Texto mais punhético que vocês já leram, é verídico e aconteceu ontem ( dom 11/10/26)
E GRANDE MAS VALE A PENA, a introdução explica como tudo acontece a parte quente é aonde pega fogo é pra quem é apressado e come cru mesmo:
--INTRODUCAO--
Eu e minha esposa estávamos com vontade de fazer sexo com algum telespectador nos observando. Somos um casal normal e fazemos isso poucas vezes no ano. Nessas ocasiões, sempre sou eu que tomo a iniciativa: procuro, escolho o cara, converso, vejo se ele é normal e organizo tudo.
Depois de anos fazendo isso sozinho, pedi, pela primeira vez, que minha esposa tentasse procurar alguém por conta própria.
Pra vocês entenderem, minha esposa é extremamente tímida e reservada. Ela leva meses pra criar coragem e topar algo assim e, mesmo quando aceita, só consegue ir se beber antes, até ficar meio zonza. Manter uma conversa com ela já é difícil, imaginem procurar um desconhecido pra nos assistir transando.
Mas, dessa vez, ela resolveu tentar. Criou um Tinder e passou semanas procurando alguém. O problema é que ela tinha muita dificuldade de dar continuidade às conversas. Até que, depois de todo esse esforço, um dia ela finalmente me mandou dois perfis de homens que havia encontrado.
Confesso que não gostei muito de nenhum dos dois.
Ela ficou meio brava, e com razão, afinal, depois de todo o trabalho que teve pra conseguir conversar com alguém, eu ainda vinha colocar defeito nos candidatos! Kkk.
Então, resolvi demonstrar confiança na escolha dela e pedi o contato justamente daquele de quem eu menos tinha gostado.
o rapaz que não curti muito e não sei explicar porque era um cara comum, na casa dos 27 anos, moreno, 1,80 m, recém-divorciado e que gostava muito de futebol.
No perfil dele havia várias fotos com o filho pequeno, e parecia ser um pai muito amoroso. Mas o que mais me incomodava era o fato de ele morar na mesma cidade que nós.
Considero nossa cidade relativamente pequena, onde é fácil acabar encontrando alguém conhecido. E nós prezamos muito pela privacidade. Não quero estar andando na rua e dar de cara com alguém que já viu minha esposa pelada, transando como um animal! Kkk.
Enfim, apesar desse receio, resolvi conversar com o rapaz do futebol. Minha esposa já tinha trocado algumas palavras com ele pelo Tinder, e ele havia passado o WhatsApp.
Mandei mensagem e começamos a conversar.
Descobri que ele havia se separado há uns seis meses, saía pouco, era reservado, não tinha vícios e que o grande brilho da vida dele era o filhinho, que passava os finais de semana com ele.
E não é que acabei gostando do sujeito?
Passamos horas trocando mensagens, e aquela primeira impressão ruim foi ficando pra trás.
Só que, pra entenderem o que aconteceu depois, preciso explicar como estava sendo nossa semana.
Fazia dias que eu e minha esposa tentávamos encontrar alguém pra nos assistir, mas estava simplesmente impossível. Todo solteiro que aparecia, demonstrava interesse e combinava alguma coisa acabava dando pra trás justamente no dia.
Só naquela semana, já tínhamos levado uns dez bolos!
Estávamos cansados de combinar, criar expectativa e depois ter que cancelar tudo. Por isso, naquele domingo, decidimos que queríamos resolver de uma vez.
Enquanto conversava com o rapaz do futebol, descobri dois problemas.O primeiro era que ele estava com o filho pequeno em casa, esperando a ex-mulher buscá-lo. Ela deveria aparecer às 17h.O segundo era que ele estava sem veículo, pois havia sofrido um acidente e sua moto estava na oficina.
Pensei comigo: "Puta merda, mais um que não vai dar certo!"Mas, enquanto eu tentava pensar numa solução, o rapaz pareceu ler minha mente e perguntou:"E se vocês viessem aqui em casa?"Olha... Eu nunca tinha ido à casa de ninguém pra fazer esse tipo de coisa. Sempre preferi motel, justamente pela privacidade e por ser um ambiente neutro.E minha esposa é uma gata: baixinha, cabelo preto, corpão de academia, pernas grossas, peitão, cintura fina e uma bunda enorme.Na hora pensei: "Caramba, o cara vai ver minha esposa pelada, e eu ainda vou ter que levar ela na casa dele? É iFood de gostosa, é?" Kkkkk.
Mas estávamos com tanta vontade de nos exibir e já tínhamos levado tanto bolo que acabei aceitando.
Em outras circunstâncias, provavelmente teria recusado. Mas, naquele momento, parecia ser nossa última oportunidade de fazer alguma coisa naquela noite.
o problema que ele tava com o filho e a ex tava atrasada 5 horas pra buscar o menino e como era tarde, e ela não aparecia, resolvemos cancelar todo rolê e pra não perder a noite iríamos ao motel só eu e ela, não era o que queríamos mas fazer o que, chegamos no motel 00:20, Chegando no motel, minha esposa bebeu um pouco da ice que levamos. Fazia quinze minutos que estávamos lá quando recebi uma mensagem do jogador:
“A ex buscou o menino. Meia-noite e quarenta e sete.”
Respondi que a gente já estava no motel e agora não tinha o que fazer. Como ele estava sem veículo, ficou meio abatido, mas fazer o quê? Demos o assunto por encerrado.
Minha esposa pegou meu celular e pediu pra tirar uma foto pra ele, pra pelo menos ver como ela se preparou. Eu deixei. Ela abriu o sobretudo e tirou foto da lingerie (sem o rosto aparecer) e mandou de visualização única. Essa foi a chave de virada que ele precisava.
Ele respondeu:
“Eu vou aí. Vou pedir um Uber.”
Já ouvi falar de pessoas que vão ao motel de Uber. Acho diferente e audacioso. Eu teria vergonha da cara do motorista me olhando.
Falei pra ele deixar pra lá, porque ele morava num local ermo e longe e não teria Uber pra voltar do motel. Achei que o assunto tinha acabado.
Uns minutos depois, quando já estávamos nos beijando e íamos começar, ele mandou:
“Fui na casa do meu irmão e implorei pra ele me emprestar o carro. Tá aqui comigo.”
Eu e minha esposa rimos e gostamos da atitude. Ele obviamente queria muito nos assistir. Perguntei pra ela o que achava de irmos embora pra casa dele, já que, apesar de ter que pagar o motel, não era o que procurávamos. Ela achou que seria divertido.
--FIM DA INTRODUÇÃO PARTE QUENTE--
Pegamos a moto, pagamos o motel sem usar e fomos pra casa dele. Pedi que ele voltasse pra casa com o carro, que iríamos até lá. Me arrependi nem cinco minutos depois: a casa era longe, nem parecia a mesma cidade. Tinha trecho de estrada de chão e um breu que parecia filme de terror. Era um bairro bom, com ótimas casas, mas bem isolado. Cheguei lá, mas pensei em voltar umas cinco vezes, kkk.
Ele nos recepcionou na porta. Eu não havia enviado nenhum tipo de foto nossa, porque gosto de manter a surpresa. Nem nossos rostos ele tinha visto ainda — somente a do Tinder, que ela colocou aparecendo um pouco a boca e os seios, o que dava pra entender que era muito bonita, mas não o quanto. Quando desci da moto, pude ver na cara dele o espanto: a mulher era muito mais bonita do que ele imaginava. Muito.
Entramos. A casa era bem organizada pra um solteiro, limpa e cheirosa — um homem cuidadoso. Sentamos no sofá. Puxei assunto. Minha esposa, tímida, não conseguia conversar muito (pra variar) e bebia a última ice pra criar coragem. Puxei uns assuntos, mas depois de quinze minutos já parti pra cima dela. Eram duas da manhã e até agora não tínhamos feito nada.
Falei:
— Sei que a casa é sua, mas vou tomar a liberdade de guiar toda a situação, ok?
— Opa, fica à vontade.
Gosto de guiar porque minha esposa é tímida e só eu a conheço. Eu chamo a pessoa somente para assistir, mas vou perguntando no ouvido dela se permite algo mais — toques e tal.
Começamos a nos beijar. Ela foi se esquentando rápido: a bebida, semanas sem fazer o fetiche, mais de uma ou duas semanas sem sexo. Levantei ela do sofá, coloquei de frente ao rapaz e, devagar, abri o sobretudo. A lingerie ficava estufada no corpaço dela — era cena de encher a boca d’água (ou os olhos). Vi na cara dele a perplexidade.
— Gostou?
— Misericórdia…
Comecei a apalpá-la toda. Ele, vidrado na cena. Pedi pra ela dar uma voltinha e aquela bundona redondinha, empinada e volumosa quase engolia o fio da lingerie. Ele ficou estático.
Voltei a sentar no sofá e trouxe ela. Ela subiu em cima de mim e ficava cavalgando de roupa mesmo, se esfregando em mim a centímetros dele, que estava sentado ao lado. O pau dele claramente estralando de tão duro.
Enquanto ela fazia isso, perguntei no ouvido dela:
— Ele pode te apalpar?
Ela deu um sorriso de quem já estava soltinha do álcool e balançou a cabeça afirmativamente.
Falei:
— Fulano, sei que é só pra você ver, mas ela deixou.
Peguei a mão dele — ele olhando em choque — e coloquei na bunda dela pra ele apalpar. Ele apertou, segurou, e eu tirei a mão dele.
Ele claramente estava gostando, e nós também. Ela me fez oral por uns minutos. Levantei ela, coloquei novamente de frente a ele e falei:
— Fulano, abre as pernas.
Fui no quarto dele (ele sem entender nada), voltei com um travesseiro e joguei sobre a cintura dele. Mandei ela deitar em cima do travesseiro e falei pra ele:
— Nada de mão boba.
Ele colocou as mãos pra trás do corpo. Eu fui no meio das pernas dela e comecei a chupá-la. Da visão dele, estava ao lado da nuca dela; ela deitada em cima dele, com o travesseiro separando. Ele via os peitos dela tampando a visão e eu lá fazendo oral. Ela gemia, se retorcia, e ele vidrado na situação.
Depois de chupar bem, levantei, puxei os dois braços dele de trás, deixei os seios dela à mostra e coloquei ambas as mãos dele em cima. Voltei a chupá-la enquanto ele apalpava e apertava os seios. Ela estava em êxtase: gemia, contorcia, gemia de novo. Parei pra ela não gozar. Ela saiu de cima dele exausta e caiu meio de lado no sofá, ao lado dele.
Esperei ela se recuperar, sentei no sofá e tirei a calcinha dela, ficando somente com a cinta-liga nas pernas e o sutiã agora aberto. Mandei ela vir por cima e ela cavalgou bem. Às vezes ficava ajoelhada em uma perna pra ter mais espaço e lançava o quadril contra o meu. Ainda bem que eu não ejaculo fácil — alguém que não conhece teria perdido a batalha ali, kkk.
Levantei ela novamente, coloquei o travesseiro em cima do colo dele (pra ela não ter contato com o pênis dele, que parecia que estava doendo de tão duro) e mandei ir de frente, por cima do travesseiro, segurando nos ombros dele — meio que abraçando — e gemendo no ouvido dele. Ela se posicionou e, enquanto eu penetrava, ela gemia com gosto. Ele fechou os olhos e só curtia os sons do sexo e os gemidos.
Nesse ponto minha esposa já estava bem no clima. Quando gosto da pessoa, começo a ficar mais ousado. Vi que ele parecia apto e ela também gostou dele. Então mandei ela começar a chupar o pescoço dele. Continuei meu trabalho e agora ele sentia o vai e vem nosso enquanto ela gemia e chupava o pescoço. Parei num determinado momento e mandei ele fazer o mesmo nela, já que estavam pescoço com pescoço. Ela vai ao delírio com isso: começa a gemer e urrar.
No meio, me empolguei e mandei ela beijar — coisa que normalmente não fazemos. Parei de penetrar. Ela montou no travesseiro e os dois começaram a se beijar, ela cavalgando no travesseiro. Mandei ela dar os seios pra ele e ele se esbaldou naquela posição.
Troquei de posição: tirei o travesseiro, sentei ao lado dele. Ela veio me fazer oral e perguntei se ele podia se masturbar nos vendo. Ela deixou. Ele sacou pra fora — não muito maior que o meu, bem parecido, só mais grosso. Ela continuou; ele assistia se massageando. Então pedi pra ela fazer oral nele e ela foi empolgada. Pegou pesado, ficou de quatro e começou sem dó, rápido e selvagem, como se fosse sair suco de lá. Falei pra ele avisar se fosse gozar. Ela continuou sem dó e eu falei pra ela acalmar um pouco, ou ele não ia aguentar.
Levantei, mandei os dois ficarem de pé e falei:
— Vamos pro quarto. Mas antes…
Joguei um travesseiro no chão, mandei ela ajoelhar e ambos colocamos os membros na frente do rosto dela pra mamar alternando. Ela fazia uma cara de puta, revirava os olhos, chupando como se fosse a coisa mais gostosa do mundo. Me olhava com cara de safada enquanto o pau dele enchia a boca dela. Era uma cena absurda.
Mandei ela levantar e namorar ele. Eles se abraçaram e começaram a se beijar, se apalpar. Deixei um pouco eles se excitarem e falei pra irmos pro quarto.
Fomos. Mandei ele sentar e, enquanto ela mamava nele, eu comia ela de quatro. No ápice da situação, perguntei se ela queria abrir uma rara exceção e dar pra ele. Ela negou. Então pedi pra ele colocar uma camisinha que eu tinha deixado debaixo do travesseiro — era brilhante no escuro — e queria que ela mamasse nele usando. Ela olhou pra minha cara sabendo que eu estava aprontando algo, só não sabia o quê, kkk.
Voltamos à posição: ela chupava o membro e eu nela de quatro. O negócio brilhava mesmo. Comecei a massagear o clitóris dela durante o ato e ela começou a se molhar toda de excitação — nem conseguia chupar ele direito pela falta de concentração e pelo êxtase do prazer.
Tirei de dentro dela, já meio cansado de tanto marretar sem parar, e falei no ouvido dela:
— Vai… vai lá…
Encorajada pelo tesão, ela não pensou duas vezes. Eu sentei ao lado dele e ela subiu no pau dele de uma vez só, já com o joelho levantado pra quicar ainda mais alto e forte. Fiquei assistindo.
Foi quando tive a ideia: corri na sala, peguei meu celular, liguei a luz do quarto (ela não gosta de luz acesa — sempre fazemos meio escurinho, só pra dar pra ver) e comecei a filmar a cena. (Como nos meus últimos relatos do meu outro perfil, todo mundo fica me enchendo o saco pra ver foto ou vídeo. Gravei esse pra vocês mesmo. É curto, mas é real — e inclusive vocês ouvem ela reclamar da luz acesa, kkkk. O vídeo é curto, mas muito bonito. Se alguém quiser, vou postar em algum OnlyFans da vida no meu perfil, só pra vocês verem. Baratinho, só pra cobrir o custo do programa de edição.)
Enquanto ela sentava com violência nele eu filmei um pouco, ela quicava como se parasse fosse morrer, o rabo dela todo vermelho já quando menos espera ele da um tapão que deixa outra marca(podem ver pelo vídeo), eu queria participar então eu subi na cama e dei pra ele me chupar enquanto eu gravava. Parei o vídeo e fui apagar a luz (ela não gosta). Ela já não estava aguentando pirocada de dois: eu já tinha feito um monte e o menino veio com gás.
Pedi pra mudar de posição. Ele jogou ela meio pra trás e, ambos sentados, ela quicava nele e ele tentava meter. Ela jogou o corpo pra trás; eu aproveitei pra chupar os peitos e beijar a boca dela. Pedi pra eles trocarem de posição. Ele foi logo de frango assado, enquanto eu colocava o pau na boca dela pra ela chupar.
Nessa hora ele se soltou e mostrou pra o que veio: começou a socar nela sem dó nem piedade, com força e velocidade, como toda mulher gosta quando está no clímax. Ela urrava de prazer e virava o olho. Até tirei o pau da boca dela pra ela conseguir respirar. Ele, numa velocidade de animal, grudou na garganta dela, enforcando-a e socando com ódio. O rosto dela ficava vermelho de prazer e ela xingava:
— Aaaaaaaain, vagabundo!!
Ela adora que peguem no pescoço. Ele foi com vontade e socou como se não houvesse amanhã. Parou por um momento pra tomar fôlego. Ela estava até desnorteada de tanta pica que tomou. Ficou uns minutos respirando pesado, cansada e exaurida pelo sacode que levou.
Pedi pra ela levantar — o que tivemos que ajudar, porque estava exausta e meio tonta com a bebida ainda. Mandei ele pegá-la de pé pra encerrarmos, pois ela não estava aguentando mais. Ele pegou uma perna dela, ergueu e começou a comê-la de lado, segurando a outra perna na mão, ambos de pé. E ali ele se soltou de vez: começou a meter com força total, sem dó, do jeito que ela gosta. Ela urrava e eu, sentado, só assistia. Me arrependi de não ter gravado essa.
Ela não aguentou: caiu pra frente, de cara no colchão. A posição ficou linda e perfeita. Ele socava e ela urrava, virando o olho. As batidas eram violentas, a cama estava mexendo do lugar e eu assistia me masturbando. Ela olhava pra mim com a cara vermelha, cheia de prazer e tesão, olhando dentro do meu olho enquanto tomava a maior surra de vara da vida dela.
Falei:
— Manda ele te comer, amor.
Ela olhou pra trás, com ele dando a vida na socada, e falou brigando:
— ME FODE! VAI! ME COME!
Chega a ser um choque até pra mim, que tô dez anos casado com ela: a diferença da mulher tímida e recatada pra quando ela já está bêbada no ato… parece outra pessoa. Geralmente quem está nos acompanhando fica literalmente em choque com a vontade que ela esbanja.
Não deu outra. Quem aguentaria um trem desse? Na hora ele anunciou que ia gozar e eu gritei:
— Não, não! Segura!
Ele tirou pra fora e fez o esforço hercúleo de não gozar… e conseguiu. Ela estava jogada na cama de forma que a alma tinha até saído pra passear.
Perguntei:
— Podemos encerrar, amor?
— Sim. Não aguento nem andar.
Coloquei um travesseiro no chão, mandei ela ajoelhar. Deixamos ambas as picas na cara dela e começamos a bater.
Falei:
— Goza na boca dela.
Ela abria e escancarava a boca, fazia “aaaaah”, tirando a língua toda pra fora, pedindo leite. Pedi pra ele avisar, porque gosto de gozar junto com a pessoa e encher ela de leite, mas, dada a situação em que ele estava um minuto atrás, não deu tempo. Ele jorrou porra na cara dela toda, na boca, desceu pros peitos — uma quantidade generosa. Eu ainda batendo. Ela olhou pra mim com a cara toda melada e eu mandei ela beber o que tinha escorrido. Ela pega com o dedo o que estava descendo, junta uma boa quantia, olha pra ele e derrama na boca. Olha pra mim e começa a me chupar, mas a porra ainda estava toda dentro da boca — ela não engoliu. Meu pau encheu da porra dele e, na hora que gozei, explodiu sêmen pra todo lado: na cara, no olho, no cabelo, na boca, no nariz… tudo.
Não sei quem estava mais exausto. Eu e ele, claramente, até com cãibra. Ela levantou e foi pegar a toalha. Eu e ele nos sentamos no sofá da sala, exaustos, exclamando coisas impressionados:
— Nossa…
— Uau…
— Eita…
— Caramba…
Ambos respirando pesado, cansados e extremamente saciados. Começamos a rir à toa.
Falei:
— Aposto que você não imaginou que seu domingo seria assim, kkkkk.
— Nunca, kkkk.
Nos ajeitamos, nos despedimos e voltamos exaustos, felizes e com medo daquela merda de estrada feia. Mas se postei é porque cheguei vivo.
**postei o vídeo no privacy pelo valor mínimo que o site deixa, não deixaram eu baixar mais, quem quiser ver ta no meu perfil, o momento que ela parte pra penetracao com ele.**