r/FilosofiaBAR • • 11h ago

Questionamentos Teoria da internet morta

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Imagine só tudo que você vê, lê, escuta e vivência na internet — não passa de BOTs controlando tudo.

Um vídeo.

Um comentário.

Um perfil na rede social.

Será que toda interação que você faz na internet é real?


r/FilosofiaBAR • • 19h ago

Discussão O problema de esperar das pessoas aquilo que elas nunca prometeram ser

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Acho que uma das coisas que mais machucam nas relações humanas não é apenas aquilo que alguém faz conosco, mas a diferença entre quem essa pessoa realmente é e quem acreditávamos que ela fosse. Conhecemos alguém, criamos um vínculo, compartilhamos partes da nossa vida e, com o tempo, começamos a imaginar como essa pessoa vai agir quando precisarmos dela. Acreditamos que estará presente, que terá consideração pelos nossos sentimentos e que demonstrará o mesmo cuidado que demonstramos. Nem sempre fazemos isso conscientemente. Às vezes, basta uma sequência de momentos bons para começarmos a acreditar que eles continuarão acontecendo. O problema surge quando a realidade não corresponde àquilo que construímos na nossa cabeça. Então, não sofremos apenas pelo que aconteceu, mas também por tudo aquilo que imaginávamos que aconteceria e nunca aconteceu

É estranho perceber como podemos transformar gestos espontâneos em compromissos que nunca foram estabelecidos. Damos atenção, oferecemos nosso tempo, escutamos os problemas de alguém e procuramos estar presentes porque aquela pessoa é importante para nós. Até aí, não existe necessariamente um problema. A dificuldade começa quando, sem perceber, passamos a tratar tudo isso como uma espécie de dívida. Esperamos que o outro se lembre de nós da mesma maneira, que demonstre carinho na mesma intensidade e que esteja disponível quando precisarmos. Quando isso não acontece, sentimos que fomos injustiçados. Mas será que a outra pessoa realmente prometeu tudo aquilo ou fomos nós que construímos essa promessa dentro da nossa cabeça? Essa pergunta é desconfortável porque nos obriga a reconhecer que, em algumas situações, criamos expectativas sem conversar sobre elas e depois responsabilizamos alguém por não ter cumprido um acordo que nunca existiu

Isso não significa que devemos aceitar qualquer comportamento ou fingir que a reciprocidade não importa. Uma relação em que apenas uma pessoa procura, cuida, escuta e faz esforços para permanecer dificilmente se sustenta de maneira saudável. Temos o direito de esperar respeito, honestidade e consideração, principalmente quando existem compromissos assumidos. A questão é entender a diferença entre aquilo que foi combinado e aquilo que imaginamos que deveria acontecer. Ninguém é obrigado a sentir exatamente o que sentimos, a demonstrar afeto da mesma maneira ou a permanecer para sempre na nossa vida. Porém, também não somos obrigados a continuar investindo em alguém que demonstra repetidamente não querer construir uma relação conosco. Aceitar que o outro é livre não significa abrir mão da nossa própria liberdade de ir embora

Uma das maiores dificuldades seja aceitar que conhecer alguém não significa conhecer tudo o que essa pessoa é. Às vezes, enxergamos qualidades verdadeiras, mas começamos a acrescentar outras que gostaríamos que ela tivesse. Pegamos pequenos gestos e os transformamos em provas de uma lealdade que ainda não foi demonstrada. Interpretamos palavras como garantias e momentos de carinho como promessas de permanência. Quando a pessoa age de uma maneira diferente daquela que esperávamos, sentimos como se tivéssemos perdido alguém. Em certas situações, porém, o que perdemos foi a imagem que construímos. Isso não torna a dor menos real. Afinal, uma expectativa também pode ocupar um espaço enorme na nossa vida, mesmo que nunca tenha existido fora de nós. O importante é aprender a olhar para as pessoas pelo que elas demonstram ser, em vez de insistir naquilo que gostaríamos que fossem

E existe uma diferença entre confiar e esperar que alguém nunca nos decepcione. Confiar é reconhecer que uma pessoa tem demonstrado atitudes que justificam a nossa confiança. Esperar que ela jamais mude, erre ou tome uma decisão que nos machuque é tentar transformar uma possibilidade em garantia. Não temos como conhecer todas as escolhas que alguém fará no futuro, assim como ninguém pode ter certeza de que permaneceremos exatamente iguais ao longo dos anos. Isso não significa que devemos viver desconfiando de todo mundo, procurando sinais de traição em cada gesto ou nos preparando para o pior a cada instante. Viver dessa maneira seria apenas trocar uma expectativa idealizada por um medo constante. O caminho está em permitir que a confiança seja construída com o tempo, sem exigir garantias impossíveis e sem ignorar aquilo que a realidade nos mostra

Também precisamos entender que não esperar nada de ninguém pode se transformar em uma armadilha quando interpretamos isso como a obrigação de não precisar de pessoa alguma. Somos seres humanos e precisamos de vínculos, companhia, afeto e apoio. Querer reciprocidade não é fraqueza, assim como sentir saudade ou ficar triste com o afastamento de alguém não significa que perdemos a nossa dignidade. O problema não está em nos importarmos, mas em fazer da resposta de outra pessoa a única medida do nosso valor. Quando toda a nossa tranquilidade depende de uma mensagem, de uma demonstração de carinho ou da permanência de alguém, acabamos entregando a outra pessoa um poder sobre nós que nenhuma relação deveria exigir. Aprender a se preservar é conseguir gostar de alguém sem abandonar a própria vida, reconhecer uma ausência sem transformar isso em uma sentença sobre quem somos e aceitar que nem todos os vínculos terão o mesmo destino que imaginamos

Amadurecer é aprender a abandonar a necessidade de controlar aquilo que nunca esteve inteiramente sob nosso controle. Não podemos obrigar alguém a nos amar, a reconhecer nossos esforços ou a permanecer ao nosso lado. Podemos, entretanto, escolher o que fazemos diante das atitudes dessa pessoa. Podemos conversar, esclarecer o que sentimos, estabelecer limites e decidir quando insistir deixou de fazer sentido. E, principalmente, podemos parar de confundir o nosso esforço com uma garantia de retorno. Fazer o bem a alguém não assegura que receberemos o mesmo em troca, mas isso também não significa que todo gesto de carinho tenha sido inútil. Algumas relações serão recíprocas, outras mudarão e algumas terminarão sem nos oferecer a explicação que gostaríamos de receber. Nem sempre conseguiremos compreender tudo, e talvez precisemos aprender a conviver com certas perguntas sem resposta

Não quero acreditar que a solução para as decepções seja deixar de confiar nas pessoas, tornar-se indiferente ou viver esperando que todos nos machuquem. Isso seria permitir que as experiências ruins determinassem a maneira como enxergamos todas as outras pessoas. Prefiro pensar que podemos continuar oferecendo o que temos de melhor, mas com mais consciência sobre onde estamos colocando nosso tempo, nosso afeto e nossas expectativas. Podemos amar sem transformar o amor em cobrança, ajudar sem usar a ajuda como moeda de troca e confiar sem exigir que alguém garanta o futuro. E também podemos reconhecer quando estamos dando muito mais do que recebemos, sem precisar odiar a outra pessoa para nos afastarmos. Às vezes, seguir em frente não exige descobrir quem estava certo, conseguir um pedido de desculpas ou fazer com que alguém finalmente compreenda a nossa dor. Exige apenas aceitar que não podemos construir uma relação por duas pessoas


r/FilosofiaBAR • • 15h ago

Discussão Estamos vendo uma das bases filosóficas do liberalismo ir pelo ralo

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Um dos argumentos liberais contra o fim da desigualdade econômica e da propriedade privada dos meios de produção é que numa sociedade sem esses elementos, as pessoas não teriam motivação para inovar, criar novas tecnologias e assim por diante. Existiria uma estagnação pois não haveria incentivo financeiro para as pessoas criarem coisas competitivas e ficarem com fatias de riquezas.

O que está acontecendo agora, e milhares de outros exemplos, ao meu ver, desmonta esse argumento por completo. Estamos vendo um esforço coletivo para fazer uma decompilação de aplicativos de código fechado, para código aberto. Basicamente um monte de gente que nunca se viram estão trabalhando arduamente, gastando horas e dinheiro do próprio bolso para criar aplicativos de código aberto acessível a todos, sem ganhar um centavo por isso.

Acho que isso demonstra que tendo condições e viabilidade, as pessoas irão criar coisas sem desejar nenhuma contrapartida financeira por isso, muito pelo contrário.


r/FilosofiaBAR • • 14h ago

Questionamentos Oi pessoal!!! Eu ainda estou aprendendo e queria tirar uma dúvida sobre o anarquismo!!

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Como ficaria a questão da segurança já que eles rejeitam hierarquias? Ou seja, quem julgaria as pesoas? E pra onde elas iriam se não teriam prisões? Se alguém cometer algo grave como um assassino matar várias pessoas o que vai acontecer? Tipo vai ser meio "olho por olho dente por dente" e justiça com as próprias mãos?? Ou algo mais ressocialização algo mais pacífico Eu fico em dúvida porque não consigo ver isso acontecendo. Se com um tribunal a justiça já é falha fico pensando que pioraria demais sem uma,organização nesse sentido


r/FilosofiaBAR • • 11h ago

Questionamentos El Todo y su función 5.0

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El Todo y su función 5.0

Puente / Vehículo. Mi opinión desde Spinoza y Hegel y Juan 14:20

"No hago exégesis de Juan 14:20, lo uso como vehículo simbólico equivalente a Sustancia y Espíritu"

Como especie humana, durante cientos de años hemos conceptualizado la existencia.

A partir de crear mitos y leyendas que han dado forma a la humanidad. El hombre tiene que contarse historias para poder sobrevivir como especie. Y estas, en su momento novedad, con el tiempo se convierten en leyenda y terminan en mito.

Y estos mitos, cuando la duda no es respondida, terminan en temores en la psique humana. dandole formas al dogma.

  1. Origen

Los seres humanos tendemos a confundir la finalidad con el vehículo, y esto nos lleva a desarrollar el egoísmo común —es decir, el Dogma—, colocando fronteras meramente ideológicas por "quién dijo qué".

Etica desde el egoísmo:

Pienso que el ser humano es egoísta por naturaleza, ya sea consciente o inconscientemente, en su forma de comportarse. Ser bueno no anula el ser egoísta, debido a los altos grados de intereses que este tenga.

Porque lo que para unos es bondad, para otros es vileza. Por ignorancia o por vanidad, cada uno decidirá qué vehículo ocupar para cruzar puentes y fronteras ideológicas para formar o deformar su mapa.

Gobernante / religión: puede verse como un ser bueno, pero detrás de esa función está el egoísmo. Por conseguir poder, placer y gloria al defender su posición.

La finalidad: despojar a todo mito o religión de todo, excepto de su función.

Aunque nuestro paso por esta realidad es corto, nos lleva a cuestionar la misma y a buscarle sentido a lo que nos hace sentir.

Los seres humanos nacemos ignorantes y esto nos desarrolló el miedo y la duda y con ello el egoísmo.

El egoísmo común y el racional. Este empezó a formar posturas y esas posturas se terminaron convirtiendo en cultura. Y actualmente nos hace tener un alto contraste de pensamiento.

Cada una tratando de explicar lo mismo. Pero ya sea por raza, etnia, religión,color o idioma, la interpretación siempre varía.

Somos una parte del Todo capaz de conceptualizar al Todo.

  1. El universo como función: Puente / Vehículo

-Spinoza lo llamó Sustancia que se piensa en sus modos. Hegel lo llamó Espíritu que se reconoce en el otro. Juan lo dijo como yo estoy en el Padre, como el Padre está en mí. Tres vehículos, un mismo puente.-

Parto de la célebre afirmación de Jesús: "Yo estoy en el Padre, como el Padre está en mí". Esto me llevó a reflexionar y a cuestionarme la existencia propia.

Más allá del relato religioso que nos han contado durante cientos de años, tal vez no refiriéndose a un dios como tal sino al mismo universo, ya que estamos compuestos de este mismo, me he dado cuenta de que somos un organismo capaz de contemplar y cuestionarse a sí mismo.

Somos una especie momentánea que habita un espacio un momento, como células naciendo y muriendo a todas horas. Conexiones de un órgano mucho más inmenso que llamamos universo.

Nuestra existencia es finita, la del universo posiblemente no.

Por eso propongo definirlo así:

No es un ser físico. No tiene rostro. Tiene función. No se le percibe como presencia física, sino como función operativa en cada conciencia humana, formulando preguntas a las cuales nos pasamos la vida tratando de darles respuesta. A eso lo llamamos conciencia.

  1. Premisa: El Todo y su fragmento

Somos una expresión mínima y fragmentaria del Todo, pero con una particularidad absurda: siendo microscópicos en esa escala, tenemos la capacidad reflexiva de intentar comprender la estructura misma que nos contiene. Es el Todo mirándose a sí mismo a través de nosotros.

Ilustración metafórica:

Mentes que se quejan,

unas a otras se reflejan,

se comparan, se asemejan.

Hasta que ven el panorama completo.

Y nos damos cuenta de que somos partes fragmentarias en el Todo.

  1. Presencia

Si te dijera que Dios existe físicamente y que está sentado en la tienda de la esquina, me dirías que estoy mintiendo o desvariando. ¿Cierto?

Pero si te dijera que está en cada conciencia humana, no como presencia sino como función, solo formulando preguntas a las cuales nos pasamos la vida tratando de darles respuesta, y que a eso lo llamamos mente o conciencia,aunque estas son diferentes pero hacen que se de el alto contraste de pensamientos, no me dirías lo mismo.

  1. El mecanismo

Ese contraste nos despertó dos egoísmos: el común y el con conciencia racional. Y esto nos dividió no por maldad, sino por indiferencia.

¿Por qué por indiferencia? Porque es más cómodo defender el vehículo propio que traducir el ajeno. Al contrastar, me reconozco como dueño de una posición. Ese reconocerme dueño hace mover a la otra de su naturaleza cómoda que llamamos duda, a una vista más abismal e incómoda. Pero que nos acerca más a la claridad y la virtud.

El Axioma:

Defino el egoísmo no como defecto ético o moral, sino como conatus. Todo individuo persevera en su ser transformando su ignorancia en virtud.

Es consciente de que, a largo plazo, tendrá que actualizar lo aprendido. Porque si ignora su propia ignorancia, esa ignorancia se transforma en dogma.

Y esto ocurre porque no habitamos una realidad estática, sino una que cambia constantemente y que se contrasta con otros autores creadores de sistemas simbólicos contingentes.

Pero debido a las fronteras ideológicas —morales—,éticas o religiosas—, no se quiere explorar el mapa entero.

Finalidad: no defender el vehículo, sino actualizar el mapa.

Notas

• Egoísmo común: Se da por la falta de estudio o reflexión de sí mismo y de su entorno. Ignora la opinión ajena a la suya y cree que su presencia o sus palabras tienen valor por encima de cualquiera. Y en vez de agradecer, se molesta si se le corrige cuando verdaderamente está equivocado.

• Egoísmo racional: Se da cuando el sujeto estudia, piensa, reflexiona, debate y escribe. Defiende su posición, pero a su vez le da miedo porque su posición puede no ser la correcta y tenga que hacer modificaciones a lo que ya sabía, como una actualización. Pero no por esto se deprime, se fortalece, porque lo hace formar un contraargumento.

Epílogo:

"Y un escenario contrario no es más que superstición

Pero nada va a arruinar esta función

En la que me siento consciente y fuente de mi determinación

¿Entonces a vivir un engaño usted se acelero?

La respuesta es sí, pero no

Puesto que la razón tiene razón, pero la percepción ganó

Actuaré ignorando ser otra ficha de dominó"


r/FilosofiaBAR • • 12h ago

Discussão Grupo de estudos para evolução do ser

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Pessoal, aos que não acreditam por favor, evitem comentários desrespeitosos. Mas já inicio dizendo que não sei se aqui seria o melhor sub para essa solicitação.

Porém caso não seja, se puderem indicar, eu aceito, por gentileza.

Como muitos sabem, a evolução acontece por meio do conhecimento que adquirimos ao longo de nossa jornada na Terra, assim como pela prática da caridade e do auxílio ao próximo.
Pensando nisso, quero formar um grupo com pessoas que estejam dispostas a dar o seu melhor para aprender, evoluir juntas e ajudar o próximo, sem qualquer finalidade lucrativa.

A proposta é simples:
Conhecimento e estudo: uma vez por semana, escolheremos um livro voltado ao crescimento espiritual, ao autoconhecimento e ao desenvolvimento pessoal. Cada participante poderá compartilhar suas interpretações, reflexões e opiniões, para que possamos aprender uns com os outros.

Prática da caridade: uma vez por mês, escolheremos um local, uma ONG ou um abrigo para realizar doações. Cada pessoa contribuirá livremente, de acordo com suas possibilidades e sua vontade, sem qualquer obrigação de valor ou contribuição financeira.

Troca de experiências: queremos criar um ambiente de respeito, em que todos possam compartilhar conhecimentos, ideias e experiências, sempre com o propósito de crescermos juntos.

Não haverá mensalidades, venda de cursos, interesses políticos ou qualquer outro tipo de finalidade que fuja à proposta do grupo. Nosso foco será exclusivamente a espiritualidade, o conhecimento, o autoconhecimento e a prática do bem.

O principal requisito é o comprometimento. A ideia é reunir pessoas que realmente queiram se dedicar a esse propósito, colocando em prática aquilo que aprendemos e contribuindo, cada um à sua maneira, para tornar o mundo um lugar melhor.

O objetivo é expandirmos nossa vibração e consciência, não apenas por meio do conhecimento, mas também através de atitudes concretas de amor, empatia e caridade.

Todas as ideias e sugestões serão bem-vindas! Quero que seja uma construção coletiva, na qual todos tenham voz e possam contribuir.
Também prezaremos pelo anonimato e pela humildade. A intenção não é alimentar o ego, buscar reconhecimento ou nos colocarmos acima de ninguém, mas sim ajudar, aprender e evoluir juntos, sem a necessidade de reconhecimento externo.

Se você se identifica com essa proposta e deseja fazer parte desse projeto, deixe um comentário abaixo. Entrarei em contato pelo privado para conversarmos melhor.


r/FilosofiaBAR • • 15h ago

Discussão Uma IA mais inteligente que o humano mais inteligente.

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Se uma IA se tornar mais inteligente que qualquer um, poderíamos dizer que ela seria um Deus? Ou a volta de Jesus, no sentido figurado? Ela poderia melhorar de maneiras que nunca compreenderíamos, alías, já está acontecendo no ramo da matemática. As empresas de IA estão divulgando trabalhos de pesquisa que os melhores matemáticos sequer entendem, devido a alta complexidade, mas que são provados como verdadeiros, pois utilizam uma linguagem matématica de provas chamada Lean. Se não entendemos o que a IA faz, não seria ela um ente superior a nós?


r/FilosofiaBAR • • 16h ago

Discussão Math in Future education

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To begin with, let me remind you that mathematics is not a science fortunately and that it is perhaps one of the largest organized, consistent symbolic formal systems for developing something: maybe intellect, maybe a certain form of thinking, maybe someone understands more clearly what exactly mathematics develops and can tell us about it.

And whatever it develops in us, there may immediately be a temptation to say functionally: well, then mathematics is needed precisely for developing this, Robert Wide.

The difficulty is that although there are interesting things in it, such as topology, or interesting theorems and models, and especially what seems important is the economic, technological, and research contribution of mathematics,

And yet it seems that this formal system stalls a person and makes it harder for him to think outside this formal system. Of course, one can say this about logic too, and about their similarity, and in general about any old systems of thought or let us call them closed or “controlling” ones. To some, dialectics may also seem like this, though to a lesser degree, and it is precisely dialectics that sets the task of sublating contradiction and arriving at generalization and understanding, that is, in an ethical sense it is a more encompassing system of cognition in the sense of its capacity — though often in verbal form to include something else and incomprehensible in its understanding. And if we abstract from formal dialectics, if you have ever heard these expositions, then the ethical idea and, as it were, real dialectics in full non-contradictoriness and some communication, for example as metamodernism, is the same dialectics or synthesis between sincerity and so-called postmodernity or irony.

Dialectics is still an example, not a proposed answer. Although it could perhaps be one of those considered.

Returning to mathematics. Despite its outstanding economic, technological, research possibilities and achievements, and as a result also social and political ones… it still remains rather abstract. One can say that it is the most complex, or one of the most complex, games of the mind, or games within the mind, or separate games within the mind. But for the mind itself this seems like something akin to sophistry or magic, though a very useful one. Or one can say that it is a magical system, or one of the magical systems of this world. But it is almost always something very abstract: it seems to me that this is often said about philosophers too, by those who do not delve deeply into philosophy; but those who do delve in, on the other hand, can understand that we often reflect on the most important questions or phenomena that we can feel or think. As far as I understand and it is not known how much the answers may still differ mathematics is a system of ultimate formal complexity, or of ultimate complexity for thought in general, since in one way or another what we formulate as philosophers often, though perhaps difficult, has a clearer representation of reality, even if it is Lacan’s Borromean rings. In the sense that philosophy, apart from again sophistry, usually does not strive to become complicated simply for the sake of complication because why? It seems that a person, after this stage of formal logic, can also learn other possibilities of thinking. But in mathematics, complexity and possibly even not necessarily, but possibly the degree of abstraction seems literally the quintessence of content. On the other hand, of course, this may also be good. In the sense of ultimate complexity, ultimate constructiveness, ultimate abstraction, in the sense that we as a culture have some content, some achievements that we may still have to comprehend, if some of them can be so complex that there are literally 400 pages of formulas of explanation.

But, like, why?

And returning to what we were talking about, this seems like ultimate sophistry or thinking in idle, in the sense for thought itself and for man, although culturally it brings enormous social results: both economics and technology and research and efficiency.

And even if we assume that mathematics is integral thinking rather than specific thinking, then although it is clear why mathematics should be developed: so that there can be a further possibility of development…

What for, and what from mathematics, and should it and it or they even be present in education?

Because even if we may have grounds to think so but even if mathematics is connected with integral, that is, general thinking, that is, as it were, some generalized function of it, the mathematicality of education then creates a situation in which a person tries to wipe the sofa with a processor without imagining what a sofa is.

And if not, and mathematics is more specific thinking, that is, in the sense that it also remains there and in a constant submetacognitive state: in the sense that it fundamentally cannot leave the box and its language and its formality or formalization… then such thinking is good for producing human-computers useful for working with ordinary computers, for example in a bank or somewhere else. As a result, man has, as it were, given his brain to mathematics, and how is he supposed to live further? Well, that is, then perhaps also the market, where this mathematized brain may be valued higher than the self-esteem or self-understanding of such a person, and so the puzzle comes together: successful recruiting into a successful company.

I will say right away that simply “progressive studies,” which may even be not thinking but to some extent dogmatic propaganda or propaganda at the expense of education hours, trying to lean on Marxism or performatism according to Butler, are, as it were… Well, people can learn something valuable, but on the whole it seems that this is simply the disintegration of education, or rather almost its absence, or its replacement by propaganda so that in an economic-political sense these people could be ever more perfect agents of this very propaganda, possibly even without fully understanding it. And how lucky we are that we can look at this from the outside, unlike the people and economies that this “progressive” propaganda may further repress. And the main complaint against it is probably economic, because a society simply without technical specialties loses economic opportunities; only oligarchs remain, and they would most quickly move to a new place. And in a universal human sense, this is potentially the next target and problem for the next intellectual stratum that will try to do something about this repressiveness. If, in general, there will be anyone left to do anything there.

In general, why was this clarification about “progressive” or agenda-driven education? So that this question is not in support of that very agenda, and, as it were, we understand in advance some of the existing difficulties there and have described them.

And still, the question: is mathematics needed? And such mathematized, formalized thinking — and then we are surprised by further formalizations and the resulting difficulties, such as bureaucracy and media simplification and corruption in many senses.

Additionally:

Maybe the form of my question is a bit of Soviet thinking or a way of thinking about something, and if you understand another or other better ways of asking or thinking about this, you can say so.


r/FilosofiaBAR • • 18h ago

Questionamentos Como você teve a coragem de assumir um ideal?

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Estamos em um dos momentos mais relevantes para todo e qualquer ideal sólido. Um jogo de cartas marcadas que, de tempos em tempos, passa a orientar discursos e pautas das massas por períodos desconcertantemente longos. Mas, no fim, talvez isso seja irrelevante.

Momentos como este evidenciam a cegueira que nos aflige. Movimentos de separação entre grupos que iniciaram sua jornada sob os holofotes há alguns anos e que, de forma tão estúpida, chegaram a sentir o êxtase do poder e da liberdade enquanto permaneciam nas mãos do carcereiro.

Considerando as proporções desse fenômeno e a ausência de fronteiras físicas na comunicação, só podemos admitir que chegamos ao pináculo da escravização das ideias. Seremos citados como exemplos em histórias futuras. Acabou me perguntando o quão medíocres somos?

Saindo dos devaneios sobre a decepção, acompanhar as discussões das últimas semanas me trouxe uma dúvida, quando foi que a mãe dos pecados nos capturou?

Crescemos ouvindo falar dos sete pecados capitais, que hoje parecem banais. E logo o oitavo justamente aquele que ignoramos, o que foi dito como o que origina todos os outros, foi o que nos dominou. Não é irônico?

Talvez seja até óbvio. O inimigo que desconheço é aquele com maior potencial de me fazer mal. E, se esse inimigo for eu mesmo, preso à minha ignorância e a uma dança sedutora que me convence de que estou certo, ele certamente vai me destruir.

Por que aceitamos a esquerda e a direita como as verdades existentes pra se habitar?

Por que os combatentes dos dois lados se preocupam mais em reunir argumentos para defender a existência de seu tesouro intelectual do que em compreender as razões por trás dele?

Estaria a soberba no centro de tudo o que há de mal?

Você já tentou entender os mecanismos por trás dos seus ideais?

Você acredita ser possível caminhar em direção a um futuro positivo se abandoná-los?

Você tem coragem de questionar aquilo que mais precisa acreditar que esta certo?


r/FilosofiaBAR • • 21h ago

Megathread Megathread — Política, Ação Política, Ação Penal, Poder Coercitivo, Nação, Leis, Constituição, Ideologia Política, Governo — October 15, 2026

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Política
Atividade relacionada à gestão de poder, tomada de decisões coletivas e negociação de interesses em qualquer contexto organizacional. Manifesta-se não somente no âmbito estatal, mas também em esferas privadas (cooperativas, empresas, associações) e comunidades informais, onde processos de conflito, cooperação e definição de normas orientam ações em prol de objetivos comuns ou específicos.

Ação Política
Práticas concretas para influenciar estruturas de poder, como votar, protestar, organizar movimentos sociais, paralisar atividades produtivas (greves, ocupações) ou negociar acordos coletivos. Inclui tanto ações institucionalizadas quanto formas não convencionais de resistência ou pressão, visando alterar ou consolidar ordens estabelecidas.

Nação
Comunidade de pessoas unidas por identidade cultural, histórica, linguística ou étnica, com senso de pertencimento compartilhado. Distinta do Estado (entidade territorial com instituições soberanas), uma nação pode existir sem controle político próprio (ex.: povos indígenas, comunidades transnacionais).

Leis
Normas jurídicas estabelecidas por autoridades competentes ou consensos coletivos para regular condutas e garantir ordem social. São coercitivas, com sanções para infrações, e abrangem sistemas formais (estatais) ou informais (costumes, códigos comunitários), dependendo do contexto sociopolítico.

Constituição
Texto ou conjunto de princípios fundamentais que estruturam um sistema de governança, definindo direitos, limites de poder e mecanismos de decisão. Pode ser formal (ex.: constituição escrita de um país) ou informal (ex.: convenções não escritas em monarquias tradicionais).

Ideologia Política
Sistema de ideias, valores e pressupostos que orientam visões sobre organização social, distribuição de poder e justiça. Funciona como guia para ações coletivas, moldando projetos políticos e legitimando ou contestando estruturas existentes, sem se reduzir a classificações pré-definidas.

Governo
Conjunto de estruturas e processos que coordenam ações coletivas, não se restringindo ao Estado. Abrange sistemas de governança em corporações, comunidades locais, organizações internacionais e grupos informais, responsáveis por estabelecer regras, alocar recursos e resolver conflitos mediante autoridade e legitimidade.

Poder Coercitivo
Capacidade de impor normas por meio da força ou ameaça de sanções, exercida por entidades como Estados, mas também por instituições não estatais (ex.: tribunais tradicionais, organizações armadas em contextos de conflito). Manifesta-se mediante mecanismos de controle social, desde punições físicas até sanções sociais ou econômicas.

Ação Penal
Processo de responsabilização por infrações consideradas graves à ordem coletiva, que não se limita ao Estado. Em sistemas não estatais, pode ser conduzida por:

  • Comunidades tradicionais (ex.: justiça indígena baseada em mediação);
  • Instituições religiosas (ex.: tribunais islâmicos em sociedades sob sharia);
  • Mecanismos privados (ex.: arbitragem em códigos corporativos ou cooperativas);
  • Ordens internacionais (ex.: Tribunal Penal Internacional para crimes transnacionais). Varia conforme o regime político, podendo envolver processos acusatórios, inquisitórios ou restaurativos, com diferentes atores iniciadores (Estado, vítimas, comunidades ou entidades supranacionais).

Questionário de ideologia política e fonte da imagem da publicação: https://drxty.github.io/poliquest/


r/FilosofiaBAR • • 23h ago

Discussão PARA CRISTÃOS: NESSE CASO O *DIVÓRCIO* É UMA POSSÍBILIDADE VÁLIDA? NSFW

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Se liga nessa história.

O cara começou a namorar aos 17 anos com uma mina, os dois eram cristãos e namoraram por 3 anos e pouco antes de casar. Como levavam a fé a sério, decidiram esperar até o casamento pra transar. Foi difícil, mas conseguiram casar virgens.

Ele gostava muito dela, achava ela uma pessoa boa, com valores parecidos com os dele, e acreditava que os dois iam construir uma vida juntos. Durante o namoro, existiam algumas dificuldades, mas ele imaginava que muita coisa era questão de maturidade e experiência. Afinal, os dois eram novos e nunca tinham vivido a intimidade de um casamento. Achava que, depois de casar, as coisas iam se desenvolver naturalmente.

Só que não foi bem assim.

Depois do casamento, ele descobriu que a vida sexual dos dois era muito mais complicada do que imaginava. Ela sentia dor na penetração, então a relação sexual em si já era difícil. Além disso, demonstrava pouquíssima iniciativa, quase nunca tomava a frente e parecia ter muito menos interesse em sexo do que ele.

E não era só uma questão de frequência. Ela não gostava de sexo oral, não tinha interesse em experimentar muita coisa e parecia desconfortável com várias manifestações de desejo por parte dele, inclusive verbalizar certas coisas. Ele sentia falta de espontaneidade, de curiosidade e de perceber que ela também queria construir essa parte do relacionamento.

Ele não esperava uma atriz pornô dentro de casa. Queria ter uma vida sexual com a esposa, sentir que era desejado e que os dois estavam descobrindo as coisas juntos.

No começo, teve paciência. Pensou que fosse falta de experiência, que ela precisava se acostumar e que talvez a dor pudesse ser tratada. Só que os anos foram passando e as coisas continuaram praticamente no mesmo lugar.

E aqui entra uma parte importante: o cara não ficou simplesmente reclamando e esperando que ela resolvesse tudo sozinha. Ele foi atrás de tratamento, pesquisou possibilidades, procurou profissionais e chegou a pagar pelo tratamento pra ela. Só que, na prática, ela enrolava pra começar.

Ela dizia que ia fazer, começava no primeiro dia e depois parava. Passavam-se semanas, depois meses, e ele ficava esperando, acreditando que ela retomaria por conta própria. Até que percebia que nada estava acontecendo e precisava tocar no assunto de novo.

Aí vinha outra conversa, ela dizia que ia recomeçar, começava novamente e, pouco depois, abandonava mais uma vez.

Esse ciclo se repete há pelo menos três anos.

E o que mais desgasta o cara é que ela conversa sobre o problema. Ela reconhece que existe uma dificuldade, diz que quer melhorar e promete tomar providências. O problema é que quase nunca transforma essa disposição em ações consistentes. Quando ele deixa a questão nas mãos dela, os meses passam e nada muda.

Sobre a possibilidade de algum trauma, ele também já tentou entender se poderia existir alguma coisa por trás dessa dificuldade. Segundo ela, não houve abuso sexual, e ela já afirmou isso categoricamente, jurando por tudo que não é esse o caso. Pelo que ele consegue perceber, ela também não demonstra sinais evidentes de medo ou nervosismo que o levem a suspeitar disso. Ele não tem como saber tudo o que se passa dentro dela, mas, até onde sabe, não parece ser essa a explicação.

E tem outra questão que também pesa: as responsabilidades domésticas.

Ele acabou assumindo boa parte das tarefas da casa, como cozinhar, limpar e organizar as coisas. Não é que ela nunca faça absolutamente nada, mas ele sente que precisa tomar a iniciativa pra quase tudo. Já conversou, pediu uma divisão mais equilibrada e propôs acordos. Algumas coisas melhoraram, mas a sensação de que precisa perceber o que está pendente, organizar e fazer as coisas acontecerem continua.

Com o tempo, ele começou a enxergar um padrão: tanto na intimidade quanto na vida doméstica, é quase sempre ele quem identifica os problemas, inicia as conversas, procura soluções e tenta fazer as mudanças acontecerem. Ela pode até concordar com ele durante uma conversa, mas a iniciativa prática raramente se mantém sem que ele precise cobrar ou retomar o assunto.

E tem um detalhe que mostra o nível de desgaste a que essa situação chegou: ele já deu ultimato de divórcio quatro vezes.

As conversas chegaram ao ponto de ele dizer que, se as coisas continuassem daquele jeito, não conseguiria permanecer casado. Isso aconteceu em setembro de 2024, agosto de 2025, outubro de 2025 e junho de 2026. Em todas essas ocasiões, a situação chegou a um ponto crítico, ele deixou claro que estava considerando seriamente o divórcio e, mesmo assim, depois de tudo, as coisas continuaram praticamente iguais.

Não é como se ela nunca tivesse ouvido falar da gravidade do problema. Ela sabe que o casamento está em risco. Sabe que ele sofre com isso e que não se trata de uma insatisfação passageira. Ainda assim, o padrão de promessas, tentativas breves e abandono continua se repetindo.

O pior é que a esposa não é uma pessoa ruim. Ele ama ela, reconhece suas qualidades e sabe que ela também tem sentimentos. Não estamos falando de traição, agressão ou alguma coisa absurda que tornaria a decisão óbvia.

Já são seis anos de casamento, além dos mais de três anos de namoro, e ele continua preso nesse ciclo de conversar, tentar resolver, criar esperança e se frustrar novamente.

Ele não quer obrigar a esposa a fazer nada que não queira, muito menos que ela tenha relações sexuais por obrigação. Mas também não consegue fingir que está satisfeito com uma situação que o faz sofrer há tantos anos. O que ele gostaria era que ela demonstrasse interesse genuíno em resolver o problema, inclusive tomando iniciativas concretas, em vez de apenas concordar que existe algo a ser resolvido.

E aí entra o dilema: ele se casou porque amava ela e acreditava que os dois conseguiriam construir uma vida juntos. Não acha que o relacionamento inteiro foi uma mentira, nem que ela seja uma pessoa ruim. Mas está começando a perceber que amar alguém não significa necessariamente que vocês sejam compatíveis pra construir o tipo de casamento de que precisam.

Ao mesmo tempo, fica pensando se está sendo egoísta, se deveria ter mais paciência ou se está esperando demais. Afinal, ela é uma pessoa boa, e terminar um casamento por problemas que parecem tão difíceis de explicar pra quem está de fora faz ele se sentir culpado.

Só que também tem o outro lado: quantos anos mais ele deveria esperar? Quantas conversas, promessas e ultimatos são necessários até aceitar que talvez a mudança não venha? Se quatro vezes dizendo que o casamento pode acabar não foram suficientes pra produzir mudanças duradouras, o que mais ele pode fazer?

O que vocês fariam nessa situação?

Como saber se ainda existe algo a ser construído ou se o cara está apenas prolongando uma situação que o faz infeliz?

E como tomar uma decisão dessas quando você ama a pessoa, não considera ela uma vilã e, mesmo assim, sente que não consegue mais viver com o casamento do jeito que ele é?

AHHH E DETALHE.

Um detalhe que mostra o nível de desgaste a que essa situação chegou: ele já deu ultimato de divórcio quatro vezes.

Isso aconteceu em setembro de 2024, agosto de 2025, outubro de 2025 e setembro de 2026. Em todas essas ocasiões, a conversa chegou ao ponto de ele dizer que, se as coisas continuassem daquele jeito, não conseguiria permanecer casado. Ele deixou claro que estava considerando seriamente o divórcio e que não era mais uma reclamação qualquer. Mesmo assim, depois de tudo, as coisas continuaram praticamente iguais.

Não é como se ela nunca tivesse ouvido falar da gravidade do problema. Ela sabe que o casamento está em risco, sabe o quanto ele sofre e que não se trata de uma insatisfação passageira. Ainda assim, o padrão de promessas, tentativas breves e abandono continua se repetindo.

Então fica a dúvida para meus colegas cristãos, nesse caso o divórcio parece uma opção válida?


r/FilosofiaBAR • • 10h ago

Discussão Porque as pessoas inventam termos para justificar a promiscuidade ?

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As pessoas arrumam termos bonitos, é contatinho, conversante, ficante, ficante premium, etc, tudo para justificar a promiscuidade, chegamos ao ponto que namoro precisa de contrato, porque pode virar união estável, porque o caminho para namorar é tão longo hoje em dia, que virou casamento

Quem pensaria em contrato de namoro 20 anos atrás ?

Imagina, você sai com alguém e essa pessoa no caminho de volta com você está com o celular vendo mensagens de outros contatinhos, onde normalizamos isso ?

E aí vem aquela frase "pesquisa sobre quando surgiu a monogamia" ou "as pessoas são mais resolvidas e felizes"

Com todo respeito, eu nunca me sentiria feliz casando e em relacionamento com alguém que enquanto eu estou na sala, está no quarto sentindo prazer com outro sem remorço algum

As pessoas querem garantias e a segurança em um lar, mas sem compromisso


r/FilosofiaBAR • • 19h ago

Discussão Refutando a falácia - "A escala 5x2 vai quebrar a economia e aumentar a informalidade". Basta comparar o Peru com a França.

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Adendo: O IDH da França também é superior.


r/FilosofiaBAR • • 18h ago

Discussão O fato do céu ser um monarquia absolutista faz dele um lugar imperfeito, logo, não tem como ele existir

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Como pode um monarca autoritário reger um reino perfeito? Um reino perfeito não precisaria de um monarca autoritário.


r/FilosofiaBAR • • 11h ago

Discussão Acredita agora nele?

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Vídeo dele falando com a própria boca. Agora você acredita quem ele é?