roupa e se deitou ao meu lado.

Nos acariciamos um bom tempo, sem pressa, como nos descobrindo. Ele passou a mão pela barriga, pelas coxas, e eu toquei o peito, o abdômen, e desci até o pau. Estava duro, quente. Peguei e masturbei devagar, descobrindo cada detalhe, sentindo como pulsava entre os dedos, o calor, a pele. Ele abriu minhas pernas com cuidado e me tocou. Os dedos escorregaram porque eu já estava muito molhada. Me acariciou o clitóris suave e eu gemi baixo. Me beijou de novo e mamou os seios mais um momento, devagar, antes de descer.

Se acomodou entre minhas pernas e me chupou. Lambeu de baixo para cima, parando no clitóris. Deixou bem exposto com dois dedos e trabalhou com a língua em círculos, lento. Eu abri mais as pernas e coloquei uma mão na cabeça dele. A língua entrava e saía, e de vez em quando ele chupava mais firme, me massageava com o dedo por dentro e a língua por fora, com certo ritmo. Eu sentia como me molhava mais, como inchava tudo ao redor da boca dele. Levantei um pouco os quadris para dar melhor ângulo. Ele me segurou nas coxas e continuou, sem pressa. Eu gemi mais alto e gozei devagar, tremendo, apertando a cabeça dele entre as pernas. Ele continuou um pouco mais, mais suave, até que eu o afastei com a mão.

Fiquei um momento recuperando o ar, com as pernas ainda abertas e o corpo quente. Depois me virei e o empurrei suave para que se deitasse. Me ajoelhei ao lado dele e peguei o pau. A cabeça já estava melada. Tinha um pau divino. Lambei ao redor, devagar, saboreando aquele gosto novo, morno, e depois meti na boca. Chupei lento, mexendo a língua por baixo, sentindo o peso e o calor. De vez em quando tirava e olhava, brilhante, duro, e voltava a meter mais para dentro. Ele me acariciou o cabelo e as costas. Eu continuei um tempo, gostando de tê-lo na boca, de como as pernas dele se tensionavam.

Me afastei devagar e me deitei ao lado dele de novo, com o gosto dele ainda na boca. Ele se virou para mim e me beijou, lento. Depois subiu em cima. Abriu minhas pernas com as mãos e se acomodou entre elas. Esfregou o pau contra a boceta, devagar, sem entrar ainda. Eu sentia ele cutucando, bem ali, e isso me deixava louca. Me molhava mais. Coloquei as mãos nas costas dele e o aproximei.

—Mete —eu disse, baixo—. Devagar. Quero te sentir.

Entrou centímetro a centímetro. Eu senti cada um: a cabeça me abrindo, o estiramento lento entre as pernas, o calor me enchendo aos poucos. Gemi e abri mais. Quando chegou até o fundo ficou quieto um segundo. Eu o abracei e senti o peso dele em cima, tranquilo, com presença. Depois começou a se mexer, curto e profundo, todo dentro. Eu acompanhei com os quadris, sem pressa. Sentia como me enchia e como o líquido escorria pelo cu. Ele me beijou o pescoço e continuou, marcando um ritmo parelho. Eu gozei forte, tremendo dos pés à cabeça, apertando ele dentro, com a voz entrecortada.

—Não para —eu disse, quase sem ar.

Ele continuou um pouco mais, mais curto, e gozou também, quente, em ondas que eu senti uma por uma. Ficou em cima de mim um momento, respirando contra meu ombro. Depois saiu devagar e se deitou ao meu lado. Eu sentia minha boceta pulsar ainda, o vazio e como escorria um pouco pela coxa. Ficamos deitados, grudados, com uma mão dele na minha cintura e a minha no peito dele. O quarto estava em silêncio, só a música baixa e o ar-condicionado. Lá fora se ouvia algum carro distante. Eu tinha o corpo ainda quente e as pernas moles.

—Quer um café? —perguntei, depois de um tempo.

—Depois —ele disse.

Ficamos mais um pouco, sem falar. Depois nos levantamos e fomos ao banheiro. Eu primeiro, depois ele. Deixamos a porta aberta. Ele abriu o chuveiro e entramos juntos sob a água morna. Molhou meu cabelo e passou as mãos pelas minhas costas, devagar. Eu lavei o peito dele com as palmas. Ele pegou meus seios com as duas mãos. Estavam sensíveis. Apertou suave sob a água e se inclinou para chupá-los. A língua rodeou um mamilo e eu gemi baixo. Senti como ele ficava duro de novo porque eu tinha o pau na mão, grudado contra a coxa. Me ajoelhei no box, com a água caindo nas costas, e peguei. Lambei um pouco, ao redor da cabeça, e meti na boca. Chupei devagar, mexendo a cabeça, sentindo a água e o gosto dele de novo. Ele colocou uma mão no meu ombro e ficou quieto, me deixando fazer. Eu continuei mais um tempo, até que me levantei.

Nos enxaguamos e saímos. Ele me passou uma toalha e nos secamos em silêncio, ainda com o corpo morno. Voltamos para a cama e nos deitamos de novo, grudados, para o café da tarde que ainda não tínhamos tomado. Eu apoiei a cabeça no ombro dele e fechei os olhos um momento. Ele me acariciou o braço, lento. Lá fora já era noitinha.

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r/ContosEroticos • • 18h ago

Incesto Descobri que minha mãe é extremamente desejada NSFW

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r/ContosEroticos • • 19h ago

ménage à trois First time I shared my girlfriend. NSFW

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First time I shared my girlfriend.

This story of how I discovered how much I love sharing my girlfriend.

I (M22) was at a party with some friends and my ex, we were drinking and enjoying the hangout, my ex (M20) was white with big breasts, a little chubby, but just right.

We were dancing together and talking to our friend, he was a friend of both of us, but he is closer to me, but he never had much luck with women, and I always helped him with that, we had had several threesomes, always with one person away from each other, I always felt a certain pity for him, because he couldn't get any girls, he had never dated in his life, so during that night, I asked my ex, if she would give our friend a kiss, because he was the only one on our tour.

She stated that she would do that, because she liked him a lot and also didn't like seeing him alone, after she confirmed, my heart started to beat faster, I went to talk to him, I was already a little high, I went to my friend and asked if he would stay with my girl, he looked at me and started laughing and said he didn't know what to say, I said it was okay, that he could tell the truth, he then awkwardly stated that he would stay with her, when he confirmed my mother went further, and I thought of something else, I said for him to wait a little while he would go talk to her and come back.

When I went to talk to her, I asked if she would fuck him, she laughed, and then confirmed that she would fuck the two of us, so my dick got extremely hard at the idea of fucking her together with him, we had already had threesomes, but I never shared a girlfriend of mine, just random girls and when we were all single, after she confirmed that yes, I went to talk to my friend again.

When I came back, he laughed before I even said anything, and said he could already imagine what I was thinking/doing, when I asked if he would fuck her with me, he said yes, so the 3 of us said goodbye to the rest of the people, ordered an Uber and went to wait outside the club, there was an alley next to us, I told the two of them to go there and kiss so no one who knew us could see, but they were embarrassed and didn't go.

When the Uber arrived I was shaking and excited, very hard, just thinking about it all happening, thinking about doing this, knowing that it would be a "wrong" thing made me harder and more anxious.

So the three of us got into the car, I put her hand on my dick, to feel how I was, and I put her hand on his dick too, because I wanted to make things clear and intense, the trip was like that, she was touching my dick and my friend's, I was getting harder and harder, I would have cum right there, if I hadn't been drinking.

I'll post the rest of the story later, when we arrived and the three of us went to my room.


r/ContosEroticos • • 1d ago

Incesto Já vi minha cunhada nua de diversas maneiras (real) NSFW

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Disclaimer: não é um conto, tá mais pra um relato, mas é tudo 100% verídico.

Estou junto com minha mina já tem uns 8 anos e minha cunhada SEMPRE foi muito desinibida, ela não chegava a ser exibicionista nem nada relacionado, mas claramente ela não tinha nenhum tipo de pudor em falar de sexo, em ficar em certas posições ou até na roupa que ela veste.

Logo no começo do meu namoro, ela estava separada do atual companheiro dela, já tendo uma filha dele, eu ia sempre pra casa dela pois lá eu tinha mais liberdade com minha mina.

Nesse dia, ela levou um carinha lá, na real, ele subiu e passou uns 15min, levou ela pro quarto, fudeu e foi embora. A gente ficou literalmente NA FRENTE do quarto, então meio que deu pra ouvir tudo mesmo, tudo. O mano vazou e ela já saiu dando detalhes de como foi, usando um babydoll folgado e socado, mostrando a calcinha na parte da frente e a polpa da bunda atrás.

Muitas vezes a gente ia para a cozinha e ela sentava de pernas abertas, então eu via tudo que ela tinha kkkkk, ela não parecia ter vergonha. Não chegava a pagar calcinha 100%, mas sempre mostrava algo. Nesse mesmo dia ela me viu de pau duro (marcando no shorts) e comentou com minha mina que eu iria "dar trabalho".

Depois disso, o negócio desandou... Um dia estávamos na praia e uma onda levou o biquíni dela, ela ficou por uns 2min com os peitos de fora e o detalhe é que ela tem peito grande, então é impossível ela não ter notado. Eu tava na frente dela, junto com minha mina e tive que ficar fingindo que tava olhando pro outro lado.

Ela já deu detalhes de que o marido não fode bem, que ela sente saudades de gozar, já falou que um dos filhos dela ela fez no ônibus, no fundão... Também já falou que só usa fio dental.

Um belo dia fui vasculhar a gaveta dela, movido pelo tesao, e comprovei o que ela falava, ela realmente só usa fio dental.... Acho que tinha uma ou duas calcinhas "normais". Eu já vi ela nua trocando de roupa bêbada, já vi ela dormindo de babydoll e sem calcinha.. tudo isso sem a mínima vergonha, mesmo eu sendo "visita".

Apesar disso, nunca tive coragem e nem oportunidade de meter algum papo nela, ela é bem barraqueira, então eu não arrisco muito. Mas é foda ver ela dessas maneiras e ainda mais sabendo que ela me acha atraente (ela já comentou que sou bonito).


r/ContosEroticos • • 1d ago

Discussão [F] Confessei que meu corpo ardia por sentir um pau latejante na minha boca NSFW

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okay so i was really fucking drunk last night and i just blurted it out to my roommate that i've been fantasizing about having a big hard cock in my mouth again it's been so fucking long since i've done that and i can't stop thinking about it ever since i said it out loud it's like it unlocked something in my head and now i'm obsessed

my nipples are so hard right now and my pussy is absolutely soaked just thinking about it i can feel how wet i am it's dripping down my thighs and i can't stop touching myself i'm playing with my clit and sliding my fingers in and out of myself but it's just not enough i need more

i need someone to fuck my mouth i need to feel a cock hitting the back of my throat and making me gag i need to taste cum again i can't believe i just said that out loud but fuck it i'm so horny and i need it someone out there has to be feeling the same way right anyone up for g